Coleção pessoal de Claudineidias

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⁠Nem tudo o que o escritor escreve faz sentido para o leitor, mas para o autor sim.

⁠O nascimento é a única tragédia que merece ser lamentada, pois é a causa de todas as outras.

⁠Na vida é necessário ser um masoquista para não se tornar um suicida.

⁠Todo suicida têm uma história de amor não correspondida com a vida.

⁠⁠A memória é incrível: se esquece do que ocorreu há dois dias mas se lembra de algo que aconteceu há dez anos atrás.

⁠Todo o vivente nasce com uma sentença contra si, uma pena de morte que pode ser executada a qualquer momento sem aviso prévio.

⁠Coisas que me impressionam: a rapidez que o tempo passa, a maneira como as crianças perdem a inocência ao se tornarem adultas, a facilidade com que os homens morrem.

⁠A cada ano que passa, me distancio mais do meu lar, da pátria onde fui feliz: a minha infância...

⁠O ócio é a existência em seu estado mais puro.

⁠A vida é curta para quem morre jovem.

⁠A única coisa que aumenta sem precisarmos fazer nada é a idade.

⁠Destino é a palavra usada por aqueles que não querem assumir os seus erros e acertos!

⁠Quanto mais eu vivo, mais reprovo os natalistas e entendo os suicidas.

⁠A vida é uma história triste com um desfecho trágico.

⁠Sê feliz com o que tens e não precisarás de muito para te sentires bem.

⁠Defina-me o que é normal e eu te direi o que é patológico.

⁠O segredo da felicidade é não desejar: Quando há desejo, pode haver fracasso, que resulta em frustração. A frustração gera a tristeza que pode evoluir à depressão. Portanto, a apatia não deveria ser vista como um defeito mas sim virtude e fator de proteção.

⁠Queria estar morto, ou melhor inexistente: Alheio a tudo e a todos, inconsciente sobre a minha condição, indiferente à minha própria indiferença. Não querer, não sentir e não ter necessidade de nada. Imune à dor, livre da escravidão do prazer. Rijo e insensível como uma pedra, invisível como o vento. Um nada absoluto que nada quer, nada sente, nada sofre. Simplesmente um nada!

⁠Toda a vez que vejo um esqueleto humano penso: eis uma pessoa que se aposentou da existência.

⁠Ainda não descobri o que é pior: a vida ou a morte. O calafrio do desconhecido, ou o medo do que se conhece, qual poderá ser o mais temível?