Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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Jupiá

⁠O destino te fez nascer
das mãos do Sr. Edemar,
deste Oeste a tua História
é linda para se contar.

O teu nome de cinco
letras é para lembrar
da tua grandeza guarani
e Pátria para a gente louvar.

O Divisor dos Ventos
traz o acolhimento
sempre que busco
admirar em recolhimento
o quê tu fostes, és e será.

Meu remoinho amoroso
que na simplicidade
dos pioneiros se ergueu cidade,
Na cachoeira hei de escrever
nas águas infinitos poemas.

És a minha amada Jupiá
filha preciosa de Santa Catarina,
de Nossa Senhora de Aparecida
és incontestável devota,
e minha razão de ir, voltar
e de nunca nesta vida te deixar.

⁠
Joaçaba

Cidade mais metropolitana
do Meio-Oeste,
A tua colonização italiana
e alemã nem mesmo
o caudilhismo pode ir
contra o teu destino,
Prosperar estava por
nosso Bom Deus escrito.

Cruzeiro da minha vida,
minha encruzilhada,
meu destino certo
e etérea "cruz dos índios"
Tu és a minha Joaçaba
mais do que amada
e meu pedacinho de Pátria.

Meu pedacinho de Pátria
mimada pelos rios
do Tigre e Antinha,
minha terra adorada
de Santa Catarina
onde o Frei Bruno sempre
intercede a Deus para que
continue sendo abençoada.

Jaraguá do Sul

Senhor do Vale em tupi-guarani
a tua gente veio de todos
os lugares para erguer
cidade e fazer da terra
o ponto-chave de liberdade

A tua gente veio de longe
o deslocamento foi interno
Da Princesa fostes parte de dote
e de São Francisco do Sul
conseguiu não pertencer mais

Sob os mimos dos rios
Itapocu e Jaraguá cresceu
A tua gente soube empreender
Minha linda Jaraguá do Sul
vale a pena te amar e viver

O Morro Boa Vista me guia
ao destino da Schützenfest
e lembrando de quando
tudo começou neste recanto
bonito do Norte Catarinense

Vou me esquentando no ritmo
das canções das bandinhas
que coloquei no rádio para tocar
até a gente se encontrar
e você me tirar para dançar.



⁠

Jaraguá do Sul na estrada

⁠Na estrada de Jaraguá do Sul
dá uma alegria inexplicável
e o sentimento forte
ao ouvir na rádio a música
que a gaita embala,
Olhando pela janela tudo
encanta e de desperta.

É bonito de ver cada cena
que por mim passa,
e sempre que for
possível dar uma parada
para saborear o quê agrada.

⁠Jardinópolis poética

Este poema gravado
na tua madeira,
é para exaltar a tua
gente honrada
que sabe trabalhar,
e vive para te amar.

Alimentada pela tua
bravura na agricultura,
Não me canso de amar
a tua gente e este lugar.

A tua bonita História
de colonização italiana,
cabocla, alemã, polonesa
e teu modo de vida
quem te conhece
de perto sempre volta.

Quem te ama nunca
cansa de elogiar
o quê de belo conserva
no coração e na terra.

Querida Jardinópolis poética
tudo o quê tu fostes, és
e para sempre serás na vida:
és fé, razão e orgulho
para quem aqui vive
e para toda a Santa Catarina.

⁠Jaguaruna

Onça preta um dia
encontrada por teu
povo originário
talvez explique o teu
nome que para uns
ainda é misterioso.

Meu Campo Bom
e onça preta
em tupi-guarani,
Te amo a cada dia
mais e não saio daqui.

Sesmaria de Campo Bom
adquirida na História
pelo homem bom,
continência ao Sargento.

Sesmaria catarinense
que depois
pertenceu ao Padre,
o Capitão também
era o herdeiro,
foi o Coronel quem
a habitou primeiro.

De Sesmaria elevada
a Freguesia que assim
te exalto com toda
a merecida poesia.

Na História europeia
além mar foste construída,
onde tua vida começa
na Lagoa de Garopaba
é no Rio Urussanga que termina,
e assim nasceu este
amor para toda a minha vida.

Minha Jaguaruna
incomparável
te devoto a minha
lealdade inoxidável.

De Laguna foste desmembrada
e tua emancipação escreveu
na História da Pátria,
é nas linhas de poema
que exalto a tua bravura
e te assumo poesia eternizada.

⁠
Jacinto Machado Poética

Na planície costeira foi escrita
como um verdadeiro poema
quase ao pé da Serra Geral:
um pedacinho do coração nacional.

Trilhas seculares com belas
paisagens contam lendas
e levam o espírito tropeiro:
um lugar para o encontro perfeito.

Jacinto Machado poética
nos cânions vejo os sinais
que aqui tu és o meu recanto
que amo todos os dias sempre mais.

⁠

Jaborá

Do Meio-Oeste és herdeira
do povo originário,
a tua História é inoxidável,
És início e consolidação
de um povo honrado que recebeu
a Itália no sangue e a força
tropeira que ergueu
este encantador refúgio desta Nação,
A tua gente é parte
da minh'alma e do meu coração.

Os teus nomes Rio Bonito
ou Lajeado Bonito,
nunca fizeram o meu
coração confundido.

Como Sede dos Poyer
e depois São Roque,
não há outro lugar que convença
para que eu te troque,
tu és a minha real pertença.

Quando finalmente
te elegeram Jaborá,
sempre soube que lugar
melhor do que o nosso não há,
mesmo que teu nome
carregue o mistério
do significado de uma planta
ou que seja aquele que faz
só sei que de todo
o Alto Uruguai Catarinense
te amo a cada dia sempre mais.

