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Coleção pessoal de 1Susatel

1 - 20 do total de 85 pensamentos na coleção de 1Susatel

O que tenho observado neste curto tempo que tenho estado a caminhar pela Terra é que a maioria das famílias africanas é movida pela inveja que os seus membros nutrem uns pelos outros. São marcadas por uma tremenda desunião e, em casos extremos, recorrem à “botânica” não para cura ou para acções positivas, mas para fins obscuros. Chegam a investir rios de dinheiro simplesmente para financiar métodos destinados a prejudicar outro membro.

Procurar despertar a consciência não é tarefa fácil; e, quando se está com a consciência despertada, a realidade torna-se ainda mais esmagadora e aterrorizante.

Entendi que me encontrava numa selva quando descobri que estava por conta própria; há uma raridade de pessoas que descobrem tal coisa e, mesmo assim, mantêm-se firmes.

Que tipo de felicidade pensais que atravessa um ser feito como eu? Antes que vos precipiteis em responder-me, sabei: os abismos que visitei, nenhum de vós suportaria. Das vezes em que lá estive, quem de vós desceu para salvar-me? Não me façais rir. Todos vós, não perturbeis a minha solidão.

A última chave é simples:
nenhum homem, sendo rico, passará a sua fórmula de riqueza para enriquecer outrem.
Tornar-vos ricos depende unicamente da vossa vontade.
Tudo já vos foi dado na medida certa.

Freud, pai da psicanálise, reconheceu em Nietzsche aquele que mais se conheceu a si mesmo; penso que seja mera mania dos humanos acreditar que somos todos iguais.

Ah! Meu amor, tu apresentaste-me os demónios que te habitavam e que te causavam terror; eu dei-lhes um novo lar dentro de mim e fi-los amigos dos meus. Foi aí que cometi o meu tão grande pecado, pois, quando notaste que estavas livre, abandonaste-me.


Ah, querida, embora os teus demónios se tenham sentido em casa, estou a mandá-los de volta ao verdadeiro dono: tu.

Ora, meu bem, o ponto crucial aqui não é o que a tua idade diz à minha pessoa, mas o que o teu intelecto proporciona ao meu… e o meu ao teu.


O teu corpo, a tua beleza, serão tudo arrastados para o esquecimento pelo tempo, mas o que o teu intelecto pode proporcionar, isso, querida, é mais precioso do que ouro.


A tua idade não me interessa, ainda que sejas mais velha do que este ser que sou. Apresenta-me o teu intelecto.

Apenas queria que lesses um livro à beira-mar para mim e, quem sabe, trocássemos olhares sem que nenhum de nós proferisse uma só palavra ao outro. Apenas isso: o silêncio, os olhares, o desejo que não se consumaria.


Eh, sabes, eu admiro mentes cuja curiosidade é incomum; o ser cuja conversa que me traz é espontânea. Até certo ponto, eras um ser interessante, mas então trouxeste a estática para o nosso pequeno mundo. Mudaste. Carreguei o que ainda sobrava de mim e fui embora.

As ditas loucuras, embora me façam enxergar o mesmo mundo que os outros também enxergam, levam-me a vê-lo de forma totalmente diferente.

Há obras que, na minha opinião, são extensões do próprio autor; sendo assim, levamos muito tempo a conversar com elas. O público e as editoras apenas têm acesso às mesmas quando o autor já não estiver em vida.

As pessoas andam, de facto, mal resolvidas emocionalmente — isso é inegável. Mas isso não significa que você deva aceitar o papel de plano B na vida de alguém que já tem preferências bem definidas no plano A, mas que ainda assim quer te manter em espera.


A vida também é feita de clareza, de intenções objetivas e honestidade emocional. Sob nenhuma circunstância aceite ser opção onde você deveria ser prioridade.


Acredito sinceramente que você merece o melhor — relações verdadeiras, afeto recíproco e escolhas conscientes. E se não for eu a te lembrar disso, talvez a própria vida o faça… ainda que por meio de lições duras.

Seres cuja estupidez é gritante são sempre causadores de desordem. Uma coisa é clara: são caóticos por dentro a tal ponto que não conseguem sequer controlar a si mesmos — meros imbecis ambulantes.

Sempre achei complexa a tarefa de escrever para as pessoas, daí que eu escrevo apenas para poder suportar o peso da existência — é uma espécie de ritual sagrado. Quem afirma para si que 'Ele escreve para nós!' manifesta em si um estado de delírio cognitivo.

Eu posso supostamente te amar tanto, mas não deixa a tua ilusão te subir à mente a tal ponto de pensares que sem ti eu não vivo. Isso seria burrice da tua parte. Eu ficaria preocupado em saber que uma parte crucial do corpo está comprometida, pois são coisas que vieram comigo para este mundo e não você.

"Tenho um grande fascínio pela morte, ela simplesmente é interessante. Parte de mim diz: vamos tentar... Eu rio e, ao mesmo tempo, sinto uma paz. Hoje é um excelente dia para desapegar da vida."

A morte é perfeita.
Chega sem pedir desculpas e leva todos — ricos, tolos e farsantes.

A morte é a rainha silenciosa do universo.
Tudo e todos, no fim, ajoelham-se diante dela.

Glória à morte,
que limpa o palco da mediocridade humana com precisão cirúrgica.

Se a vida é um teatro de máscaras,
a morte é o aplauso final — cruel, honesto e merecido.

Gloriosa é a morte,
que cala egos, apaga vaidades e recicla idiotas.