Coleção pessoal de giovanesilvasantos1
Do que como, do que me alimento e o que sustenta
Todos os dias como abobrinhas.
Sem querer menosprezar e nem desdenhar.
Mas os lábios da multidão são vãs desarmonia.
Será, seria?
Ou minha tímida percepção.
De não ter consideração.
De não colher a fala de cada canção.
Eu sei é fato.
Como, acabo ingerindo química.
Sou possuído por artefatos ocultos.
Mas me alimento de sonho.
Também da palavra.
Isto quando dou vazão.
Mas o que sustenta.
Ha, ora sim.
A esperança.
O pranto sincero.
O anseio da verdade.
Se é que conheço.
Pois sei que a cruz que remeto.
Um espírito que não tem preço.
Mas acabo consumido.
O atrito do mundo.
Eu reles e singelo.
Alcanço olhos perseguidores.
Talvez minha alma é cheia de valores.
Ou nada, simplesmente.
Um no meio da gente.
Algemado.
Que aprendeu a dedilhar nas teclas da vida.
É um emaranhado.
Nesse campo, vou de lado a lado.
Comendo a dor.
Alimentando da presença da fé.
Ainda que no íntimo, não conheça o genuíno amor.
A misericórdia me sustenta.
E eu.
Só posso me colocar como instrumento.
Ainda que não entenda.
Eu sei.
Oh céus.
Senhor.
O mau pode me odiar.
O altíssimo, meu sustento.
Giovane Silva Santos
Lábios desagradáveis
Em geral.
Mesmo assim.
Língua infernal.
Sensibilidade zero.
Nada mais espero.
Aliás, refaço o pensar.
Que realmente exista em algum lugar.
A donzela sensata.
O patrão humilde.
O amigo prudente.
O irmão sempre sorridente.
Mas.
A sociedade mata.
Pois, os lábios são desagradáveis.
Uma pena que eu entre nessa dança.
Também, o medo que dá vazão.
Em algum momento a coragem emerge.
Sim.
Poesia com palavrão, não é meu perfil.
Mas a sociedade intolerante.
Sociedade intransigência.
Sociedade que julga.
Não queria.
Mas vou dizer.
Tem que tomar no olho de thudera.
Sou paz e vivo guerra.
O que pensa ser, ter devera.
Do pó cru.
Do pó nu.
Se não experimentou.
Tome água no sul.
Sai da mente do norte.
Situa.
A língua crua.
Que cheira morte.
Sei mais delongas.
Não perca tempo abrindo sepultura.
A esperança, a fé é minha cultura.
Que certo carrego.
Ainda que pelo medo não nego.
Línguas cortadas.
Mas os anseios, a esperança não será sepultada.
Giovane Silva Santos
Pensamento latejante
Reclamo a ausência de velhos amores.
Bem sei eu que não deveria.
Desprezei tanto rainhas.
Embelezada por fontes e cores.
Porém sei de tantos dissabores.
Foi uma estrada por esta plantada.
Sonhos de um poeta maluco.
Muito mais que uma noitada.
A juventude de um astuto.
As vezes nem sei o que digo.
Aurora da liberdade libera meu delírio.
Meu pensamento latejante.
Que saudade da solidão.
Quando podia meditar.
Falar de mim para cada botão.
Mas a minha percepção está a sentir.
Ao meu redor, uma multidão.
Que aplaudem minhas lágrimas.
Que zombam do meu pranto.
Se há resposta.
Se há proposta.
Meu senhor, meu canto, meu santo.
Porteiras abertas do meu coração.
Sai as palavras dissonantes.
Como sonhos vivos e viajantes.
Um peito ardente.
Anseio na mente.
Por tudo possível eu crente.
Mas a estrada.
A jornada.
A caminhada.
A rédea aperta.
O cavaleiro do céus põe uma bride.
Um cabresto no sonho.
Está atrelado.
Ao pasto.
Nem todo gado come.
Estou com medo, sede e fome.
Sem forças para bocejar.
Tá bom.
Meu berço.
Meu terço.
Se tudo posso.
Ao que mereço.
Oh céus.
Somente peço.
Ache meu endereço.
Giovane Silva Santos
Orar ou perder
Namorar e beber.
Bom né.
Mas a guerra é outro nipe.
É o serviço a mesa de todos.
E eu.
Eu me perco sempre.
Dentro da guerra sou atingido.
Esqueço o escudo e a espada.
Você tem vencido?
Eu escuto teu gemido.
Mas acredito na tua força.
Na tua capacidade.
Na tua sagacidade.
Ainda que uma mesa de bar o atrai.
Orai.
Combatei.
A sedução de satanás.
Papo chato.
Puxão de orelha.
Conversa carrapato.
Verdade.
Cada qual com teu sapato.
O aperto, o calo.
