Coleção pessoal de I004145959

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⁠Quase sempre alguém traz demandas que impedem nossos momentos de paz.

⁠Haja razão para controlar nossa paixão.

⁠Alguns buscam nossa presença em trabalho, conferências e eventos para preencher a lacuna deixada pela própria ausência.

⁠Por mais de 300 anos, a escravidão reinou sem o peso de uma consciência humana.

⁠Desapontamento com tratamento desigual não é sinal de ciúmes.

⁠Inclusão social via consumo disfarça o mundo, não muda o rumo.

⁠O chá revelação anuncia o sexo, mas não define o gênero com o qual a pessoa se identificará.

O sexo é biológico; o gênero se molda através da vivência, da identidade e da expressão pessoal, em um processo singular e profundamente humano."

⁠Não permita que paixões transformem pessoas, bens ou status em deuses, ofuscando nossa identidade e bem-estar.

⁠Angústias e ansiedades brotam sem necessidade em mentes inquietas e aceleradas que não conseguem ficar paradas.

⁠Lutos não chorados de amores terminados são dores no coração; exigem elaboração e resignificação.
Não se trata de esquecer, mas de aprender uma nova lição.
O fim da relação não é fracasso, é renovação.

⁠Entre a dor da rejeição e a esperança de aceitação, surge a renovação.

⁠Sentir-se culpado ao ser rejeitado só aumenta a dor.

⁠A angústia do luto pelo fim do amor aumenta com a esperança de reconquistar alguém que continua em nossas vidas, ao contrário da morte definitiva.

⁠Não é somente o luto pelo fim do amor de alguém, mas também a dor de deixar o lugar para outro ocupar.

⁠O tempo da angústia presente em nossa mente difere do tempo que vemos à nossa frente.

⁠Precisamos quebrar a corrente da culpa que aprisiona a mente e impede a cura.

⁠A dor do fim do amor vem também da perda do lugar emocional que ocupávamos ao lado do ser amado.

⁠O luto pelo fim do amor tem um componente distinto: a presença em vida da pessoa amada.

⁠No fim da vida, a dor é compartilhada.

No fim do amor, a dor é individualizada.

Morte, referência da existência.