Coleção pessoal de felipe_mateus_alessi

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⁠O homem decide elevar-se a partir de si mesmo.

⁠O crescimento vem do confronto com as dores e dúvidas internas.

⁠Nas dificuldades, construímos nosso verdadeiro eu.

⁠O amor é uma força que expande a alma além de si mesma.

⁠Esgotamos nossos limites para criar algo maior em nós mesmos.

⁠O crescimento é alimentado pela prática e pela reflexão sobre a realidade.

⁠A elevação é um ato de vontade consciente.

⁠A jornada de desenvolvimento é feita de passos diários.

⁠Lapidar-se significa abandonar partes do que pensamos ser.

⁠Sou presente, mas também sou memória,
sou o que fui, e o que virá a ser,
um ser fragmentado, em eterna história,
desintegrando-me, para enfim, me refazer.

⁠O Pêndulo da Vida
No balançar da vida, o pêndulo ensina,
Entre a luz da alegria e a dor que se inclina.
Não há fraqueza em sentir a oscilação,
Mas sabedoria em buscar a contemplação.
A vida, dançarina de extremos tão vastos,
Nos convida ao centro, entre tempos nefastos.
Quem teme a tristeza, a alegria não vê,
Pois cada emoção traz lições para o ser.
O ponto de repouso, tão calmo e discreto,
É o segredo da paz, no balanço completo.
Nos altos, nos baixos, há força e verdade,
E o meio-termo revela a liberdade.
As dores são lembretes de êxtases passados,
E todo júbilo carrega tons calados.
No movimento eterno, há uma dança escondida,
Que ecoa na alma, pulsando a vida.
Se o pêndulo cessa, a vida adormece,
Mas quem aprende o balanço, jamais perece.
Olhe o pêndulo, ouça sua melodia,
E descubra no balanço a eterna harmonia.

⁠Subdivisão do Ser - Felipe Mateus Alessi
Sou templo de andares infinitos,
um corpo que abriga o mistério da mente,
onde o espírito repousa, mas nunca dorme,
vagando em sonhos, tocando o ausente.
Na pineal, guardo segredos profundos,
raízes de um jardim não visto,
onde lembranças brotam e dançam,
traçando o que sou, entre o bem e o imprevisto.
Lobos lutam, ferozes na mente,
o bom, o mau, o duelo eterno,
qual deles vencerá depende,
de qual energia cultivo no interno.
No telão da imaginação desenfreada,
projetam-se formas, luz e vazio,
um rio de ideias sem lei ou amarras,
fluindo incerto, mas longe do sombrio.
Divido-me em camadas, passado e presente,
o futuro, uma promessa em construção,
cada escolha um eco, uma semente,
que floresce no jardim da decisão.
O mago em mim ergue seu pêndulo,
entre a dualidade, busca o equilíbrio,
pois no consciente e no inconsciente,
há luz e sombra, vida e delírio.
Sou presente, mas também sou memória,
sou o que fui, e o que virá a ser,
um ser fragmentado, em eterna história,
desintegrando-me, para enfim, me refazer.

⁠Educar é construir o futuro no presente, desafiando os limites impostos pelo status quo.

⁠O sujeito alienado no consumo já não consome coisas, mas a si mesmo, dissolvendo-se em um mundo de aparências.

⁠A meritocracia em um terreno desigual não é mérito, mas privilégio mascarado de esforço.

O poder que não serve ao bem comum perde sua legitimidade; torna-se um eco vazio da dominação.

⁠Então, sejamos lógicos, mas sonhadores,
Aceitemos limites, mas sem desistir.
Pois o impossível, com suas cores,
Às vezes nos dá mais do que pedir.

⁠Por que buscar o inalcançável,
Quando o próprio chão me desafia?

⁠Com medo de errar
Não quero te magoar
Contudo, se um dia nas palavras tropeçar
Só existe amor para me salvar
Inquieto por vezes fico
Pois só quero te encontrar
Nada parece tão doce, que o amor no seu olhar.

⁠Primeiro o lazer depois o dever.