Coleção pessoal de Helder-DUARTE

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⁠Levanta-te e brilha oh Jerusalém,
pois já vem a tua santa luz!...
E a glória do Senhor, em ti vem,
sobre ti diz Deus: eu a pus!

As trevas cobrem a terra...
a escuridão os povos!...
Mas sobre ti não mais há guerra.
sobre ti vêm tempos novos.

Sobre ti vem a glória do Senhor,
em ti já se sente o teu resplendor!
As nações caminharão à tua luz!

E os reis andarão ao teu resplendor.
Levanta em redor os olhos e vê!
Estes que a ti já vêm, em nome do Senhor.

Todos estes já se ajuntaram...
e a ti vem aquele que em Deus crê.
Para isto as nações estavam!

Baseado em Isaías. 60:1-4

O importante não é ser rico ou pobre! O importante é ser puro!...

Se os formados com curso superior, falam tanto em evolução do cérebro, então isto um dia estará pior!...

Se a sabedoria dos Doutos fosse a solução para os problemas do mundo, então estaria já o Mundo salvo!...

Para atirar pedras há muitos!... Mas ao lado do pobre...! São poucos!...

Vi muitos sábios!... Mas poucos com sabedoria!

Ninguém põe a luz, que acendeu,
num lugar muito escondida.
Nem debaixo de um vaso seu.
Mas põe-a de modo erguida.

Então ela dá luz a todos da casa.
Para que bem vejam a sala.
A luz do corpo são os olhos,
Dos caminhos que tu escolhes.

Repara em ti, qual é a tua luz.
É ela a de Cristo Jesus?
Ou da grande escuridão! ?

Se queres luz no teu ser,
Recebe-a da de Cristo cruz,
Que está vazia e tem poder!

Baseado em Lucas 11:33-36

Multiplicação

Os apóstolos, havendo regressado,
contaram-lhe tudo, que haviam realizado.
Indo com eles, foram para um lugar,
chamado Betsaida, para aí ele ensinar.

Logo que a multidão soube,
que ali estava, veio ter com ele.
Para ouvir seu ensino, do reino sobre.

Ele aos doentes curou em amor.
E pão deu aos que ouviam dele,
a palavra, com muito temor!

Baseado em Lucas 9:10-17

Reparai irmãos, que sois do céu pertencentes,
vede Jesus Cristo, como Apóstolo e Sumo sacerdote.
Isso deveis pôr em vossas santas mentes.
E não andardes de qualquer sorte!...

Ele foi fiel, ao que o chamou para isso.
Como Moisés o foi a Deus nisso,
Mas Moisés não edificou a casa.
Deus fez toda a construção, essa!

Mas Cristo na sua casa própria,
que somos nós, se formos crentes.
E tivermos a confiança e a glória.

Isto sempre e até ao fim.
Tendo fé em Jesus, sede tementes!
Deste modo, pois assim!...

Conta-se, que há muitos anos, existia um valente povo,
Nas terras, de Portugal, que outro igual não houve!
Eram os tempos do império Romano, que a todos, fazia dano.
Eram os romanos, um povo sem compaixão, um povo insano.

Suas tropas, aos povos, davam opressão e morte muita.
Apesar disso houve um povo, que medo não tivera, dos inimigos.
Foi o povo Lusitano, que destas terras eram amigos!
Sua força era muita, quando unidos, a gente era junta.

Estavam os da gente maléfica, desgostosos e tanto,
Por derrotas, sempre deste povo obtidas...
Em povos outros e em batalhas muitas,
Nunca em história, sua tal houvera desencanto.


Nestas terras havia, glorioso e forte sentimento
Nesta gente da Lusitânia, "Nobre povo, nação valente"...!
De alma grande, gente que por terra esta amar, em frente iam!
Até que os romanos, nenhuma mais força tinham!

Oh tu Deus do Olimpo, a quem com tua ajuda, os de Roma iam!
Sabe que gente de Lusitânia em visão tanto tinham...
O futuro reino de Portugal, que nos mares, dominariam.
Que por seu rei Viriato, os romanos, nunca estas terras teriam!


Mas gente insana, sempre em este mundo, houvera.
Que sobornados, por os de Roma, servos do lusitano rei...
À espada seu senhor, dormindo tal nunca pensara. ..
Que estes de seu povo, a vida lhe tirariam, sem medo da lei.

Oh povo de Portugal lembra-te de Viriato, teu amigo
Que no seu morrer, foi sempre contigo!
E vós filhos de Roma, sabei, que Jesus Cristo,
Esta vossa gente derrotou, sabei pois isto!

Pois o império Romano caiu, por seus muitos pecados,
E Jesus com o amor, aos poderosos venceu...
E desta terra, rei será em fortes atos!
Disso muita certeza, a todos deu!...

Eu senti - me muitas vezes culpado de actos, em que usei mal o meu corpo...Mas ainda invoquei a Deus!

Para a pergunta que foi feita, sobre ter um dom, eu repondo. Onde você está, nesse lugar fale com Deus, como ele estando aí. Diga - lhe o que sente dizer. Ele ouve!

Ah! se neste ser houvera...
Palavras para junto de ti levar,
O que ainda não levara,
No meu já tanto orar...

O que em mim vai de sofrer,
Neste minha vida momento.
Então haveria em ti Deus querer,
Para de mim tirar tão grande sofrimento.

Deus! Deus! Deus!...
Já é tempo de ouvires,
Este clamor meu...

Dá-me então, a este meu coração...
Um expôr permitires,
Em palavras altas minha tribulação!!!

Minha alma não se cala,
De do bem ter mensagem,
Por isso disto muito fala,
que os tristes tenham coragem!

Eu tenho boa palavra,
Para os tristes de coração.
Invoquem a Deus na aflição.
Pois só ele nos salva!

Deus vive e nos ama,
Com amor eterno.
E por todos chama.

É dia de Salvação.
No Deus tão terno,
Há ainda solução!

E ainda aprendi com as feras do campo! Que aos seus filhos amam com tanto encanto!

Ouve as minhas palavras!... E saberás quem eu sou!

Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.


Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,


Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!


Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!

Eis que voltei! À cidade, que sempre amei.
A Coimbra, onde também, no passado, o amor, encontrei.
Vim à cidade, onde estudar, não o fiz,
Porque Deus, assim não o quis.


Tanto desejei, Coimbra da universidade,
Mas não fui lá estudar, em verdade.
No passado, só encontrei, lá o amor.
Mas também, logo acabou, esse de Camões ardor.



Mas voltei a ti meu amor, à universidade hospital;
Tu minha cidade, do Mondego e do Sobral.
Onde Isabel, pão aos pobres, deu sem medo…


O rei enfrentou, porque teus filhos amou.
Também, oh Coimbra! De nada, tenho medo.
Mesmo doente! Porquanto, em ti, estou!

Para vós escrevo, oh pessoal!
Desse hotel, onde fui vosso colega!
Arménio, Miranda, Santana e outros, qu’ele emprega!
E sou o Duarte, de tempos antigos, mas ainda real!
Tenho vivido em aflição…
Sem força ter, para vos cantar, uma canção.
Mas canto-vos, este poema, meu hotel!
Onde, por vezes comi, mel!...
Estou doente, com Parkinson, doença.
Sabe pois, Dom João segundo!
E tu, Manuel da Luz e Zezinha, que de vós, não tenho ofensa!
Estando doente, vos amo ainda!...
E lembro de vós e por outros pergunto.
Eu! Já estou reformado e moro, abaixo de Coimbra!

Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas…
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!