Citações sobre Brincar

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Recomece!


Você pecou quando quis brincar de me amar ou me perder,


Agora tente se teletransportar para o dia do nosso primeiro encontro e recomece, ai talvez os seus delírios consigam esquecer que você existiu um dia.


Lembra?


Lembra, quando costumávamos brincar de realizar nossos sonhos,
Lembra, como brincávamos de entrelaçar nossos dedos trocando beijinhos,
Lembra, como era bom acordarmos juntinhos trocando caricias pela manhã,
Você lembra?

Tudo o que ela queria, era alguém que lhe fizesse feliz. Tudo o que ele queria era brincar com os sentimentos dela.

"É a noite quando dormimos, que o nosso espirito se liberta, alça voo, vai brincar.."
☆Haredita Angel

Tem sorrisos que são convites,para brincar de gangorra,no coração um do outro.⁠

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

⁠Os que gostam de brincar com as palavras — dificilmente se precipitam em Guerras Palavrosas.

⁠Só os que nunca estiveram no Fundo do Poço conseguem Relativizar ou Brincar com situações tão Espinhosas.


Há dores que não cabem em estatísticas, frases de efeito ou conselhos à pronta entrega.


Existem experiências que transformam a forma como enxergamos o mundo e deixam marcas invisíveis que apenas quem as carrega consegue compreender plenamente.


O fundo do poço não é apenas um lugar de sofrimento; é um estado no qual a esperança parece distante, os recursos se esgotam e cada dia se torna uma batalha silenciosa.


Por isso, muitas vezes, quem observa de fora tende a minimizar aquilo que nunca precisou enfrentar.


Não por maldade necessariamente, mas pela limitação natural de quem conhece a tempestade apenas pela descrição de terceiros.


É muito fácil relativizar a dor quando ela não atravessa a própria pele.


É simples transformar em brincadeira aquilo que nunca roubou o sono, a dignidade ou a paz de alguém.


A empatia verdadeira nasce quando reconhecemos que nem toda experiência pode ser medida pelos nossos parâmetros.


O que parece exagero para um pode ser uma ferida ainda aberta para outro.


O que soa como fraqueza aos olhos de alguns pode representar uma coragem imensa para quem precisou sobreviver a dias que pareciam impossíveis.


Talvez a maturidade não esteja em julgar a intensidade da dor alheia, mas em respeitá-la.


Em compreender que cada pessoa trava batalhas que nem sempre são visíveis.


E que, antes de oferecer uma opinião apressada ou uma piada inconveniente, vale lembrar que existem abismos emocionais que só quem já esteve lá — conhece de verdade.


Afinal, quem já visitou o fundo do poço dificilmente faz pouco caso da queda de alguém.


Porque aprendeu, da forma mais dura, que nenhuma dor merece ser ridicularizada e que, às vezes, a maior demonstração de humanidade não é ter a resposta certa, mas simplesmente estender a mão e compreender em silêncio.

⁠Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.


As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.


Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.


Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.


É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.


O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.


É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.


O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.


Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.


Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.


Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.


E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.


Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.


Nos vazios entre uma frase e outra.


Nas metáforas que desafiam a lógica.


Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.


Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.


Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.


É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.


O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.

⁠Quem se atreve a Brincar com as Palavras, pode brincar com qualquer coisa, inclusive com a própria Humildade Intelectual.


Mas as palavras são brinquedos muito perigosos.


Às vezes, são elas que se juntam para brincar com os que se atrevem a brincar com elas.


Nas mãos de quem as domina, podem construir pontes ou cavar abismos, iluminar consciências ou mascarar vaidades.


Brincar com elas exige muito mais do que vocabulário: exige Maturidade, Responsabilidade e Sensibilidade.


Sem essa sinergia, é melhor nem se aventurar…


Há quem transforme qualquer discurso em espetáculo, confundindo eloquência com sabedoria.


Afinal, não é tão difícil impressionar quando se sabe florear frases.


O desafio verdadeiro é permanecer humilde diante da imensidão do que ainda não se sabe.


A Humildade Intelectual não diminui o conhecimento; ela o torna fértil.


É ela que permite rever certezas, acolher argumentos melhores e admitir que até a mais elegante das palavras pode esconder um grande equívoco.


Quem acredita ter sempre razão deixa de aprender justamente quando imagina ter chegado ao objetivo.


Poder Brincar com as palavras é um privilégio.


Brincar com a própria humildade intelectual, porém, é um risco.


Quando o ego assume a autoria do pensamento, a linguagem deixa de ser instrumento de encontro e passa a ser arma de exibição.


O brilho da retórica, então, ofusca a luz da verdade.


Talvez a maior demonstração de inteligência não seja dizer a última palavra, mas saber quando o silêncio ensina mais do que qualquer discurso.


Porque as palavras, por mais belas que sejam, encontram sua grandeza não na capacidade de convencer, mas na coragem de permanecer abertas à possibilidade de estarem incompletas.

Nós somos deuses que vieram à Terra para brincar de sorrir e de chorar.

Brincar com seriedade para o sucesso.

Nós, deuses, viemos ao mundo para brincar de sorrir e de chorar.

O homem jamais deveria brincar com os sentimentos sinceros de uma mulher, porque o dia que ela descobrir que ele não a valoriza, é certo que ela volte a se amar e veja que seu maior erro foi acreditar em quem não vale a pena!

Não brinque com o meu fogo,

Sei brincar com a tua fantasia,

Não intente com o meu juízo,

Sei assumir com a grandeza

De ser diferente: sou poesia.



Não evite os meus beijos,

Sei buscar o melhor de ti,

Não invente [escapar...,

Sei farejar-te e irei atrás

Do aroma que eu senti.





Não disperso o desejo,

Sei salsear com a tua alegria

Não experimente esquecer,

Sei abraçar-te com jeito

De causar toda a energia.



No meu corpo tenho a sina,

Serei a tua sublime alcova,

Sou muito mais [alma

Do que você imagina:

Sou a loucura que fascina.



Sou gemido, sussurro e grito,

O incêndio mais elevado.

Eia, vulcão atrevido!

O meu corpo bem macio

É que te faz ainda menino.



Danço e rasgo o verbo,

A liberdade que me deste,

Peguei como um [laço,

Abraço com a vontade

De ter qualquer possibilidade.



Darei o meu melhor riso,

O meu inefável paraíso,

A liberdade que recebi;

O teu corpo terei a qualquer custo,

Na intensidade que me [atrevi].

"Uma criança não precisa de motivação para brincar, mas um adulto precisa de sonhos para ser feliz."

"A festa do filho da minha amiga foi no Chão de Brincar. Não entendeu? Se eu tivesse dito 'playground' teria entendido? Poizé!
Frase Minha 0554, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Nunca fui de 'Brincar' o Carnaval, como dizem. Tudo porque eu sempre levei muito a serio isso de Carnaval, isso, sim! Hum!"
TextoMeu 1334