Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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⁠É poesia sempre
que me encontro
mais a cada dia
pensando como
vir a te pertencer.

⁠Não é pedir demais
para estar com
você entre as pétalas
das rosas de Taif
descritas por poetas,
Mimando o paladar
com doces sultanas,
pedindo o melhor
de ti sempre mais
plenos em nossa paz.

⁠Para 'rivalizar' politicamente
não é preciso tirar a paz da nossa população. O Brasil precisa de unidade nacional em assuntos de interesse comum para conviver e resgatar a estabilidade. Aprendam a dialogar sem a 'cartilha da destruição individual' do próximo.

⁠Dentro do teu peito
por fina ironia
nas mãos do destino
amorosamente
tornei-me a poetisa
dos teus esquemas
com meus poemas;
Você de mim não
sabe mais regressar
e todos os dias está
navegando no mar
da paixão e do amor.

⁠Henry David Thoreau exerceu a desobediência civil dele sem gerar desordem, criticou o Governo, escreveu livros para ensinar a pensar e foi morar sozinho no meio do mato.

O direito de retratação é um direito de duas vias que não podenos esquecer que existe. Uma sociedade sem o exercício da autocorreção e da misericórdia no futuro se tornará uma sociedade em crise civilizatória. ⁠

⁠Ninguém é igual a mim, e eu não sou igual a ninguém. Logo, ninguém é obrigado a nada, inclusive, aqueles que não gostam de mim. A não reação é uma reação, talvez a 'indiferença pacífica' seja sobre isso!

⁠Jovem hoje e jovem será amanhã. Quem cultiva a mente nunca envelhece é eterna



Os beijos aurirubros
celestiais sobre
o Médio Vale do Itajaí
depois da tempestade
repletam com poesia
a nossa amada cidade.

Você é pensamento,
e eu por ti devaneio
meu imparável segredo.

És mistério do mistério
pleno e místico,
com olhos fechados
eu sempre te sinto.

Você sabe que
eu moro em Rodeio,
e você aqui ainda não veio.

Dentre estes versos
que distraem o tempo
das minha mãos sempre
pego o brilho da onde
as estrelas sempre serão
mais visíveis neste Hemisfério.

⁠Tudo aquilo que vem fácil

tende a não permanecer,

Ninguém conhece ninguém

do dia para noite,

Busco a poética

em nome das noites

eternas para os desfrutes

somente com você;

Não preciso ser

porque sei quem eu sou,

É preciso confiança

para a gente se envolver,

Quero por audácia

e ambição permanecer

do amanhecer ao anoitecer.

⁠Desta amorosa
América Austral
esta poesia com
chapéu de papel
repleta arte postal
traz convicta a paz
com ideal universal.

⁠Como poetisa da América do Sul
no giro do relógio astronômico
sob o atlântico céu azul,
aguardando pelo fino hipnótico
do teu profundo amor
que hei de louvar e devotar
com todo o meu candor
de quem conhece a rota
para onde as estrelas
serão sempre mais visíveis.

⁠Do Hemisfério Celestial Sul
sou a poetisa romântica
que te cobre de poemas
buscando os esquemas
para o destino no mesmo
caminho nos colocar,
porque forte é a crença
dos pés a cabeça de te amar.

⁠Venho crescendo
como a poetisa
dos teus sentidos,
Não tem dado
para disfarçar,
Que o teu peito
quer se entregar.

⁠Eu uso as redes sociais com humildade. Se eu errar não tenho dificuldades de me corrigir. Tá com dúvida? É só conversar de forma franca sem me xingar e sem fazer armadilhas linguísticas.

⁠ Você perguntou se

eu mudaria de cidade,

e eu não te disse tudo;

quero viver ao lado

do teu amor seguro.



Sim, eu mudaria

além de toda a poesia

desde que haja uma

aventura por dia.



E que toda a aventura

seja a gentil avenida

que me leve a cada dia

a ficar mais unida

hoje e sempre com você.

⁠Você disse que quer
morrer nos meus braços,
Eu quero nascer
como mulher para você,
O lótus do nosso amor
está em nossas mãos,
Toda a poesia a dois
estamos dispostos a escrever.


Elegia ao Cavalo e o Guerreiro Agredidos

Algozes de uma invasão
anunciada que não respeitaram
a Pátria, o cavalo e o guerreiro,
desta vida não merecem
mais nada.

Não podem ser chamados
de gente junto com aqueles
que são da barbárie cúmplices
silenciosos.

Por todos vocês foi agredido
o cavalo herdeiro do sangue
de outros cavalos ancestrais
que abriram trilhas carregando tropeiros nas costas para construir
a Nação.

O quê foi feito com o cavalo
e o guerreiro vocês fizeram
com o seu próprio espírito,
e não adianta apagar porque
não será conseguido.

Todo o mal que foi feito é a vitrine
de tudo aquilo na existência
vocês são: a sua própria
maldição.

O meu eu foi ao chão
junto com o guerreiro agredido,
saibam que esta elegia
é para que este crime
nunca mais seja na vida
esquecido.

Estes versos têm o signo
dos Três Poderes e da Esplanada,
das artes e da memória
da Pátria depredrada.

Algozes como vocês são
o espelho de um projeto
de poder que nunca dará certo
e a cara da ingratidão.

⁠Como o painel da Guerra
na entrada para confrontar
a consciência este é o poema
que apresento a Humanidade.

O Deus da Guerra nunca
mais dançará neste país,
O Brasil de Portinari
haverá de ser ainda muito feliz.

Como o painel da Paz
na saída para iluminar
a consciência é o meu poema
para converter a guerra em paz plena.

O Deus da Guerra nunca
mais ousará tocar no meu continente,
na América Latina
e em cada país das Nações Unidas:
(O Deus da Guerra sempre morre
diante de quem escreve poesias).

⁠Convergir por tudo
aquilo que é necessário
se faz urgente e preciso,
Poesia até quando
nada puder ser dito;
O Bicentenário ainda
não foi comemorado
como merecemos,
Poesia até quando não
quiserem falar de paz
e para amar o Brasil como
há muito tempo ninguém faz.


(Se eu pudesse
ao menos plantaria
mudas de Pau-Brasil
nos vinte e sete Estados).