Coleção pessoal de DanielAuvray

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A cidade respira em mim como uma ausência iluminada — janelas acesas que não aquecem, prédios que se erguem como lembranças que não voltam — e no meio desse concreto, há um silêncio que grita teu nome, como se Hilda Hilst sussurrasse ao pé do ouvido que amar também é perder-se em si, enquanto Caio Fernando Abreu me ensinaria que a dor tem um jeito bonito de permanecer, quase digna, quase fé, e ainda assim, caminho — meio quebrado, meio inteiro — porque existe algo maior que essa penumbra que insiste em ficar, algo que pulsa mesmo depois da despedida, algo que H. G. Wellington talvez chamasse de força invisível: essa estranha coragem de continuar, mesmo quando tudo dentro de mim ainda está indo embora.

⁠A rosa se oferece ao tempo dos olhos.
Quem colhe, interrompe o que já era dádiva.
No gesto de não tocar, floresce o entendimento.

⁠As vezes eu vejo a luz, As vezes a luz me vê, e as vezes a gente existe junto na luz das coisas.


Fotografia é coisa séria,

Através das luzes e sombras das fotos do passado , espelhamos nossa bela imperfeicao, essência e percepção do que achamos do mundo e do outro,


Cada um tem uma ideia de si


O resto é sobre a beleza e a sombra de quem te observa

Eu,
As vezes vejo a luz, As vezes a luz me vê, e as vezes a gente existe junto no reflexo das fotos e na ideia do que eu percebo de mim no outro.