Classe

Cerca de 774 frases e pensamentos: Classe

Não me julgue conservador, estou apenas tendo classe.

Inserida por MihranGumushianNero

O encontro do menino apaixonado com dona morte

Caros colegas de classe
Não sou do sertão nascida
Por isso peço licença aos mestres
Para falar da cultura escolhida
Vou lhes contar sobre uma arte
Que também imita a vida

Essa arte com o tempo
Vem sofrendo mudanças
O cordel da nossa lembrança
Já está nos livros e no computador
E até nas universidades,
Na mesa do professor doutor!

Mas muita gente ainda canta
Muita gente ainda gosta de pendurar
Suas histórias em um varal
Pra o povo poder comprar
E quem duvida pode ir buscar
Na terra de painho que vai encontrar

Em toda minha pesquisa
Pra fazer essa lição, surgiu uma questão
Se o sapo pula não é por boniteza
E sim por precisão
E se o povo ainda canta
É porque não se cala o coração

Se num mundo com tanta tristeza
O sapo continua a pular, tenho algo a declarar
Como diria um grande mestre
Que também é grande artista
Se não acreditássemos num futuro melhor
Ninguém iria ao dentista.

E foi pensando nisso que eu decidi contar
A história de um menino
Que botou dona morte pra correr
Lhe contanto das maravilhas
Que a vida pode ter

Magro, franzinho, briguento e calado
De cara fechada, sozinho e invocado
Vivia no sertão e morava na estrada
Brincava de bola com os meninos da vila
E quando se machucava fingia que não doía.
O menino era forte, corria em disparada
Se a bola ia descendo os barrancos da chapada

Era um menino sozinho, o menino do agreste
Que conhecia todos os passarinhos
Que cantavam nesse nordeste
Ele se exibia dizendo:
Quiriri, Sabiá azulão e maguari
Jaçanã, Tuim, Beija flor e Saí
Bico-chato-de-orelha-preta
Biguá e bem-te-vi
Talhamar , Xexéu, Sacua, Siriri
Pica-pau , Mão da lua, Savacu e Sanhaçu
.
Tinha boa memoria, gostava de lembrar
O nome das belezas da natureza do seu lugar
Ele mesmo não tinha nome
E por ser magro e nanico,
Chamaram o menino
De zézinho tico-tico
Não tinha outro nome
Então ficou assim mesmo
Brincando na estrada,
Andando a esmo
Sonhar enquanto trabalhava a enxada
Era seu jeito de espantar o medo

Não tinha chinelo de dedo
Mas ia pra escola sem ninguém mandar
Achava ruim bronca de professora
Sem saber o que o futuro iria guardar,
Até que o menino sem pai nem mãe
Foi de vez pra roça trabalhar
Acabou-se a brincadeira nessa vida sofrida

Ele trabalhava pra ganhar
Um prato de comida
E um teto pra dormir
Com um buraco pra ver as estrelas
Depois que a noite cair.

Um dia sozinho, andando no mato
Muito cansado pelo dia de trabalho
O menino viu uma dona de preto
E como menino, se viu sozinho e com medo
A dona morte se aproximou
E de espreita ao menino perguntou:

“Ainda não está cansado da vida?
Trabalha, trabalha e quase não tem comida!
O que o mundo tem pra te dar
Se é sozinho sem família e sem lar?
Achei boa hora vir te buscar
Anda, conhecer o lado de lá”

O menino pensou bastante
Não sabia por que vivia,
Porque ir adiante? Se nada de bom acontecia?
Mas então lembrou do céu de estrelas
No buraco em cima da cama
Tinha coisa mais bonita
Do que o céu que a gente ama?

“Dona morte eu não quero
Tem alguém a me esperar
As estrelas em cima da minha cama
Que eu tenho que espiar
E de dia tem os passarinhos e as belezura do sertão
A gente pensa que tá ruim
E depois que olha fica bão


A vida eu vô levando
Acho que tá meio cedo pra eu morre
Quero ver mais um pouquinho
As estrelas e o sol nascer
Tudo tem sido ruim
Mas eu sei que vai miora
Até já me disse um conselheiro
Que o sertão vai virar mar

Parece que hoje em dia
Tá mais pro mar virá sertão
E eu nem sei como ajudar
No meio dessa confusão
Só lhe peço dona morte
Não me leve agora não

Eu ainda tenho que namorar
As estrelas do sertão
Te peço de coração
pois minha vida tem valor
Que ver eu lhe provar?
Posso lhe dizer com amor
As beleza desse lugar”

