Coleção pessoal de I004145959

2001 - 2020 do total de 2493 pensamentos na coleção de I004145959

⁠Nem intelectualidade demais, nem futilidade demais.

⁠Acusada de formar adultos violentos trocamos a educação autoritária (onde em um simples olhar as crianças já entendiam o recado) por uma mais libertária, democrática e antiautoritária.

Entretanto, basta ver, por exemplo, o número de casos feminicídios para perceber que continuamos formando pessoas violentas.

Talvez o problema esteja na dose.

⁠Teu erro poderá terá meu perdão.
Tua injustiça e ingratidão, não.

⁠Os erros que vês em mim vejo em você.

É o que tenho a lhe dizer.

⁠A linguagem neutra oferece representatividade e padrões de identidade social para pessoas não-binárias.

Mas acredito que, por si só, não irá resolver as questões relacionadas a identidade psíquica.

⁠Enquanto a tirania masculina não suporta mulheres fortes, independentes e decididas.

A tirania feminina não suporta homens fracos, dependentes e indecisos.

⁠Seja aristocracia, burguesia ou periferia a arte é de toda gente. A arte é onipresente.

⁠A objetividade da lei, por si só, consegue dar conta subjetividade da vida como ela é.

Nem sempre estamos diantes de viciados em WhatsApp.

Há tempos que nossos celulares deixaram de ser apenas instrumentos comunicação, diversão e entretenimento.

Cada vez mais, pessoas usam smarphones para trabalhar, estudar e compartilhar conhecimentos.

⁠A democracia sempre será questionada pelos derrotados.

⁠O matriarcado já é uma realidade em muitos lares brasileiros.

⁠As cotas raciais foram feitas para reparar, não para separar.

⁠Inclusão do idoso no mercado de trabalho ou escravidão pós-aposentadoria?

Eis a questão!

⁠Se pensarmos bem, nossos amigos, parentes, familiares... nem sempre estão presentes em nossas vidas.

Vivemos o tempo todo entre ausências e presenças.

Nosso desespero vem da ausência definitiva trazida pela morte.

⁠O "Para Sempre" quando perdemos um ente querido sempre nos trás muita dor.

Suportar a finitude da vida é muito angustiante.

⁠Para justificar a escravidão defendiam supremacia das raças.

Para negar a reparação defendem a isonomia das raças

⁠Nem sempre o pretexto conjuga com o contexto

⁠Quem somos nós para arrotar lições morais?

⁠Não se trata de eleger vítimas, mas sim proteger pela
lei às minorias: mulheres, idosos, deficiente, negros, índios, LGBTQIA+... a partir da realidade brasileira extremamente excludente e desigual.

⁠Da primeira paquera ao primeiro processo.

Era dos excessos