Coleção pessoal de EdgarFonseca
Vergarmos-nos perante a memória dos mártires desta terra que hoje conhecemos, como descolonizada e independente, configura um dever patriótico de todos os angolanos.
Os Jovens devem apostar no desenvolvimento do País, usando primeiro o seu intelecto para gerar riqueza que contribuam para os cofres do Estado e, somente depois, devem socorrer-se do Estado para exigir os seus direitos, fundamentados no cumprimento dos seus deveres.
Um País jovem, mas, sem qualquer desenvolvimento sócio-econômico e turístico é igual a imensidão do mar para onde olhamos e, não alcançamos o seu início, nem o seu fim.
A juventude só é a base sustentável para o desenvolvimento econômico de um Estado, quando a sua capacidade intelectual é geradora de riqueza, sem depender de supostas oportunidades dadas pelo Governo.
Os passos dados pelos nossos mártires, para consolidação da nossa liberdade e independência nacional, representam a firmeza e coragem sublime do povo.
Todo o povo que se prese, deve reconhecer os seus guerrilheiros, como os zeladores da paz, da estabilidade e da segurança da Nação.
Os mártires da Nação, devem ser lembrados por todos, como faróis que nos guiaram para a descolonização.
As armas silenciaram-se como sinônimo de paz e os antigos combatentes, batem as nossas portas clamando por ajuda, para travarem a guerra da desconsideração a que são alvos pelas novas gerações.
A agricultura como base do desenvolvimento econômico de um País, tem de ter como fim, o combate a fome e a pobreza das famílias.
Os planos micro e macroeconômicos de um País, não passam apenas por sonhar com uma agricultura sólida, pois, se a agricultura não estiver alinhada com a indústria, tudo não passará por uma miragem.
Os acordes melódicos dos teus desejos apelam pelos meus lábios, deixando-me docilmente louco por beijar os teus lábios, como se fosse a última vez que os faça.
Tenho o nobre cabricho de viver escondido no teu peito, onde sobre a força do batimento do teu coração, me deixo apaixonar pela grandeza dos teus afectos amorosos.
Os tentáculos dos teus seios me sustentam a cada dia, como um pequeno mundo fora do universo, me sinto o único habitante da cidade do teu coração.
A minha alma se entrega a ti sobre as trevas trazidas pela noite, quando o meu corpo sem pressa se deixa consumir pela mágica doçura dos teus abraços.
Respiro entre o sopro das tuas forças nasais e fortifico a minha vivência, mesmo quando não estás por perto.
Em vão te entreguei o meu corpo, nas noites frias do inverno do nosso sentimento teus beijos me saciaram completamente, hoje não vivo sem te ter ao meu lado.
Grudamos o nosso sonho em nossas mentes, mas, sofremos o desalento, por não conseguirmos realizar os nossos propósitos com reverência.
Deixo escapar entre os dedos, a ilusão protectora de servente da vida, porque o mundo deseja a cordialidade, quando a crise se agudiza.