E o menino pois se a falar
Do pé de laranjeira boa de chupar
Falou do buriti do caju e do sapoti
Do pequi do bacuri do umbu e do oiti
Falou da fruta pão, da manga, do cajá
E também do caju, fruta boa pra amarra

Falou da cana caiana
e da mandioca que dá farinhada
do milho do arroz e da fava
Dos coqueiros e das palmeiras
Onde a sabiá cantava

Contou do babacá e da carnaúba
Do tucum preto e da macaúba
Do voo do bem-te-vi
Que descansa e cantarola
Na palha do miriti
Ao som de sanfona e viola

O menino explicou pra morte
Que tinha muito pra aproveitar
E que nessa terra tinha sim
Uma família para cuidar
E que estava ameaçada
Precisando dele com certeza

Pois sua mãe de verdade era mãe natureza
Que muito tinha o ajudado
Até a mostrar pra Dona Morte
As belezas desse seu lado
“Te peço não me leve embora Dona Morte
Pois amanhã cedo tenho que estar acordado!”

Dona morte foi-se embora
Pois descobriu o menino apaixonado
Pelas riquezas da natureza
E pelas belezas do seu estado
E hoje ele agradece por ser nordestino
E viver seu destino, nesse chão abençoado



Essa foi minha narrativa
De vocês eu me despeço
Como a mensagem positiva
De um menino muito esperto
Espero que a gente
Sempre possa valorizar

O privilégio que é a vida
Amando e cuidando do nosso lugar

Inserida por LucianaMariaTicotico

Uma pessoa que trata bem a "classe alta", e é grosseira com as demais, não pode ser uma boa pessoa.

Inserida por leonardoromanelli

O que diferencia um pessoa da outra não é poder, ou dinheiro, ou classe social, e sim o interesse de buscar o conhecimento.

Inserida por PensadorCriativo

Refugiadas da classe social:
Todos os dias, TODOS os dias crianças negras e pobres morrem aqui no Brasil, tentando atravessar a fronteira da miséria!

Inserida por WaceilaMiranda37

É muita grana rolando nas mãos de uma classe de vândalos, sugadores do direito alheio "pouquíssimas exceções" políticos caras deslavadas, paus sem caras...vergonha nacional !

Inserida por LeoniaTeixeira

Posso compreender um rico ou cidadão de classe média que relute em abdicar de seus confortos sociais em prol da remediação das desigualdades. Mas é impossível entender o pobre que, vivendo as piores das condições, lute para mantê-las.

Inserida por muriloamati

PARÁBOLA ESCLARECEDORA
(Para a classe trabalhadora)


“O pior cego é aquele que não quer ver”.
(Sabedoria Popular)


Com omissão, um funcionário viu,
sem adotar a boa providência,
o seu patrão sectário e sutil
abusar da pior maledicência.

A articulação maledicente,
feita pela chefia malvada,
teve a ação condizente
de quem fez que nem via nada.

O alienado funcionário
foi dando uma de “pata cega”
e deixou o odiado mandatário
ir tentando prejudicar um colega...

Justificando sentir muito medo
de tomar uma providência,
o omisso foi ratificando o enredo
da patronal maledicência.

Negou, na verdade, o idiota
funcionário tão conivente,
a solidariedade que importa
e se viu solitário no batente.

Depois, o malvado mandatário,
comprovando ter péssima intenção,
depôs o alienado funcionário,
negando-lhe a devida indenização.

Eis a moral da história: ser conivente
com a patronal escória é, futuramente,
sentir, na pele, a injustiça sentida,
por quem repele uma cobiça indevida.

Paulo Marcelo Braga
Belém, 15/02/2009
(09 horas)

Inserida por paulomarcelobraga40

Vítimas do Estado

Quando me dei conta,
Eu parei e observei,
Observei a classe oprimida,
É foi aí que me toquei,
Me toque dá injustiça,
Que sofrem um dia de cada vez,
São ignorantizados e tem todos seus direitos negados,
Não tem culpa de nada disso,
São apenas vítimas do Estado.

Inserida por Henrique_Fonseca

Em uma prova que valia 10,0, o aluno tira 1,5 e sai mostrando a folha para todos da classe, sorridente como se fosse o mais feliz do todos, isso combina com a nota do IDEB 3,1 na placa ostentativa na porta do colégio. Eu não entendi ainda a graça... Minha alegria é diferente...