Oh tão macia és tua vida.
Nada não amigo e amiga.
Gostaria apenas de bater um papo.
Minhas angústias e relatos.
Essa batalha cotidiana.
O desejo da sombra na varanda.
És bela minha amada.
Minha conta abarrotada.
Quem dera.
Sim.
Orar.
Guerrear.
Beber, cair e levantar.
Nesse mundo que o povo está embriagado.
Na intransigência.
Na impaciência.
Na deselegância em não aceitar o obvio.
Quem poderá gritar razão.
Eu bebo, eu oro, eu caio e levanto.
É verdade, cicatrizes e lamentos.
Sonhos e tormentos.
Perder jamais.
Não pra satanás.
Orar.
Cansado e não derrotado.
Já que o mundo tá embriagado.
Um pouco de água viva e pura.
Uma guerra.
Entre o que amargura e o que cura.
Giovane Silva Santos
“A palavra realmente é uma fonte, dela pode brotar uma nascente fresca e transparente ou também jorrar um rubro escarlate amargo e sanguinário.”
Giovane Silva Santos
Que dia é hoje
Parece ontem e pode ser amanhã.
Não, não, não, que eu não seja indiferente.
Porque hoje a estrela não brilhou.
O vento não soprou.
O sol não raiou.
Tudo nublado.
Aliás.
Escuridão.
Oh, onde estão meus olhos?
Diante de um labirinto.
Em pleno porão.
Sozinho.
Solitário.
Solidão.
Os pássaros não querem cantar.
A lua não quer vibrar.
As grades novamente se levanta.
Que aço duro.
Este meu insano coração.
Dá vida ao pranto.
Rasga o peito.
Na angústia que deleito.
Sem tato.
Sem olfato.
Sem audição.
Sem sentido.
Meu corpo.
Minha vida.
Não, não, não.
Não admito perder.
Isso é apenas.
Uma velha canção.
Um porte cansado é verdade.
Mas com anseio e esperança viva.
Ainda hoje.
Falei pra meu amigo e minha amiga.
Meu telefone tocará.
Uma carta vai chegar.
No meu portão vai bater.
No meu coração vai entrar.
A vontade.
O acreditar.
Nem sei se plantei.
Mas no deserto sei.
A esperança.
A confiança.
A vida, ai de brotar.
Já clareou.
Raiou.
A fé, as portas encontrou.
Meu altíssimo.
Meu Jesus.
Gritei.
Tenho certeza.
Que os céus escutou.
Giovane Silva Santos
Guerra e paz
Tenho dito bem assim.
Ao amigo e amigo que venho me ouvi.
Buscamos paz.
Queremos paz.
Desejamos paz.
Lembra que falei.
Com um pranto.
Com um olhar no canto.
Portanto eu sei.
É guerra.
Batalha infernal.
Guerra contra o mal.
A minha e tua vida.
Percebo no profundo.
A cada segundo.
A guerra do mundo.
Contra o pecado.
Ao que nos consome.
Ao que nos afligem.
O que mata o homem.
O que remete domínio.
Oh céus.
Que cansaço.
Que embaraço.
Que descompasso.
Volto.
A volúpia da fé.
Isso
Que precisa existir.
Que vai emergir.
Minha vida.
Minha sina.
Não, não, não
Não admito esse processo.
Que vitimiza e condena.
Que profere tirar a vida de cena.
Eu escolhi.
Eu falei com meus lábios.
Eu ditei do meu coração.
Explorei minha mente.
Sei que aquece.
E mesmo quente.
Eu sou do senhor.
Eu creio.
Eu me chamo acreditar.
Eu prefiro perseverar.
Eu posso.
Eu vou conseguir.
Mesmo em guerra.
Vou reagir.
A vida vai ser assim
Vai transformar.
Sim.
Sim.
Sim.
Mesmo que tenha que guerrear.
A paz serena no sentido de lutar.
Se não for com foice e enxada.
No fio da espada.
A palavra que vai edificar.
Giovane Silva Santos
A intransigência social.
Eu queria.
Eu deveria.
Eu podia.
A intransigência coloca ponto final.
Só porque queria.
Oportunar uma saída.
Fazer uma donzela rainha.
Uma espada dilaceradora.
Atacaram me com metralhadora.
Se dizia pertencer ao altar.
Sei.
Bem sei que a sabedoria vem dos céus.
Mas o coice está nos altares fazendo anel.
Você entende o que digo?
Um punhado de ignorância.
Esse mundo escassel.
Vai pra casa do chapéu.
Que cansaço.
Que lambança.
Um se diz doutor.
Outro pastor.
Mas nada de amor.
E a vida, qual a cor.
?
Esse rubro escarlate.
Sanguinário e podrificado.
Muito mais que a face do pecado.
É uma constelação.
