Coleção pessoal de I004145959

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⁠Votos vencidos, usamos créditos para alcançar objetivos imediatos, quebrando em seguida.

Considerados precavidos demais, fomos excluídos dos méritos; alegaram que nunca teríamos saído do lugar sem conhecê-los.

Ignorando que poderíamos alcançar o mesmo destino sem contrair dívidas expressivas, mesmo em tempos distintos.

⁠Lógica do mercado consumista: crédito imediato para consumo imediato.

⁠Em luto com o mundo, luto por um novo mundo.

⁠Precisamos de critérios bem definidos ao avaliar desavenças, visando garantir decisões o mais justas possíveis.

⁠No velório, somos confrontados com o transitório e efêmero da vida.

⁠Uma vida satisfatória também envolve o bem-estar daqueles que amamos.

⁠Focado no passado, focado no futuro, estagnado no presente.

⁠Ignorar o custo alto pago pelo imediatismo e querer todos os créditos por uma conquista é totalmente injusto, especialmente quando havia possibilidade de alcançar os mesmos objetivos sem endividamento.

⁠A pessoa apaixonada às vezes transfere o seu "ideal do eu" para o parceiro, depositando nele suas aspirações, expectativas e até mesmo sua identidade.

⁠No relacionamento, é essencial que ambos harmonizem o tempo dedicado ao trabalho, aos parentes e aos amigos, promovendo empatia, compreensão e cultivando um coração capaz de acolher a todos e a tudo.

⁠Devido à alta lucratividade, diversos setores, como as big techs, a indústria farmacêutica e até mesmo o narcotráfico, competem cada vez mais pelo controle da subjetividade das pessoas.

⁠Idealizar o amado como uma divindade pode levar à submissão e à perda tanto da subjetividade quanto da identidade.

⁠Será que a dor física e mental está sendo supervalorizada pelo mercado de remédios no contexto pós-moderno?

Todo conhecimento é uma crença justificada; no entanto, nem toda crença pode ser considerada conhecimento, pois requer comprovação para ser validada como tal.

⁠Certos afetos relacionados ao futuro incerto perderiam sentido em um mundo eterno.

⁠Nossa consciência tem total liberdade de decisão ou é influenciada pelo inconsciente e subconsciente?

⁠Até que ponto o triunfo do prazer sobre o dever resulta da fraqueza mental ou da safadeza real?

⁠O desejo valoriza o objeto, a aversão nega, e a indiferença ignora.

⁠Inventamos o paraíso celestial e a vida eterna para confortar-nos diante das mazelas do mundo?

⁠A crença em sistemas como o racionalismo, liberalismo, capitalismo, neoliberalismo... pode ser considerada uma forma de idealismo?