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Coleção pessoal de Sentimentos-Poeticos

481 - 500 do total de 2026 pensamentos na coleção de Sentimentos-Poeticos

⁠OS TEUS BEIJOS DE AMOR

Na tua boca bebi
No teu olhar ceguei
No teu coração fiquei
Nos teus braços fiz ninho
No teu corpo a minha morada
Na tua alma o meu eterno amor.

⁠SOMOS PÉTALAS HUMANAS

Somos pétalas humanas
Nestas rosas de dor
Aquelas que choravam
As mágoas, os medos
As vitórias, as derrotas
As desilusões, as dores
Mas dou graças a Deus
Por ter-me dado asas
Hoje vivo o dia a dia
Sem sonhos, nem ilusões
O presente está aqui
Ao alcance da mão
Na inutilidade das lágrimas
Com a esperança, com sol
Alegria feita no encantamento
Das tardes mornas, noites quentes
E nelas sentir o amor desejado
Entre a calma dos longos beijos

⁠AMOR

O sono das águas
Vestia a minha pele de mel
E dar-me-ia a mais bela flor
Por isso amor, não tenhas ciúmes
Da água que me lava o corpo
Já condenada a morrer aos meus pés.

⁠⁠URZES FLORES DE TRILHOS

Há dias que invade-me a nostalgia
Pelas urzes de vales, lameiros, montes
Nas planícies da minha memória
Brisas que as lembranças trazem
Nos rios e caules de caminhos já gastos
Que em muitos casos deixaram saudades
Sobre o silêncio das árvores
Ou talvez seja do vento que as balança
Com a suavidade como as águas correm no rio
Na solidão do verso, das pedras escorregadias
Urzes de adoração noturna pedindo silêncio
Nostálgico caminho feito pelas estevas pegajosas
Deste quente dia, entre as fragas do trilho
De tantos nostálgicos sentimentos que se perdem.

⁠A tua voz
Sussurra
No meu ouvido
O teu sorriso
Beija os meus lábios
De doces carinhos

⁠NOSSA SENHORA DA SAÚDE

Nossa Senhora da saúde eu te peço
Em súplica o fim da pandemia no mundo
Acode a todas as famílias que passam necessidades
A todos os desempregados para que não percam a esperança
A todos os aflitos que vejam a luz do amor
A todos os doentes que sofrem na alma e no corpo
A todos os desesperados sem esperança de viver
A todos os que estão internados no hospital ou em casa
Vinde em nosso auxílio Mãe Celestial
Nós os pecadores recorremos a Vós com fé
Nossa Senhora da saúde rainha dos céus nossa mãe
Rogai por nós.

⁠QUERO SER COMO AS CAMÉLIAS

Quero ser como as camélias
Perfumadas de tanta beleza
Apenas quero cicatrizar
A dor que me assola a alma
Mortífero veneno que cospe
Em terra seca o meu coração
A tristeza é minha companheira
Caminha comigo nesta poeira
Nesta terra que me castiga
Sem esperança, sem nada dar
Sou escrava, prisioneira
Nesta terra seca sem fim
Selvagem de dura realidade
Aguentaria uma eternidade
Se pudesse ter liberdade
Camélia doce perfumada
Ela é cativa em terra seca.

⁠SENHOR TU ME AMAS TANTO

Senhor perdoa todas as vezes
Que te deixei sozinho pelo meu egoísmo
Tu que morreste no meu lugar
E levaste contigo os meus pecados
Senhor perdoa por te deixar sozinho
Nesse madeiro ríspido pregado na cruz
Tu que tanto me amas e nada fiz para te salvar
Senhor perdoa a minha falta de fé
Tu que me libertaste de tantas faltas cometidas
Pelo meu coração nesta minha vida
Senhor eu nunca me esquecerei que foi por mim
Que morreste na cruz, bendito sejas Senhor
Nunca te deixarei de te louvar, de te amar
Perdoa Senhor, que pelas tuas feridas fomos salvos.

