Coleção pessoal de admiradoresdotony

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Todos querem uma oportunidade. E não há mal algum nisso. O problema está é em acharmos que existe um padrão que funciona igual para todos, e com isso, passarmos a querer que a mesma oportunidade de outra pessoa, também aconteça conosco. Cada um tem seus caminhos individuais para chegar lá.

No fundo, nossa intuição sempre saberá se aquele é ou não um bom caminho. O que varia é um certo quê de rebeldia ou de aventura que nos compele a testar para comprovar. Mas saber, a gente sempre sabe.

Um dos grandes problemas que enfrentamos é o da memória curta. Esquecemos com uma facilidade espantosa o que lemos, as lições que aprendemos, os conselhos ouvidos, as conclusões a que chegamos, e não raro voltamos à estaca zero requentando coisas que já tinham sido resolvidas ou entendidas antes. E aí volta o questionamento, a lamúria, a indecisão, a vontade de recomeçar tudo de novo como se ignorássemos o fato de que a tal coisa já foi analisada exaustivamente.

As pessoas que mais se decepcionam com consultas de Tarot são aquelas que acreditam piamente que o destino seja um filme pronto em que basta o Tarólogo acelerar a mídia para ver o que tem lá na frente e contar ao consulente. Isso não existe. Há acontecimentos que estão cravados no destino, mas outros que dependem apenas e tão somente de nossas escolhas.

Revestir todas as nossas palavras, atitudes, pensamentos e sentimentos de amor fraternal legítimo: eis a fórmula para plantar as melhores sementes todos os dias de nossas vidas.

Medinunidade não tem nada a ver com dom, privilégio ou vantagem: tem a ver com responsabilidade. O médium sempre colherá frutos do que fizer de bom ou de ruim com sua mediunidade no que diz respeito a interferência na vida alheia. E o preço será muito alto se interferir sem ser chamado, ou se contribuir negativamente com quem quer que seja.

A maioria de nós, dificilmente aprenderá com o erro do outro. Via de regra, acharemos ‘chatos’ todos aqueles que tentarem nos alertar que já trilharam aquele caminho e que a coisa não deu certo, e mesmo que estejam cobertos de razão, não acharemos que estão até passarmos pela experiência. Mas a tragédia acontece mesmo é quando estamos trilhando o tal caminho que achamos que vai nos levar a lugares diferentes de nossos antecessores, e nos falta a inteligência de perceber que já está dando errado há muito tempo. É quando confundimos persistência com insistência e teimosia. Mas, em última instância, isso também faz parte do aprendizado - ainda que de forma mais dolorosa.

Muitas vezes precisamos experimentar a dor e a decepção de uma má escolha, para valorizar aquelas opções que inicialmente achávamos ruins, mas que após a forja da experiência, se tornaram tão agradáveis e aconchegantes à alma.

Quando nos queixamos demais de uma mesma situação que já sabemos não melhorar uma única vírgula com nossas lamúrias, estamos apenas destilando enfermidade de alma de longo curso.

Hoje em dia, todo alerta no sentido de que uma coisa não pode ser como se queira ou que alguém não pode ter o que deseja, virou ‘crença limitante’. Uma lástima que tantos sejam doutrinados a ignorar que existe um contrato reencarnatório pessoal e individual que delimita exatamente as fronteiras e determina o rol de possibilidades do que cada um de nós efetivamente pode alcançar.

Não existem soluções fáceis para a vida, para 99% da população mundial. Para a maioria de nós, as soluções dependem de esforço, dedicação e concentração de energias na questão. Não se trata de crença limitante: é a realidade do nível evolutivo em que o planeta se encontra. Ignora-la não muda o resultado para melhor.

Um dos maiores tormentos do ser humano é aquele que se desenha quando alguém o manipula. É, definitivamente, uma das piores tragédias morais. Quando diluída na chantagem emocional então, torna-se mais desastrosa ainda. Pobres dos que não possuem os devidos ‘sensores’ para perceber quando são alvos de manipulação.

