Coleção pessoal de dalainilton
Em deslocamento pela cidade percebi por um momento as pessoas.
Os auto falantes da composição dizia em vós estridente "estamos aqui pra você" e no entanto oferecia em seus serviços lentidão e espera.
Ao lado ia uma senhora que ao virar-me percebi seus olhos a fitar-me, ora cochilava, ora observava, e o entorno tolos feito eu a teclar cada um sua tecnologia.
Parecíamos TODOS macacos presos em nossas jaulas tecnológicas a nos coçar.
E compreendi que viver é tão somente uma ilusão exercida por cada um desses algoritmos feito eu!
Vivemos com base em que, Percebem?
A Humanidade transita tão sem noção pelo mundo que absorve sempre qualquer modismo que lhe promete ganhos e superação sobre alguém.
E deprime com a decadência desses infortúnios por nada fazer com seu auto controle, insuflado pelo egoismo.
Sedes Humano!
Viestes ao corpo que habita na terra para purificar-se. No entanto resistes em ter defeito como virtudes.
Percebe no quão ilusório está submersa.
Entre o Bom e o Agradável qual, escolhemos ficar ?
Enteder quando o assunto é a Dor, sempre iremos nos adequar a não Dor.
Porém quando a dor for pra depurar pra chegarmos ao bom, ela se faz nescessario.
A escolha é quem nós escolhe, porque nunca sabemos o instante a seguir.
...e vos indago!
Amor! Você percebe tudo suponho!
Quando mensuro "Coletivo" em contexto de cheio, sabeis do que vos indago.
É que o vazio anda transbordante.
Tanto que nos está sufocando. Percebes?!.
Será que, ...se nunca só tivesse que ser assim, como se é, essa estupidez e tolice humana, seríamos melhores, ou seria the word, diferente?
Não há em voga a minha vontade.
Porque não a tenho, mas tão somente, a de uma mente Criadora que gera tudo oque hoje manifesta-se!
É claro que temos que aprender a lê!
Cada livro contém o Universo, um mundo
a ser desbravado.
Porém em todo esse processo, se faz nescessario interpretação depurada, e desprovimento de utopias, orgulhos, tolas egocentricidades, imbuídos no humanismo.
Eis minha percepção.
É o singelo e disfarçado aperto de mãos em forma peculiar formal rotineira, um habitual cógnitivo de convencimento!
Vós fostes o ontem, mas não lembrais!
...nem tão pouco hoje o saibais.
Ser e não ser, dar-se-a no mesmo caminham lado a lado, no mesmo passo.
Na mesma linha tênue do imaginar.
Do sóbrio, do louco, do não louco,
do pensar.
Do viver que é delirar.
...Eu te amo!!!
Além de recorrente este "eu te amo" tão constante, asemelhando-se ao fluxo de ar.
Um incomodo falsete reverberando em ton oscilante entre o ilusório e o real.
Ha um tempo da beleza.
Vejamos nossas velhas fotos.
Éramos todos jovens em um período, e em outro velhas faces enrugadas e debeis.
Vivamos o tempo real.
Somos TODOS elenco no palco da vida teatro de Deus.
Seguimos atuando em seu script.
...e quando ousamos nos igualar em atos ao mesmo, vem o expurgo.
Finda-nos nosso ato!
Termina a encenação, estaremos em vida plena.
Percebem que temos medo de tudo o qual está em nós mesmos.
O ladrão assaltando, o assassino em nosso entorno e dormindo conosco, o estuprador do físico e do mental, e todos os nossos pressupostos tidos como medo...são de nós mesmos os humanos.
Concluído no advento da pandemia, onde evitamos a cada um dos quase oito bilhões de hamanoides mascarados, éramos o próprio vírus perambulantes.
Percebe que o perigo é ser humano?
Ou não!?.
Acautelemo-nos.
Se dizemos Deus abençoe e proteja, cai por terra algumas máximas.
Porque se tiver intervenção divina jamais será livre arbítrio
TUDO já está, não há mal nem bem,
tão pouco protegido e protetor, certo ou errado, a não ser, o permeado pelo eGo.
Pois se nada somos, também o somos.
Se tudo começou é porque não existia.
E se, não era, nunca foi, e jamais será.
Tudo é egoismo.
"Vaidade, das Vaidades, TUDO é Vaidade!"
Você pra está confirmado e de mãos lavadas e desejo cumprido me deseja só o bem.
Mas caso te diga.
Estou Feliz ou Rico.
Me odiarás instantâneamente!
A Lei da Vida é o Amor!
Seja lá o caminho contrário trilhado fora dele, é o oque volta, aos que insistem em relutante tolice.
Os eGos divergem.
Sem se quer nos permitimos ver entendedores do só sei, que nada sei, divirjo!
Somos causadores de todo o nosso infortunio, mas divirjo.
Quero e dou recibo de tudo que vou assimilando, mas divirjo.
Este que a vós escreve apesar dos pressupostos busca e faz ressalva entendendo que por não compreender aceita que meramente somos todo o mais do mesmo e não importa nem o tempo, tão pouco o espaço.
Somos a somatória de um Divino onde não há profano, porque TUDO é SAGRADO.
Sabeis vós, portanto, que o Criador nos colocou a todos de Pé, para que possamos exercer o Humanismo e transformar aos que rastejam!