⁠ALMA DE OUTONO

A minha alma repousa
Nos ramos despidos
Sem pudor no teu corpo
Na árvore plantada
Deste nosso Outono
Quando as árvores
Se despirem e as folhas
Caírem sem pudor
Neste outono
Sentirei a minha alma
Voar pela serra
E a minha sombra
Será uma loba
Na nudez dos ramos despidos.

⁠⁠Depois dos 50
Deixei de ouvir ao que as pessoas dizem
Agora olho para o que elas fazem
Não quero saber se gostam de mim
Eu de mim gosto e muito.

⁠Que o fôlego
da vida seja pleno
enquanto esperamos
a vida eterna.

⁠NOSSA SENHORA MÃE DOS CÉUS

Nossa Senhora mãe dos céus
De joelhos te peço
Perdão por todo o mal
Que fazem aos pequenos anjos
Rezo e lanço o meu grito de dor
No íntimo fervor no chão de joelhos
E aos teus pés doce mãe te peço clemência
Por todos aqueles que matam estes doces anjos
Com consciência ou não, peço o teu perdão doce mãe.

NOSSA SENHORA ⁠MINHA MÃE

Nossa Senhora tu és a minha alegria
O meu sorriso, a minha vida
És a mais bela de todas as flores
Do meu belo jardim
Dá-me a fé que tanto procuro
E paz ao meu interior
Minha Querida Mãe rogai por mim.

⁠ QUE BELAS ANDORINHAS

As andorinhas são lutadoras, trabalhadoras
Adormecem as dores sentidas nos ninhos
Dos beirais da minha casa
São pedacinhos de esperança que voam
Alegres, barulhentas, esbanjando subtilezas
Sublime o seu cantar que me leva à infância
É a primavera que chega tão bela
E a felicidade está ao virar de cada esquina
Na simplicidade do nosso coração
Lá estão as andorinhas quando a noite se avizinha
Elas voltam às suas pequenas casinhas
A vida corre, o amor escorre nesta noite
Onde o sol se põe cheio de esperança
Gostamos das andorinhas até desaparecerem
Para voltarem na próxima Primavera.

⁠A família é a alma
Que cobre o coração
É a vida é uma bênção
Que temos de celebrar com gratidão.

⁠SENHOR QUERO LOUVAR-TE

Senhor quero adorar-te
Quero amar-te, quero o teu perdão
Quero sentir o teu amor
Senhor preciso tanto de ti
Neste momento infeliz da minha vida
Quero louvar-te todos os dias
Sentir o teu toque em mim
Deste sofrimento atroz da minha alma
Senhor preciso do teu calor no meu coração
O meu corpo chora de dor de angústia
Sem ti Senhor não sou nada, não sou ninguém
Quero sentir o teu amor, o teu perdão
A ti Senhor me rendo ao teu louvor e graça.

⁠⁠MEU AMOR CORPO

O teu corpo
Inspira-me
Respira-me
Domina -me
Ensina-me
Entrego-me
Faz-me voar
Num mundo
Onde navego
Para te explorar


MEU AMOR

Amo-te como a lua quer o sol
Como o mar quer a areia
O meu corpo no teu corpo
Tocando o céu numa ousadia despida
Entre um sopro de amor nesta paixão sentida
Com coração, com alma para amar-te assim
Eu só quero amor, meu amor.

⁠NO ÂMAGO DO SER

No âmago do teu corpo
Tento mascar as palavras
Que as trevas tentam calar
Ouço o sussurro da poesia
Toda volúpia que cabe em mim
Até o âmago do teu ser
Para que o meu olhar
Se perca no nada
Os mundos submersos
Rasgam a carne até ao tutano
Do verbo sentir adentro da iris
Na aparente inércia do meu olhar

⁠SEARAS QUENTES DE TI

Para me sentir livre
O sol acariciava-me o rosto
No caminho pelas searas
Que o vento silenciava
E deliciava-me de beijos
Trilhos estreitos de pedras
Entre as papoilas de trigo
Cegonhas que pelos lameiros andam
Passos nas memórias perdidas de palavras
Nos longos abraços dados por nós
Sorrisos de lágrimas que se reduzem no silêncio
Entre o musgo já seco entre as fragas
Das horas esquecidas despojadas de nós.