De lamentação.
A indiferença.
A intransigência.
A perseguição.
Parece mesmo que sou incrível.
Mesmo desejando impossível.
A carga que se pesa nesses ombros.
Oh céus.
Oh prantos.
Entre céus e escombros.
Quem poderá socorrer.
Se o céus não atender.
Sei.
Ceifado.
Arrombo.
Não, não, não.
Permita repetir.
Sim, sim, sim
A esperança.
A fé
Ainda vive em mim
Que eu mesmo não duvide.
Por o inimigo insistir no crime.
Contra mim.
Não sei onde e quando.
A Vitória, a bênção tudo ai de vir.
Sim.
Assim
Sobre mim.
Minha vida.
Uma nova jornada.
Livre da pancada.
Oh.......porvir.
Giovane Silva Santos
Uma fase de desgosto
Sabe quando o inimigo te usa.
Sem dó o diabo abusa.
Um temporal de fraqueza.
Um lamento da minha natureza.
Esse pranto que não cessa.
Uma condição pra que se enterra.
Eu, e minhas dificuldades.
O campo da luta.
A derrota na labuta.
Uma vida astuta.
Uma vida maluca.
Ou não.
O natural.
Uma pequena tempestade.
Deveria.
Seria.
Se o contexto desde menino.
Não fosse esse desatino.
Vou falar.
Vou desabafar.
Vou soltar.
Não sei de onde vem o tiro.
De norte a sul.
Oriente a ocidente.
Mas os canhões apontam.
Desde que nasci.
Não sei qual a alegoria.
A intenção dessa fantasia.
Dessa colisão.
Uma verdadeira perseguição.
Pra mim.
Guerra.
Cansaço.
Trincheiras de bala constante.
Sou alvo.
Todo dia salvo.
Com sequelas de furos.
O corpo e a alma.
O espírito na jaula.
Me usaram.
Usam.
Tripudiam.
Judiam.
Sei lá.
Sai pra lá.
Satanás.
Se não posso ter a paz.
Ter a realização.
Queria saber dessa proposta do mundo.
Proposta de vida.
Sou pedra de bingo.
Sou olhar do inimigo.
Qual é gente.
Qual é parceiro.
Não posso ser amigo?
Qual seria o gosto do meu sangue.
Quanto custa cada meu pranto.
É isso.
Meu melhor filme.
Um sonho de liberdade.
Quem dera a chave.
Eu sei.
Quanta demora.
O céu.
Onde a solução mora.
Eu, nesse embate feroz.
Para descobrir o algoz.
Entender.
Porque.
Eu.
Giovane Silva Santos
“O mundo é cheio de vozes, precisa se ouvir o necessário e essencial, pois os prazeres enganosos estão a chamar.”
Giovane Silva Santos
“A experiência produz conhecimento, mas é no espírito do senhor que vem a paz.”
Giovane Silva Santos
“O inimigo tenta sujar nossos sentidos, ferir nosso espírito, os céus convida a guerrear, pois se acende a chama da perversidade e a espada para luta deve ser viva.”
Giovane Silva Santos
“Eu acredito piamente nas batalhas celestiais, mas na terra existe demônios vivos.”
Giovane Silva Santos
“Gostaria saber, porque sou perseguido, deveras gostoso, bonito e saboroso, outrossim a inveja diabólica é realmente perversa.”
Giovane Silva Santos
Lágrimas de norte a sul
Sim, isso mesmo, onde há coração, há lágrimas, meu pensamento visita o oriente e ocidente, de norte a sul, vejo a diferença, indiferença, intransigência, poder e pouca consciência, um povo que sente, cheia de emoção, trafegando o coração e mente, a dor, a condição, o diferente é o eu de cada um, que por sinal somos subordinados a viabilizar um conjunto, até a maneira globalizada se interfere, cultura se difere, mas os costumes, a natureza vil, febril, fere, um orgulho desgastante, as fraquezas operante, a fome, a tribulação matrimonial, a família desorganizada, o governo, essa parte canalha, que propaga e ata a desordem geral, ou não, seria meu pensar engano, o povo, a identidade cultural não é um ser profano, mas, contudo, enfim, dor sem fim, no que é destruído, ignorando as esferas celestiais, os canais espirituais, a grandeza sobre a terra, a condição, a contradição, a lição, ingratidão, tanto trigo falta pão, e o consolo é o colo da cruz, mas o homem sentimental, esse é a lágrima que o seduz.
Giovane Silva Santos
Minha prisão, minha liberdade
Os meus pensamentos.
Os meus sentimentos.
Meus tormentos.
Meus lamentos.
A mente.
O coração.
A indomada emoção.
A parte que sente.
Oh, quando freneticamente uma luz soa vigorosamente.
A esperança.
A expectativa.
O dia brilha.
