Citações Românticas
De perto sou romântico, mas de longe te enganaram com um desabafo de alguém carente;
Diga-me onde esse amor vai parar, pois meu coração continua seguindo a sós;
De olhos em olhos continuo tentando me firmar entre as pálpebras encharcadas de emoção;
Se entre a caça a escolha vai se construindo, entre um coração virado do avesso se tem a certeza do quê quer;
Por baixo de todo poeta com sentimentos a flor da pele sempre há um romântico lúcido e insano;
Um verdadeiro cavalheiro com honras ao mérito, merecedor de todo um coração carente que possa entender;
Eu quero ser real e nunca se esquecido, e como premio as lembranças de um homem romântico que um dia eu fui;
Posso lhe afirmar de que ainda existem homens românticos, cavalheiros e gentis a ponto de engrandecer o teu coração;
Que a faça sorrir e que cumpra as promessas de amor que viva junto a ti como um único coração;
Veja o que achei para você minha eterna rainha, merecedora de todo romantismo e carinho que um coração possa oferecer! Rosas do jardim de Adônis, nascente para lhe agraciar;
Se apascente e me guarde em teu coração e em seus pensamentos para que eu fixe o melhor de mim para você em um todo sempre;
Por mais que estejamos vivendo uma época em que a solitude é romantizada, em que muitos dizem que a própria companhia basta, eu continuo sendo do tempo das pessoas. Gosto de gente, de boas conversas, de encontros sinceros e de amizades verdadeiras. Valorizo profundamente aqueles que escolhem caminhar ao nosso lado. Estar com amigos não tem preço; são esses momentos que dão mais sentido e leveza à vida.
Mas quando se fala de amor romântico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou hábito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
Não se trata de uma regra moral, mas de uma experiência de inteireza.
Amar, de fato, alguém é estar inteiro na entrega — e não há inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vários, ternura por incontáveis.
Mas quando o amor romântico floresce, ele exige uma atenção que não se reparte sem perder a própria essência.
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
Não romantizo a dor,
eu a reconheço.
O que ficou não é vazio,
é resto em estado ativo,
pulso discreto,
vida em continuação.
Eu não preciso entender agora.
Preciso apenas atravessar.
O revolucionário é um homem condenado antecipadamente. Ele não deve ter relações românticas, nem coisas ou seres amados. Ele deveria despojar-se até de seu nome. Nele, tudo deve concentrar-se em uma única paixão: a revolução.
Esqueça as flores com laços de fita e toda essa bobagem romântica que vendem nas vitrines.
O amor de verdade não amarra nada, ele chuta a porta.
É como abrir a última garrafa de uísque barato às três da manhã, quando você achava que a noite já tinha acabado e o fígado implorava por trégua.
Ele chega sem pedir licença. Não quer saber do seu passado caprichado ou dos seus sapatos limpos.
O amor que liberta te joga no chão da cozinha, arranca a sua camisa velha e rasgada, e te faz rir da própria desgraça.
É um gole forte.
Daqueles que queimam a garganta, limpam as feridas e te deixam cru, sem as máscaras que você usa para caminhar entre os idiotas na rua.
Ele não te prende em uma gaiola de promessas falsas; ele escancara a janela e diz: "O mundo lá fora é um hospício, mas aqui dentro a gente pode ser louco em paz".
Você acorda com dor de cabeça, o cinzeiro cheio e o gosto de fumaça na boca.
Mas olha para o lado e vê que as amarras sumiram.
Você está livre. Livre para falhar, livre para beber mais um copo, livre para ser o poço de defeitos que sempre foi, mas agora sem carregar o peso do mundo nas costas.
O amor não é um nó de marinheiro na garganta.
O amor é o saca-rolhas.
Não romantize o contexto do "até que a morte os separe"!
Ao longo dos anos, essa frase teve uma tradução bastante restrita e até romantizada. Como se somente a morte do corpo fosse capaz de separar um casal. Sem dar importância para as diversas e cotidianas "mortes" que uma relação pode ter.
A morte de uma relação pode ocorrer, quando acaba o respeito, a cumplicidade, a admiração, o carinho, a amizade.
A morte acontece quando, mesmo juntos, a solidão e a distância se tornam rotina. Quando os assuntos se tornam escassos, quando o silêncio se torna hábito ou quando a dureza das palavras trocadas já nem é mais capaz de ferir.
E, é nesse vasto contexto, que as mais variadas formas de "morte" realmente separam. E em muitos casos, a separação sem a morte do corpo acaba se tornando a única saída para sobreviver ou, simplesmente, se perceber vivo novamente
"Carinho, romantismo e atenção não são recompensas para qualquer um. São a linguagem do amor entre pessoas que fizeram da lealdade um princípio, não uma conveniência."
A poesia romântica alegra o coração de quem ama , da paixão pode ser a chama que eleva amar nas alturas , nas doçuras do sabor do amor , até o sol fica emocionado ao iluminar os beijos de um casal apaixonado.
Ler poesia romântica é ganhar o mundo nas asas do amor , é sentir a beleza e o perfume de cada flor.
O romantismo começa quando a chama da vela no primeiro encontro é acesa;
O romantismo termina quando no final, a chama da paixão se apaga.
O Funk é um serial killer do amor romântico, do carinho mútuo entre casais e do respeito e admiração pelo companheiro(a)
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