Coleção pessoal de andozia0905

1221 - 1240 do total de 2995 pensamentos na coleção de andozia0905

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...

Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...

"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida..."

Na medida em que aumentam seus poderes, o homem se torna cada vez mais pobre.

Entre nós
o desejo
entre nós
nosso tempo.
Não vá nos deixar
sem seu beijo
se tudo o que há
não é muito mais
do que um momento.

Quanto mais
eu te quero
mais sei esperar
eu espero...

A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas mas não posso explicar a mim mesma...
(Alice no país das Maravilhas)

Antes de Mussolini e Stalin já existiam as estrelas.
E mesmo depois que eles tiverem passado,
Elas continuarão a brilhar.

A vida continua.
Todos nós experimentamos num ou outro momento o puxar do tapete da vida.
Esquecemos a arte de nos fazer sorrir e as noites sem estrelas fazem-nos companhia.
Mas a vida continua.
O relógio não nos deixa esquecer que cada segundo, é um segundo que deixa de ser ganho.
E a vida continua.
As lágrimas enchem o vazio de um mundo apenas interior.
A vida continua e continuamente envia sinais que rasgam as avenidas da alma, gritando: “tens autorização para ser feliz”.

O homem é igual o elefante. Desconhece a força que tem.

Não existem melhores amigos. Todos os amigos são os melhores...

Sonhe grande, pois os sonhos pequenos não mobilizam o coração dos homens.

Quem não castiga o mal, ordena que ele se faça.

O importante não é justificar o erro, mas impedir que ele se repita.

O essencial é invisível aos olhos.

A solidão faz homens de talento ou idiotas.

Lobos? São muitos.
Mas tu podes ainda
A palavra na língua
Aquietá-los.

Mortos? O mundo.
Mas podes acordá-lo
Sortilégio de vida
Na palavra escrita.

Lúcidos? São poucos.
Mas se farão milhares
Se à lucidez dos poucos
Te juntares.

Raros? Teus preclaros amigos.
E tu mesmo, raro.
Se nas coisas que digo
Acreditares.

Como poucos, eu conheci as lutas e as tempestades. Como poucos, eu amei a palavra liberdade e por ela briguei.

O inacabado que há em mim

Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo.
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.

Se tiver que ser fiel a alguém ou a alguma coisa, em primeiro lugar tenho que ser fiel a mim mesmo. Se busco o amor verdadeiro antes preciso ficar cansada dos amores medíocres que encontrei. A pouca experiência de vida que tenho me ensinou que ninguém é dono de nada, tudo é uma ilusão. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantida, termina por aprender que nada lhe pertence. E se nada me pertence tampouco preciso gastar o meu tempo cuidando das coisas que não são minhas... Melhor viver como se hoje fosse o primeiro ou o último dia da minha vida.

E, antes de aprender a ser livre, eu aguentava – só para não ser livre.

E você, meu amigo galvanizado, você quer um coração. Você não sabe o quão sortudo és por não ter um. Corações nunca serão práticos enquanto não forem feitos para não se partirem...

Você pode encontrar as coisas que perdeu, mas nunca as que abandonou.