Citações sobre Brincar
Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.
Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.
Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.
O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.
Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?
No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.
E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.
— Cyrox
Coração de Peter Pan, na terra do nunca as brincadeiras não tem fim
Feliz 1 de Junho para a criança eterna que vive em mim
Chega um tempo da vida em que percebemos que já não dá para viver de brincadeiras. A vida está cada vez mais difícil e agressiva. Percebe-se que desistir daquilo que provocamos não é solução, porque a vida não espera por ninguém.
A única coisa que muitas vezes não entendemos é que não estamos em competição com outras pessoas, mas sim com o tempo. E o tempo não pára, não recua e não espera.
Das brincadeiras que adoro
Perco a conta em contar
São tantas que tanto amo
São tantas que gosto de brincar.
Das brincadeiras que adoro
Brincando a hora voa
São tantas que tanto brinco
Na terra da garoa.
Das brincadeiras que eu amo
Doralice também adora
São tantas que brincamos juntos
São tantas que a gente explora.
Das brincadeiras que adoro
Perco a conta em contar
São tantas que tanto amo
São tantas que gosto de brincar.
Autor: Poeta Fuzzil
Tome mais cuidado com a minhas brincadeiras do que quando estou falando sério. Pois brincando tiro informações tuas que não tiraria falando sério.
Infância
Brincadeiras que alegraram a infância
que nunca se esquece e trazem boas lembranças.
O jeitinho especial de enrolar o fio no pião,
de desbicar a pipa no céu,
de dar um relo.
A alegria das meninas pulando amarelinha.
O futebol — esse fica até a vida adulta,
paixão nacional.
Ah, infância bonita
de uma alegria espontânea!
Das corridas, do esconde-esconde...
Saudade danada da minha infância.
É uma pena não poder voltar
ao meu tempo de criança
e brincar tudo outra vez.
Marcio Melo
Adoro nossos momentos, nossas brincadeiras, nossas conversas e quando pego você me olhando escondida...
Adoro sua visão das coisas, suas tiradas inteligentes e a forma como, às vezes, você me faz enxergar situações por outro ângulo.
Seu cheiro... ahhh, seu cheiro! Como é bom olhar nos seus olhos, te dar um cheiro do jeito que eu gosto, beijar sua boca e te abraçar forte até você ficar sem ar... É uma sensação que não consigo expressar.
Mais um ano juntos, do nosso jeito.
E espero que, no próximo Dia dos Namorados, eu acorde, olhe para o lado e veja você, o amor da minha vida, deitado do meu lado esperando o "nosso abraço!! Aquele que só eu e vc sabemos como é"
Feliz Dia dos Namorados, meu amor. ❤️
Um doce de vó
Minha vó morava perto do campo de futebol. Era comum, depois das brincadeiras no campo — que ficava onde hoje existe o colégio —, passarmos pela casa dela.
Certa vez, eu e um amigo encontramos uma velha bola de capotão. Estava furada, com o couro bastante desgastado, quase no fim da vida. Mas, para dois meninos, uma bola nunca estava velha demais. Demoramos um tempão para consertá-la e deixá-la em condições de voltar aos gramados.
Ou, pelo menos, ao quintal da minha vó.
A casa dela tinha um quintal bem grande, perfeito para nossas partidas. Marcamos o gol com as camisetas no chão e começamos nosso campeonato particular de “chute em gol”: cada um batia três vezes e depois trocávamos o batedor.
A brincadeira ia muito bem.
Até minha vó aparecer.
Veio caminhando em direção ao nosso campinho com uma faca na mão. Antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, pegou a pobre bola e, sem a menor cerimônia, deu umas dez facadas nela.
Dez!
E, como se a bola fosse a única culpada pela desordem, ainda sobraram para mim alguns cloques na cabeça, dados com aqueles dedos duros de vó.
Acabou-se a festa.
A bola, que já tinha sobrevivido sabe-se lá a quantas peladas antes de chegar às nossas mãos, dessa vez parecia definitivamente morta.
Mas não estava.
Dias depois, encontrei o cadáver debaixo do assoalho da casa da minha vó.
Resgatei aquele pobre pedaço de couro e fui atrás do meu amigo, o companheiro das cobranças de falta. Examinamos a situação e resolvemos ressuscitá-la. Só que, depois das facadas da minha vó, não havia remendo que desse jeito.
Então tivemos uma ideia.
Uma péssima ideia, naturalmente.
Fizemos um enxerto e enchemos a bola com areia.
Ela ficou pesada feito uma pedra.
Foi aí que nasceu uma nova brincadeira.
Colocávamos nossa “bola” num ponto estratégico da rua, onde costumavam aparecer outros meninos, e fingíamos estar batendo faltas. Bastava esperar.
Logo surgia algum candidato querendo mostrar suas habilidades.
— Deixa eu bater uma?
Era tudo o que queríamos.
O sujeito tomava distância, ajeitava o corpo, corria cheio de confiança e...
PÁ!
Chutava aquela bola cheia de areia.
Nós caíamos na gargalhada. Os outros meninos que já conheciam a brincadeira também. E assim a velha bola de capotão, que não servia mais para jogar futebol, encontrou uma segunda profissão: castigar os pés dos desavisados.
Até que, certo dia, apareceu um menino bem maior do que nós.