⁠A esquerda fica o Rio Esequibo

o poema da fronteira

entre Guiana e Venezuela,

No centro fica Bartica

a segunda cidade mais populosa

do Esequibo

com toda a poesia,

A direita fica o Rio Mazaruni

repleto de si em abundância,

E eu de longe ainda tenho

a esperança da notícia

deste território em total

liberação porque ali pertence

as estrelas onde perenes

teceram o destino e a bandeira.

⁠A paz é o bem mais precioso e gratuito, e quando se perde custa muito caro para reconquistar.

⁠Uma cultura que não educa afetivamente as pessoas e existe gente que não sabe ouvir o outro com tolerância não é cultura de liberdade.

⁠Ituporanga

Meu Salto Grande
em tupi-guarani,
Meu Salto fundamental
e inapagável xokleng,
Beijada carinhosamente
pelo Rio Itajaí do Sul,
Ituporanga tu nasceste
esperança em meio
aos anos confusos,
Onde Martinho Bugreiro
deixo em ti marcas.

Na Gruta Nossa
Senhora de Lourdes,
no Salto Grande
com suas corredeiras
ali posso ler com
o coração os teus poemas.

Nos teus bosques e jardins,
faço passeios no tempo.

Minha Ituporanga amada,
és fortuna poética
que inspira e me ampara,
És reluzente tesouro
do Alto Vale do Itajaí
e me aconchegante refúgio.

No museu brindo a História
e na Igreja Matriz a memória
da fé do teu povo incansável.

Na Barragem Sul e na Cascata
Rio Bonito e suas três cavernas,
faço os meus mergulho internos.

No Seminário e na Casa da Cultura
com a fé e a existência: congrego.

Por tudo que fostes, és e serás,
por esta tua amável gente,
ao Bom Deus sempre agradeço.

Só sei que do tempero principal
desta terra catarinense especial,
és o nosso maior orgulho nacional.

⁠Deixo a força para os homens e a persuasão para nós mulheres.

⁠Num mundo em conflito o papel feminino de maneira que pode ser considerada simplória para os orgulhosos, eu o definiria assim: o papel da mulher é ser o bálsamo e o mel por onde quer que necessitem de nós.

⁠A sociedade já está bastante quebrada para incutirem que existe relação de autoridade entre os casais. O casal que se ama simplesmente cumpre o quê faz parte do amor cada qual fazendo o seu papel.
Não quero fazer o papel do homem e não quero que ele faça o meu papel.

Itapoá

Itapoá celestial recanto
do Norte Catarinense,
Tu és encanto por todos
os lados e entre os rios
Sai Mirim e Saí-guaçu,
esconde fortuna e vida.

Pedra que surge,
minha pedra fundamental,
Minha Terra Carijó,
meu sambaqui místico,
Feita de tudo o quê há mais lindo.

De Garuva és filha emancipada,
é endereço da saudade danada
e da tranquilidade és a morada:
sou por ti sempre apaixonada.

És poesia interminável,
dádiva de Santa Catarina
e amor que jamais termina.

Das tuas praias sou a sereia,
no sorriso da tua gente sempre
encontro tudo que me enleia:
declaro amor sublime eternamente.

(Itapoá magnífica
deste Atlântico Sul
tu és a minha musa divina).⁠

⁠Itapiranga

Pedra ou concha vermelha
na língua tupi,
Pedra vermelha fundamental
assim nasceu catarinense,
Berço Nacional da Oktoberfest
e de uma gente linda
estabelecida por sonho
da Sociedade União Popular.

Navegando com o Padre
pelos Rios da Várzea e do Uruguai,
ali foi estabelecida uma cidade,
Sonhos de muitos por liberdade.

Linda Itapiranga poética,
só tenho razões para me declarar,
és a minha canção favorita,
meu bonito rincão do Extremo Oeste
do Estado de Santa Catarina.

Minha Itapiranga profunda,
o quê tu foste, és e será,
sempre com esperança e grata
no Festival da Canção Alemã
sempre será uma razão para cantar
e meu motivo para aqui continuar.

Itapema

⁠As asas deste poema
são de ultraleve,
ele sobrevoa as praias
e rios de pedra
angulosa em tupi,
Todos amam viver aqui.

O teu povo carijó
e a herança dos açores
são parte sublime
da História Brasileira:
a nossa memória guerreira.

Foste Vila de Santo Antônio
de Lisboa e Arraial Tapera,
Itapema o teu nome rima
por fortuna com poema:
a tua alma não é pequena.

Charmosa rainha atlântica
do Litoral Norte Catarinense,
cheia de charme e beleza
que sempre captura o coração
da gente com toda a destreza.

Morar em Itapema é
deixar-se brindar e envolver
todos os dias por toda
essa sedução e riqueza
agraciadas por fortuna pela Natureza.

Itaiópolis


Do coração és a laje
ou pedra molhada
e fundamental:
linda cidade amada.

Teu nome guarda
em tupi-guarani e grego,
honra, festa e glória:
Colônia Lucena da História.

De muitas vidas o início
depois de tudo na vida,
és palco relembrado
da Guerra do Contestado.

Sonho paranaense,
e posse catarinense
no Planalto Norte,
endereço da boa sorte.

Onde a Vyshyvanka
e a Wicynanki se encontraram,
fizeram berço e o seu povo
sabe ser amável e acolhedor:
Itaiópolis és o poema de amor.
⁠

⁠Não existe super potência solitária. O veneno que se distribui pela força do destino sempre volta para si mesmo. Não importa o seu tamanho.