Os sentidos se tornam radiante.
É.
De pé.
A fé.
A comunhão com céus.
Um simples tripé.
Verdade.
Sim, minha liberdade.
Porém um grito vivo.
O pecado.
A opressão social.
O ciclo de exigências.
Sem muita consciência.
A voz da matéria carnal.
O ódio.
A depressão.
Tumultuado e complicado.
A mente, minha prisão.
Imagino essa vertente de vidas e vidas.
Quem diria se houvesse uma escolha.
Ou sim, ou não.
Possibilidade.
Se pode, se há perdão.
O choro pode não ser livre como dizem.
Os prantos podem estar a margem das grades.
Sucumbindo a alegria.
Roubando os risos.
Enfim, a certeza e a dúvida travando batalha.
Lutar pode ser uma forma de vencer.
Se as grades persistir.
Não permita desistir.
Águas que sempre rolam.
Podem enferrujar o aço da tristeza.
Desmontar as prisões.
E pelos laços da esperança.
Matar a dúvida covarde.
Acreditar.
Perseverar.
Viver o sonho da liberdade.
Giovane Silva Santos
É só impressão, eu sei
O cansaço que cheira morte.
É só impressão, eu sei.
Queixas pela sorte.
Qual será o caminho?
Qual será meu norte?
Ser positivo, ter fé, otimismo.
Faz necessário esse alimento.
Encarar de frente o que é real.
A coragem de confessar os medos.
Reconhecer as fraquezas.
Até parece obra do mau.
Eu tento imprimir.
Dizer pra mim.
Posso.
Consigo.
Creio.
Vai acontecer.
Repito vezes, nove, dez, onze.
Bato na porta.
Meu céu parece estar de bronze.
A raiz da natureza humana queixa.
O desânimo dita deixa.
Mas essa nessa tempestade.
Que também surge a vontade.
De plantar na mente e no coração.
Um carvalho.
Que resiste veemente.
Com o toque do dedo no orvalho.
Então que seja mesma essa desordem.
Um prospecto febril e momentâneo.
Uma página de um livro.
Onde no contexto geral.
A fé, a esperança e confiança seja real.
Glórias aos céus, por nossas lutas na terra.
Ao povo a terra.
As brigas celestiais.
O anseio, a guerra.
O mugido nos currais.
Ser meramente gado não.
Semelhança do criador e criação.
Um vigoroso carvalho, é mesmo isso.
Meu peito e teu coração.
A vida viva, precisa ser cristão.
Pela ofensa, perdão.
Espada, escudo.
Palavra.
Vencer a carne.
Desafio meu e da multidão.
Giovane Silva Santos
Árvore de belial
São frutos ramificados.
Podres e desgastados.
Mas em torrentes infernais.
Tentam tapar os canais.
Árvore de belial.
Viva em minha vida.
Perseguição viral.
Uma página sempre lida.
Deixa pra lá.
Se bem, ok, não dá pra ignorar.
Mas, bom, é preciso engrenar.
Um carro automático.
Sem embreagem.
Empurrar o pé no acelerador da FÉ.
Da confiança.
Da entrega.
Nada mais resta.
Confiar.
Acreditar.
Não sou contra a natureza.
Mas a árvore da impureza, tem que cair.
Belial.
Raiz do mal.
Não dá.
Suportar o tal.
Dor
Dói
Dolorido.
Uma cor.
Colorido.
Surgir.
Emergido.
Uma árvore de esperança.
Plantada com esperança e coragem.
Enfim.
Eu e você.
Precisamos florir e frutificar.
Ser árvore de vida.
Sim...sabor vital.
Brotar a imagem da cruz.
Essa que seduz.
Derrubar a árvore de belial.
Giovane Silva Santos
Meu pensamento venceu hoje
Impiedosamente os laços de engano e confusão tentam, as armadilhas sórdidas do inimigo se aplicam incessantemente, a mente é seduzida pelo desânimo, a depressão é viva e insiste em viver entre nós, como diz a apóstolo Paulo, a carne milita com Espírito e Espírito com a carne, enquanto a natureza de tudo que nos chama ao pecado, a frustração, a derrota, também nos é dado a condição do discernimento, da sensibilidade em aceitar uma condição, paciência e perseverança, dia dia guerrear, gladiar sem parar, pelas portas dos céus, em suplicas e orações, sem cessar, vencer em Cristo, nesse sentido continuo aqui, nessas palavras chamando pelo Espírito Santo, que fortalece e direciona, equilibra o pensamento ao Altíssimo, com a esperança viva, onde os desejos precede do temor e adoração primeiramente ao senhor.
Glorifique, triunfe e glorifique teu nome através de nossas vidas, em nome de Jesus, creio que está penetrando teu poder aos clamores abertos.
Giovane Silva Santos
