Coleção pessoal de dalainilton
Assim caminha a humanidade, faz tudo que condiz com os contrários de Amor e Paz, aterrorizam em todos os sentidos, mentem, roubam, traem aos outros e imaginam que a si não, transmutam e convergem o frutífero em decadente e guardam suas redemissoes pro fim de semana, pra diante de alguém que julga-se empondeirado por Deus pedir perdão e redimir das ofensas feitas ao outro e pior a si.
Acredito que. Oque se entende por felicidade é tão somente o grau de distração em que o sujeito está imbuído!
E ao perceber o modos operandi de sacrifícios e dor, se entra em novo estado de busca desse conforto distrativo, e não percebendo vai-se pro opressores do imaginário, ou seja os "entorpecentes" inclusive as paixões...
Estamos tão entorpecidos pelo algo que se chama de básico, que nos privamos até, do entender oque se é liberdade, ainda que utopicamente nesse imaginar ser!
Mil cairão ao teu lado por seguirem apenas os devaneios de seus egos.
Outros dez mil, na mesma amplitude dos mil anteriores.
Mas tú, poderá perceber todos estes exemplos e não optar por um ego devastador e destrutivo, entendendo, que somos todos aprendizes e em escala depurativa da evolução.
Ai de nós!
... quem enroscado está.
E agora quer sair.
Porém sem imaginar, nem entender, pela tolice que carrega de como foi parar lá.
Será que religião não seria uma espécie de egoismo latente em que, o ser humano cultua, imaginando-se merecedor de um céu onde ele só, e tão somente só,
exerceu o seu dever de Humano.
E com isso, não há premiação.
Tudo foi apenas o combinado, e dever.
Em deslocamento pela cidade percebi por um momento as pessoas.
Os auto falantes da composição dizia em vós estridente "estamos aqui pra você" e no entanto oferecia em seus serviços lentidão e espera.
Ao lado ia uma senhora que ao virar-me percebi seus olhos a fitar-me, ora cochilava, ora observava, e o entorno tolos feito eu a teclar cada um sua tecnologia.
Parecíamos TODOS macacos presos em nossas jaulas tecnológicas a nos coçar.
E compreendi que viver é tão somente uma ilusão exercida por cada um desses algoritmos feito eu!
Vivemos com base em que, Percebem?
A Humanidade transita tão sem noção pelo mundo que absorve sempre qualquer modismo que lhe promete ganhos e superação sobre alguém.
E deprime com a decadência desses infortúnios por nada fazer com seu auto controle, insuflado pelo egoismo.
Sedes Humano!
Viestes ao corpo que habita na terra para purificar-se. No entanto resistes em ter defeito como virtudes.
Percebe no quão ilusório está submersa.
Entre o Bom e o Agradável qual, escolhemos ficar ?
Enteder quando o assunto é a Dor, sempre iremos nos adequar a não Dor.
Porém quando a dor for pra depurar pra chegarmos ao bom, ela se faz nescessario.
A escolha é quem nós escolhe, porque nunca sabemos o instante a seguir.
...e vos indago!
Amor! Você percebe tudo suponho!
Quando mensuro "Coletivo" em contexto de cheio, sabeis do que vos indago.
É que o vazio anda transbordante.
Tanto que nos está sufocando. Percebes?!.
Será que, ...se nunca só tivesse que ser assim, como se é, essa estupidez e tolice humana, seríamos melhores, ou seria the word, diferente?
Não há em voga a minha vontade.
Porque não a tenho, mas tão somente, a de uma mente Criadora que gera tudo oque hoje manifesta-se!
É claro que temos que aprender a lê!
Cada livro contém o Universo, um mundo
a ser desbravado.
Porém em todo esse processo, se faz nescessario interpretação depurada, e desprovimento de utopias, orgulhos, tolas egocentricidades, imbuídos no humanismo.
Eis minha percepção.
É o singelo e disfarçado aperto de mãos em forma peculiar formal rotineira, um habitual cógnitivo de convencimento!
Vós fostes o ontem, mas não lembrais!
...nem tão pouco hoje o saibais.
Ser e não ser, dar-se-a no mesmo caminham lado a lado, no mesmo passo.
Na mesma linha tênue do imaginar.
Do sóbrio, do louco, do não louco,
do pensar.
Do viver que é delirar.
...Eu te amo!!!
Além de recorrente este "eu te amo" tão constante, asemelhando-se ao fluxo de ar.
Um incomodo falsete reverberando em ton oscilante entre o ilusório e o real.
Ha um tempo da beleza.
Vejamos nossas velhas fotos.
Éramos todos jovens em um período, e em outro velhas faces enrugadas e debeis.
Vivamos o tempo real.
