Coleção pessoal de giovanesilvasantos1
Concepção de vida
Opinião.
Razão.
Sim ou não.
Mundo frenético.
As vezes racional.
Ora patético.
Do que interessa.
Do que convém.
O egoísmo.
A ambição que vai além.
O olhar singular.
O eu peculiar.
O interesse geral.
O umbigo particular.
O que pensar da vida.
Deveras o que é e o que significa.
Viver os mistérios.
Temer a criação.
Subordinados ao pecado.
O homem dilacerado.
A mente em confusão.
É claro e notório.
Céu e inferno.
Salvar minha família.
E quem liga se tiver um carro e sustentável conta bancária.
Porém
A enigmática vida binária.
Bits e bytes.
Feijão e arroz.
Interessante.
Vidas e vidas ignorantes.
O sol raia e a lua ousada com as estrelas videntes.
Um grau exato que a escuridão consome gentes.
Pessoas.
Nós.
Algoz.
Homem lobo do homem.
Eu caçador de mim.
A roda gira.
A vida vibra.
No conceito final.
Se há razão, é bem ou mal.
A luta pelo eterno.
Viver céu ou inferno.
Muito mais que essa ocasião.
Ainda falta acrescentar uma porção.
Meditar na criação.
Onde pode deveras entender da vida a concepção.
Giovane Silva Santos
“Sensibilidade de entender e a capacidade em discernir permiti avaliar e decidi, sobretudo ter eficácia no ato, na ação.”
Giovane Silva Santos
“A força de cada palavra minha e o contexto da essência predomina a característica do meu eu, ora muitas vezes não compreendido.”
Giovane Silva Santos
“Somos um filho mais novo da civilização, esta armazenada com uma bagagem de ódio.”
Giovane Silva Santos
“Conselho não se ignora, porém é necessário discernir a essência de cada palavra.”
Giovane Silva Santos
“A palavra pode ser proveniente do coração enganoso ou e até mesmo necessariamente em prioridade de uma mente equilibrada.”
Giovane Silva Santos
“Eu sei que muitas vezes precisamos navegar em alto mar pra mudar a própria sorte.”
Giovane Silva Santos
A vida tece
Sim....
A vida tece a linha do horizonte.
A voz, o pensar e dedilhar sempre tem fonte.
Do anseio mais profundo.
Das mazelas do submundo.
Do segredo do mundo.
A alma imortal.
A fonte valiosa.
A quem me mata todo dia.
Uma espinho na carne, a arte dolorosa.
Sinceramente.
Maquiavélico homem fere diabolicamente.
Diabo, satanás, capeta.
Hum...superficial, imaginário, simbólico e irreal?
Não, não
Quem dita na esfera celestial.
Aqui na terra, é vivo o terror.
Digo com propriedade o grau da dor.
Talvez até pesado em uma balança insensata.
Quem diria eu.
Porém.
Minha alma não é ingrata.
Ela diz.
O nó do mundo.
É desafio.
É o rumo.
Onde a vida tece a linha do horizonte.
A sabedoria continua crua.
Pois é na fraqueza nua.
Que Deus a acha a fonte.
Eu...
Eu tenho orgulho hoje em dizer.
Sou senhor de fontes pejorativas.
Fui réu, aprisionado e condenado.
Não me tenho por inocente.
Porém compreendo.
Que a vida, a carne é indecente.
Mas a alma.
Disso que estou falando.
Não entreguei.
Guardei a fé.
Combati chorando.
O peito gritando.
Sou penhor do senhor e que essa fonte cresça, cresce.
Pois a vida, essa tece.
Giovane Silva Santos
Talvez
Se, caso, porém, talvez.
Fontes indagatórias.
Conotam dúvida.
Conota desconfiança.
Talvez.
Talvez seja receio.
Talvez seja medo do fim, por isso se permanece no meio.
Talvez eu seja um mar transbordante que não mata a sede.
Talvez esse seja um fraco que é sempre apanhado na rede.
Talvez eu seja uma fonte desconhecida.
Que por sinal, nunca explorado por uma sociedade aborrecida.
Talvez seja eu o príncipe desejado e sonhado por elas.
Sim.
Se nunca experimentou a essência de mim, não pode me diminuir.
Kkkk talvez, eu seja mesmo o nada, o pó, uma alma a ser encontrada.
E se eu fosse mais que isso.
Ao a acaso não sou a fonte do paraíso.
Sou a semelhança da criação.
Meus feitos são banais.
Minha mente é cheia de temporais.
Meu barco talvez supere o alto mar e descanse no cais.
A vida é solene e contrita.