Você pode ter um jeito de ser. Outra pessoa pode ter o jeito de ser dela. Ambos os jeitos podem ser incompativeis. E diante disso, está tudo certo. O problema começa quando um ou ambos estão dispostos a impor o jeito de ser de um sobre o outro. Quando as pessoas são plenamente incompativeis entre si, e têm consciência disso, o mínimo é manter a gentileza social. Alguns podem chamar isso de hipocrisia, mas as almas realmente interessadas na escalada evolutiva pelo amor e pelo bem, chamarão de inteligência.

Muitas pessoas não gostam de gatos porque tiveram experiências ruins com gatos ariscos e agressivos. É a tola mania de tentar ter um animal de estimação na base da gambiarra. Tentam trazer animais de rua já acostumados a uma vida livre para dentro de um cubículo. Não é assim. Sobretudo quem tem crianças pequenas em casa, deve buscar por gatos dóceis, preferencialmente criados desde pequenos, e que tenham em sua genética psíquica, o componente adequado a serem gatinhos de companhia. Aí sim, tem-se uma experiência profunda, transmutadora, saneadora, libertadora e extremamente recompensadora com aquele que se torna o seu amigo de vida capaz até de cuidar das energias pesadas do ambiente e eventualmente impregnadas no seu dono.

Muitas pessoas tomam decisões importantíssimas e cruciais de vida sobre o que ouvem em uma consulta esotérica. Caso quem ofereça consultas, adote uma posição leviana se colocando à disposição de muitos sem a devida preparação, conhecimento e capacitação necessárias, todas as más decisões que o consulente tomar que gerarem sofrimento, cairão na conta do carma de quem lhes atendeu. É por isso que nesse universo, muitos profissionais esotéricos duram pouco. Atuando de forma leviana, quando chega a hora da cobrança, lhe são inflingidas cargas pesadas demais para continuarem prejudicando mais e mais pessoas.

Não adianta muito a pessoa ter cem certificados de formação em cursos holísticos, se trata mal a atendente da padaria ou se humilha quem venha lhe pedir um dinheiro na rua.

Existem pessoas que têm a vida mais regida pelo destino, e outras que tem a vida mais regida pelas próprias decisões. Existem pessoas que têm um setor da vida mais regido pelo destino e outro não. Existem pessoas que durante um tempo na vida ficam à mercê da regência de um destino compulsório e outras que jamais viverão tempos assim. Tudo é muito particular e individual. Daí crer que tudo funcione igual para todos, é tolice. Portanto, uma consulta esotérica séria nunca se trata de “adivinhar o futuro”. Se assim fosse, estaríamos jogando o livre arbítrio das pessoas no lixo.

É extremamente simples saber se um relacionamento dará certo até mesmo antes das pessoas se conhecerem. Os desastres relacionais que ocorrem hoje em dia são apenas fruto da descrença de quem pensa não haver valor algum em uma boa avaliação de potencial de felicidade entre duas pessoas.

Se você precisa chegar ao ponto de fazer uma amarração amorosa para ficar com alguém, além de estar gastando dinheiro inutilmente, você está vendendo sua dignidade e abrindo uma brecha que seguramente vai atrair ao seu campo, algumas boas toneladas de problemas que para serem resolvidos, vão custar um preço alto demais. Não se deixe cair na ilusão de promessas fáceis baseadas no ‘paguei, resolvi’. Se alguém não quer ficar com você, identifique as causas comportamentais e se for justo, modifique hábitos na raiz para que isso reverbere em toda sua vida. Acredite: amarração amorosa não é vantagem, e sim, atestado de grave enfermidade de alma que precisa de cura e harmonização.

Se você vai começar um relacionamento com a ideia do ‘quero que a pessoa deixe de ser do jeito que ela é e pare de fazer o que ela faz, para então ficar comigo’, acredite: é melhor nem começar. Seguramente em meio aos 8 bilhões de habitantes do mundo, haverá quem seja ou faça do jeito que você anseia sem precisar forçar, impor ou condicionar.