Inserida por Kllawdessy

Ponta Grossa (PR) é o exemplo de cidade governada por uma classe política perniciosa e cruel. A ela interessa apenas a gordura da cidade e a ostentação dos miseráveis cargos que exercem. Evidentemente não dá para exigir inteligência dos seus políticos (Executivo e Legislativo). Eles não tem condições de interpretar um texto que conste em livro do 2º ano primário. Talvez não sejam responsáveis por esse analfabetismo funcional. Quem percorre as ruas da cidade, exemplifico, Coronél Cláudio, Marina, Rio Branco e Ronda observará que a reportagem da RPC, de ontem, sobre buracos abertos, representam o estado geral de abandono dos municípes, cujo castigo por ter eleito essa praga é merecido. Isso seria resolvido se os burocratas da Prefeitura levantassem o cú dos bancos e andasem duas vezes por dia pela cidade.

Inserida por Acirdacruzcamargo

O hábito mais abjeto na conduta da 'classe científica' é o desprezo 'a priori' que tantos dos seus membros têm pelas experiências comuns da humanidade que eles não consigam ou não desejem repetir pelos seus métodos usuais.
Se é para a ciência conservar algo do seu prestígio, essa merda tem de acabar.
Ninguém pode ficar esperando o beneplácito acadêmico para perceber o que percebe e sentir o que sente.
O próprio Aristóteles já ensinava que um certo respeito pelo conhecimento pré-científico é uma condição indispensável da ciência.

Inserida por LEandRO_ALissON

ANIMAIS

Você se esquece de como nós éramos antes
quando ainda éramos de primeira classe
e o dia veio gordo com uma maçã na boca

de nada adianta preocupar com o Tempo
mas nós tínhamos alguns truques nas mangas
e fizemos umas curvas fechadas

todos os pastos pareciam nossas refeições
não precisávamos de velocímetros
de gelo e água nós fazíamos coquetéis

Eu não iria querer que fosse mais rápido
ou verde que agora se você estivesse comigo Ó você
foi o melhor de todos os meus dias

Inserida por pensador

Faça planos, seja gentil, ame as pessoas independente da etnia, religião ou classe social. Ofereça o que você tem de melhor.

Inserida por LJacomo

GRUNHIR DE PAIXÃO

Se você me amasse com classe..
Não teríamos embate, muito menos
impasse... Mas, o seu amor...
É como pétalas de rosa e passe.
... Ah secar nas sombras com,
embace, ou como tabaque...
Pulsando o coração, com baques...
Arrastando-me por esses escapes,
mesmo assim! Me faz tinir por essa
paixão... Urrando como lobo, ou...
Grunhindo como se fosse, um cão.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

gorvenantes covardes
querem extiminar minha social classe
mantendo controle de natalidade
me atinge tb atingindo os meus
julgando quem merece ou nao morrer
brincando de ser Deus
castelos com o decorrer do vento cedeu
nao vem me cobrar pq nada vc me deu
to me sentindo um semi Deus igual kratos querendo eliminar zeus.

Inserida por HF96

A qualidade da aula, relação aluno professor deve ser percebida de acordo com a própria classe, pois pode haver níveis de formação familiares diferentes, então a função do professor é garantir que haja uma redução na interferência entre as diferentes possibilidades de uma sala de aula, aproximando todos os alunos ao máximo do grau necessário para aula.

Inserida por ruisdaelmaia

O egoísmo, a ambição, e o egocentrismo, conseguem destruir a imagem de uma pessoa, com toda classe e requinte.
No fim, haverão suas conquistas sim, mas, sem estrada; sem amigos; sem admiradores, sem histórias BOAS para motivar (...).

Inserida por MayconHalss

A mulher plena: ela é calma porém perigosa, tem classe mas quando se irrita ela explode, não leva desaforo para casa, ela sabe o que quer e corre atrás daquilo que é necessário para si. 😘é doce mas as vezes é seca, seu sorriso irônico e seu olhar é viciante. Ela sabe ser foda, muitas vezes odiada, ela pode ser princesa como também pode fazer muito bem o papel de vilã. Nunca ninguém vai entender essa garota.
#SouÉPlena
#SejamPlenas

Inserida por GiovannaAlbuquerque

Na hipocrisia mundana, quando um alta classe precisa,muitos correm para ajudar,mas quando é de classe baixa,muitos se escondem.

Inserida por Cacio01