Cheia de indagações e razões.
Talvez um dia ache resposta.
Além.
Hoje porém, sou um grito.
Ainda que meu semelhante é surdo.
Talvez deveria ser voz.
Ou talvez dissonante soar ouvidos sensíveis.
Ouvir o que o semelhante fala a nós.
Ou melhor, disputar, desafiar o algoz.
Quem sabe talvez eu vença.
A fé seja a crença.
Sair da bagagem do talvez.
Sempre tentar outra vez.
Eu creio.
Eu tenho fé.
Eu sei.
E porque o talvez??
Simplesmente viver as possibilidades.
Porém, se, caso, talvez.
Não, não, não.
Uma política de mundo cão.
Embriaga a sensatez.
Mas a dúvida é sua.
Eu sei.
E eu.
Talvez.
Giovane Silva Santos
O inimigo usa para o conflito
Isso é uma imensa verdade.
Foi a 43 anos atrás.
Aliás, desde a proeza Jesus e Barrabás.
No familiar inserido.
Na esposa e no marido.
No chamado amigo.
Companheiro de luta.
Na tempestade e labuta.
Sim, o inferno se levanta.
Com ódio da devoção.
Muitos vendem a alma.
Por dez ou cem mil.
O mundo torna se mais febril.
Enterra se o próximo.
Dissonantes lábios insensatos.
São vários e de todos os lados.
Os corações violentos.
Imprudentes e inconvenientes.
Digo com exatidão.
A sociedade é uma podridão.
Eu sinto do peito, deito no meu leito.
Fico inquieto e sem jeito.
A maneira desonesta e o falar imperfeito.
Na língua incoerente.
O diabo usa.
Para desmontar.
Para desmoralizar.
Para colocar no chão.
A loucura gananciosa e ambiciosa.
Do orgulho e do poderio.
Quer destruir a razão.
Um fruto capaz.
Um sentir sagaz.
Que enxerga e pode produzir.
Porém o inimigo que assiste.
Por inveja não desiste.
A vida de muitos destruir.
Eu dito.
Eu repito.
Consuma meu corpo, senhor satanás.
Do que não posso ter.
Do que é conveniente para o inferno.
Trago do meu pai.
E lanço vai.
Pra casa do chapéu.
Aos céus e a cristo.
Minha aliança e meu anel.
Minha alma.
Entrego ao trono celestial.
Para o céu.
Giovane Silva Santos
De onde vem esse medo
Medo, medonho.
Medo do desprezo que tive.
Medo da prisão que vivo.
Medo do erro que cometi.
Medo das ruas por onde vivi.
Talvez nem percebi.
Uma criança chorona.
Esse jeito que nasci.
Debaixo das asas do medo.
Perder o pai, que perdi.
Andei sozinho e não percebi.
Andei com medo que habita em mim.
Fui tanto medo que ele fugiu de mim.
Foi quando não mais liguei pra prisão.
Atender o sonho de libertação.
Vencer o medo sim.
Ainda com medo.
Que falo com medo.
Porque tenho medo assim.
O medo me conhece e coloca medo em mim.
No fundo uma coragem de ainda viver com esse medo.
Que oprime e atrapalha.
O inferno canalha.
Contribuiu assim.
O medo é morte.
Quem ceifou minha sorte.
O medo é uma zona de maldade.
É uma infelicidade.
É tristeza.
Impotência.
O medo.
É segredo.
Se fui azedo.
Foi o medo.
Crucificou me.
Giovane Silva Santos
Lembranças do meu diário
Uma cabeçada.
Um choque no joelho.
Que confuso.
Atribulado devaneio.
Pulsos elétricos.
Confundindo a mente.
Armadilha satânica.
Uma árvore botânica.
Uma mente acelerada.
Batimentos a mil.
Na veia.
No coração do Brasil.
Está implantado eu sei.
Tecnologicamente, psicologicamente, espiritualmente.
Ponta a ponta, um jogo faz de conta na coluna do meio.
É que o inimigo perseguidor.
Usa amigos, usa família, cria um destino de dor.
Pois bem.
Se confronto esse trem.
Que um dia me atropelou.
É verdade, diabolicamente.
O homem tende.
A ser ódio e furor.
Inveja eu sei.
Ossos ardentes.
Fez até ranger os dentes.
Ferveu a mente.
Neurônios a mil.
Refém.
Prisioneiro.
Esse Brasil.
Eu reles mortal.
Se há abraço espiritual.
Na batalha celestial.
Liberdade é o grito.
Dessa gente, quanto oprimido.
Enjaulados.
Humilhados.
Perseguidos.
