Coleção pessoal de celsonadilo
seu coração esta preso com correntes,
que lhe dão prazeres,
alem do limite da alma,
essas sensações pode transpor seus sonhos.
no desejos mais profundo do que você pensa,
limites do desejo podem ser o limite da sua alma,
porem o sangue e a dor dão novos padrões
ao espírito que abita seu corpo,
a fome de prazer te faz romper correntes dos quais nunca existiram,
só medo mais profundo que vive atona ou a deriva apodrecendo sua liberdade,
seu ser toma outro rumo simplesmente pelo medo,
isso da sensação de de falsa moral e ética,
num mundo de aberrações só sentimos muito por viver numa adversidade de prazeres,
tentar conter essas correntes como se a liberdade que senti seja sua prisão vivida em uma falsa liberdade.
nos caminhos sem fim caminhei,
com foice da morte me encontrei,
tomei como minha vida se fosse,
sem deixar o coração que no bate mais,
ou seja mais mesmo no tempo
que passa não mesma ordem
no tempo que passou,cel
não pensei que foi,
só pensei que não foi,
impulso talvez
continuo nesse mundo ate
que meu tempo acabe.
Se tudo se consome ate terra desaparece,
o que será do mundo sem nossos sentimentos mais profundos no mundo do consumismo seremos mais um produto em exibição.
todos os dias que se passaram ao seu lado são sonhos em um passado distante
mais tão vivo no meu coração que não a espaço para viver esta vida que deixo hoje, talvez acha um amanhã no qual eu esteja ainda vivo e você faça parte da minha vida,
no fogo eterno alimentado pelo desejos de prazeres nos
quais somos partes de um jogo de poder e luxurias,
no qual sua alma se transpõem a um abismo sem fim.
pequenos laços de um cantinho escondido no coração brilha como um estrela meu amor
bela voz que conta pra mim seus sonhos estarei,
desejei cada momento belo pranto no teu coração cairei.
como dia canta se eu diria que ti amo mais que tudo nessa vida.
O Caminho da Vida
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Eu cantarei de amor tão docemente,
Por uns termos em si tão concertados,
Que dois mil acidentes namorados
Faça sentir ao peito que não sente.
Farei que amor a todos avivente,
Pintando mil segredos delicados,
Brandas iras, suspiros magoados,
Temerosa ousadia e pena ausente.
Também, Senhora, do desprezo honesto
De vossa vista branda e rigorosa,
Contentar-me-ei dizendo a menor parte.
Porém, pera cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa
Aqui falta saber, engenho e arte.
O prazer do amor é amar e sentirmo-nos mais felizes pela paixão que sentimos do que pela que inspiramos.
O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.
O dinheiro não é apenas um dos objetos da paixão de enriquecer, mas é o próprio objeto dela. Essa paixão é essencialmente auri sacra fames (a maldita ganância do ouro), faz com que as pessoas vivam em torno de uma medíocre vida, ocasionada por necessidades impostas, gerendo uma rotina alienada.
