Coleção pessoal de anna_flavia_schmitt

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⁠Olhos e língua com
cor de fogo verde,
mente amaldiçoada
e aura esverdeada,
Tem gente que vive
em estado de Minhocão
sem valer absolutamente nada.

⁠A brisa fria deste
mês de Junho
traz o perfume
das flores afetuosas
do Chá-de-Bugre,
o Louro Silvestre
verdejante esplende,
todos os dias
tenho uma poesia
que é em silêncio
uma homenagem
a sua existência
que celebro sempre,
e quando chegar
o nosso dia haverá
de ser brinde, amor
e celebração perene.

⁠Chegamos no século XXI e todo o tipo de extremismo e afins andam capturando os corações de uma parcela da juventude, sabe o porquê? A juventude precisa mais dos nossos ouvidos do que da nossa condenação.

Enquanto sociedade somos um resultado de gerações de juventudes que foram constantemente condenadas e uns poucos foram escutados nesse período tão delicado da vida.

Esse vício de condenar os jovens adiantou alguma coisa? Claro que não!

O caminho para evoluir as gerações deve ser feito por todos dentro e fora das instituições de ensino, porque onde houver juventude é natural que exista rebeldia.

Cabe a todos nós com bondade mostrar para a juventude caminhos mais atraentes para que ela possa se desenvolver em paz.

⁠No caminho enchi a cesta
de Sete-Capotes para você,
E encontrei Pata-de-Vaca
para te fazer um chazinho,
Com o meu amor vou
tirar todo este friozinho
e ler um poema com carinho.

⁠As artes ensinam a lidar com os nossos anjos e com os nossos demônios.

A poesia e a escrita criativa de uma maneira geral ajudam a gente organizar as emoções e nossos sentimentos.

Estamos na era dos smartphones, se você não consegue escrever por alguma razão e sente necessidade de desabafar: grave um vídeo para si mesmo e depois assista o seu vídeo, isso pode te ajudar a melhorar a se expressar com o próximo e até gravar um vídeo caso sinta necessidade de compartilhar de forma pública.

⁠A Cruz de Ferro está ali,
o tesouro perdido
e a sua imaginação
que pode te pôr em perigo.

⁠Duvidar da sabedoria
dos antigos pode vir
a ser um contrato de risco,
Nadar na Lagoa Vermelha
pode te oferecer perigo
e pode ser que você
não volte mais deste desafio.

⁠Grápias poéticas
enfeitam o meu olhar,
Em você todos os dias
não paro de pensar
e de toda a minha poesia
você não vai escapar:
O amor encontrou o lugar.

⁠O azul celeste do meu Sul
beija o topo dos cedros
que espalham o perfume
lembrando o teu,
Você bem sabe que o meu
o amor é como o teu;
e por nenhum instante
jamais se desviará
do que para si prometeu.

⁠É de conhecimento
que tendemos a ter
rejeição automática
a palavra não,
e que uns desmotivam
de todas as maneiras
a nossa comunicação.

Quem perde a razão
é porque está vazio
ou fora de si mesmo,
e para não perder a razão
é preciso de autocontrole
e pleno conhecimento.

Lembre-se todos os dias
para que oportunistas
não confundam fatos
com discurso de ódio
é preciso ter propósito,
equilíbrio e comprovação
para nunca perder a razão.

O mau uso da palavra
é a demonstração que
você não tem nenhuma
sustentação e acredita
que gerar conflito irá
trazer para si a solução.

Para eliminar o discurso
de ódio é preciso sempre
aprender e ensinar
a lidar com os impulsos,
e conscientizar que cada
um de nós sem exceção
têm o poder de comunicação.

O discurso de ódio nunca vai
se acomodar bem em nenhum
lugar porque o ser humano
não nasceu feito para odiar:
onde há ódio tenha certeza
que a paz, o amor, a união,
e a liberdade jamais reinarão.

Só faz uso do discurso de ódio quem está vazio de si e fora da razão.

⁠A melhor forma de combater o discurso de ódio é cultivar o autocontrole, obter conhecimento, aprender a apreciar poesia ou mesmo até aprender a escrever e dominar os mecanismos que regem o exercício da liberdade de expressão.

⁠Não ao ódio que fragiliza o discurso. Quando o ódio se manifesta é sinal de falta de conhecimento, insegurança emocional e esvaziamento de razão.

⁠Ser "velho" ou ser "velha" não é condição ofensiva para ninguém. Se incomodar porque foi chamado de "velho" ou de "velha" é ser desleal com a sua própria história de vida.

⁠Quando faltam respostas,
eu olhos para as estrelas,
Quando sobra a indiferença,
eu escrevo poemas,
Nenhum silêncio é sentença,
o quê mais vale nesta vida
é ouvir a percussão do Camboatá tocado solenemente pela ventania.

⁠Os teus olhos observando
os meus passos lembram
o voo do Sabiá-Laranjeira
ao redor do Chal-Chal,
E fazem sentir como se eu
fosse um poema sem igual.

⁠O Angoéra anda
lado a lado comigo,
o tempo todo me alegra,
sempre me rege, protege,
e jamais permite
que o desânimo domine
e a tristeza permaneça
guiando o meu caminho.

⁠Se eu pudesse comparar
os teus olhos compararia
com as Cerejas do Rio Grande,
Você me olha com delícia,
e me faz querer ser poesia.

⁠Os teus beijos que vou
ganhar me inspiram
se como grumixamas
frescas numa cesta
para fazer doces
e inspirar poemas.

⁠Dança a Corticeira-da-Serra
e se enfeita pouco a pouco
para embelezar a nossa terra,
Falar sobre o tempo, o amor,
escrever todos os dias ao poema
mantém vivo o meu interior;
Estar sozinha não faz com
que eu me sinta diminuída,
Sozinha ou acompanhada o quê importa é estar de bem com a vida.