Ele também quis mostrar suas habilidades.
Tomou distância, correu e soltou o pé.
Quase torceu o tornozelo.
Dessa vez, ninguém teve muito tempo para rir.
Furioso, ele distribuiu uns tapas nos menores — eu e meu amigo incluídos — e, para completar o castigo, levou embora nossa bola cheia de areia.
Foi o fim definitivo daquele capotão.
Pensando hoje, talvez tenha sido melhor assim.
Primeiro minha vó tentou matar a bola com dez facadas. Nós a ressuscitamos, enchemos de areia e a transformamos numa armadilha. Depois apareceu alguém maior, acertou nossas contas e levou embora o corpo do delito.
E minha vó?
Minha vó nunca ficou sabendo da ressurreição.
Ainda bem.
Porque, conhecendo aqueles dedos duros, desconfio que os cloques da segunda vez teriam sido muito piores.
Ivo Terra Mattos
Brincadeiras a parte... mais toda indireta tem um pouco de verdade.. e todo olhar tem finas palavras.. lançadas com os olhos.. porém covardes são os lábios que não falam.. mais se molham de vontade selar beijos...matar vontades..
chateada, por que minha amg nao sabe pensar antes de falar.
brincadeiras sem graças machucam.
mesmo a pessoas sabendo que errou ela continua
Os brinquedos e brincadeiras infantis de um tempo ( carrinhos, panelinhas, bonecas, roda, amarelinha, queimada e etc...) já não cabem mais no cotidiano moderno da infância...
Estamos na era do celular , do tablet, dos jogos eletrônicos, dos robôs e etc para entreter os infantes...
A infância virou brinquedo para joguinhos de adultos ... angélicas miniaturas inocentes para demônios gigantes afamados e sedentos de pureza e de candor... um fenômeno predatório cada vez mais presente no dia a dia das criaturinhas...
Entre inocência violada , separação familiar, família conflitual, inseguranças, medos, solidão acompanhada, abandono e toda essa ansiedade coletiva que assistimos ....
O surto de problemáticas da psique , do comportamento e das relações infantis
expõe marcas indeléveis da sociedade
moderna... família... creche... escola...
cada contexto delegando responsabilidades
e culpas...
Marcas essas que , corriqueiramente, se conectam ... se alinham e se aliam ao cada vez mais precoce consumo farmacológico de ansioliticos e anti depressivos...
E frequentes consultas especializadas...onde se tenta encontrar um refúgio... uma solução... um tratamento... uma cura... um alívio... um bálsamo... para amenizar os vários distúrbios infantis ... TDAH , depressão, autismo leve entre outros...
Crianças necessitam de atenção, presença, companhia, carinho , amor, ternura, afeto ...
Crianças devem sentir-se ao seguro, protegidas e amparadas...
Crianças precisam brincar com brinquedos ...
Crianças devem viver sendo crianças na sua essência ...
Mais carinho e amor !
Mais presença e proteção!
Mais brincadeiras e brinquedos!
E menos comprimidos e gotinhas!
Menos rótulos e diagnósticos ,
que um tempo, eram de pessoas
mais vividas... idosas ...
✍©️ @MiriamDaCosta
"Quando era menino...entre as brincadeiras preferidas...uma bola chutava e a bicicleta pedalava...tempinho bom nós velhos campinhos onde a bola não rolava e as piadas desenrolavam as línguas avidas por uma boa gargalhada...amizade pura...Inocencia de criança...um tempo sem tempo de perder tempo e não sentir o tempo passar...saudade da criança que fui...da gurizada do fim de tarde esperando para brincar...viver é ser feliz...tempo que passou e não volta mais...uma tristeza combatida pelos sonhos...quando durmo ainda consigo sentir aqueles momentos...bora sonhar...voltar a ser criança...eternamente em meus sonhos."⚽️
"Brincadeiras de mau gosto e deboches não são 'curtir a vida', são apenas desculpas para esconder a falta de respeito pelo sagrado."
"Os bons momentos são as brincadeiras gostosas da vida que não é de brincadeira."
Haredita Angel
06.10.25
"saudade"
*Saudade de falar contigo.
*Saudade das nossas brincadeiras.
*Saudade do seu abraço.
*Saudade das nossas reciprocidades.
*Saudade do seu sorriso.
*Saudade do seu amor.
*Saudade das nossas vidas.
*Saudades de nós e das nossas noites vividas.
*Tudo isso é saudades atrás de saudades.
Isso é para ti minha amada 🌹.
1441
"O que eu mais gostava quando criança não eram as Brincadeiras na Rua ou os Doces de Cosme e Damião ou as Festas Juninas. Sim, eu gostava (e ainda gosto de tudo isso), mas... Quando criança nada superava a Escola e as Meninas. Adorava ficar com elas o dia inteiro!"
TextoMeu 1441
1493
"Na Infancia e na Juventude, não eram carros, jogos ou brincadeiras com amigos que me atraíam. Eram as Meninas e a Escola. Isso, sim, me atraía... E nada mudou. Ainda gosto delas e de todas as Escolas!"
TextoMeu 1493
Ás vezes nossas percepções são tão boas, que percebemos grandes verdades em pequenas brincadeiras! #bySauloRodrigo
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