Rejeitados.
Uma camada aniquilado.
Eu sei, eu vejo.
O inimigo se levanta.
Furioso satanás.
Ler mente.
Gang stalking.
Teatro vigente.
Que confunde.
Que sacode.
Que usa.
Manipula.
Louca, loucura do mundo.
Giovane Silva Santos
O mundo cheio de dono
Uma teia diabólica.
Olho até na parabólica.
Brincadeira sem juízo.
O canal é mais profundo.
Cama, cana, câmera do mundo.
Os olhares virtuais.
Antenas.
Ondas de rádios.
Nano no sangue viajando.
Pulsos do coração.
Pulsos elétricos.
Causando confusão.
A mente inquieta.
Tal percepção.
Um processador humano.
Uma vida robótica.
Cada um pensa.
Cada um com sua opinião.
Dependendo da ótica.
Na verdade vidas atreladas ao que entra no bolso.
Uma covarde condição.
Aceita se enterrar um irmão.
Por medo.
Por um condenado pedaço de pão.
A maestria ordem mundial.
O que está oculto.
O de mais profundo.
Estou abraçado com mistério celestial.
Onde o homem jamais alcança.
Mas insiste pela torre de babel.
De imitar o anjo rebelde.
De provocar a Eva.
Quanta ousadia.
Meu avô, não vi.
O computador.
A mente.
Quem sente.
Processa aqui.
Giovane Silva Santos
As cadeias da vida
São muitas ou única.
Sei tanto, muito e nada.
A América.
A grande prisão.
Fui oprimido.
Fui ferido.
Se fui bonzinho, acho que não.
Se a natureza do homem não me tem por inocente.
Imagine a cúpula do poder.
Acha ser dono da gente.
Herdeiros de Hitler.
Herdeiros da guerra.
Judeus crucificando.
A bomba raiando.
Hiroshima se rendeu.
Nagasaki faleceu.
Ou não.
O ódio é vivo.
Até parece que a população brasileira é culpada.
Condenada.
Cada um e sua opinião.
O medo que impera.
A voz sucumbida.
Ninguém pode gritar.
Estão soltos os inimigos de Deus.
Cheio de manobra e hipocrisia.
Que se vende.
Que ofende.
Por uma falsa alegria.
Status.
Faz de conta.
É
Sem piedade.
Amedronta.
Não é minha a fala.
Sou instrumento que não cala.
Se o sistema é bruto e rouba.
Também tem que ter sentença.
Todos se calam.
Medo da morte.
Do filho e da sorte.
Até sem saber.
Apertando o gatilho.
Enquanto isso.
Vou permitir ser usado.
Mãos dos céus.
Boca de Deus.
Porta da verdade.
É que me roubou.
Machucou.
E ainda me culpou.
Vc....também.
Que tanto pensa.
Também terá tua sentença.
Giovane Silva Santos
Uma coisa que tenho medo
São vastos os caminhos que machucam.
É torto a característica do homem.
Mas achamos que nunca.
Nos afetará o que propagamos a que nos consome.
Eu tenho medo enorme.
Incrivelmente.
Não é bala perdida.
Não é a mulher atrevida.
Não é a polícia ignorante.
Nem tão pouco a sociedade intolerante.
Tenho medo de um reflexo.
Que contém meus pecados complexos.
Poderia sim.
Um Deus exigente.
O temor de um crente.
A milícia cheia de gente.
Uau, sacana esse mundo.
Que produz um desprezo profundo.
Confunde as mentes.
Um pode mais.
Um pode menos.
Mas o teor da indiferença.
É uma cova.
Porém, cada atitude é uma prova.
E o que condena.
Ferozmente vou dizer.
Pra quem não mente ao retrato.
Pra quem não engana cada fato.
O mundo colorido.
As vezes um véu claro e redundante.
Aleluia irmão a clareza da sua exatidão.
Um caráter elegante.
Mas de repente um preto, um negro, um breu.
Quando o mar sufoca, machuca a alma, talvez seja este ateu.
Mas também vem uma violenta fase.
Um escaldante vermelho.
Isso que estou falando.
Meu medo.
Me olhar no espelho.
Ou não.
Hoje em dia.
Não tenho a agonia.
Genuína percepção de outrora ausente.
Sou sim.
Um observador.
Não tenho medo do espelho.
A sociedade é mais sanguinária.
Um ódio vermelho.
Ainda que negue.
Assim é o regue.
Meu conforto ainda me aflige.
Batendo na porta.
Abrindo o coração.
Mais uma poesia.
Letras da minha vida.
Amém
Giovane Silva Santos
