Citações
Acho que perde um pouco da intensidade, não o interesse. Quando se há algo ou alguém que eleva seu ego, seu coração ou apenas seu prazer não tem como perder o interesse, acho que a intensidade vai diminuindo, mas que querendo racionalmente ou não, quando você cruzar, uma faísca mínima que seja, vai ativar o modo Eu quero.
As vezes acho que era mais feliz antes,tinha pureza, inocência e hoje não vejo o mundo com aquele olhar bonito,não vejo mais aquele mundo maravilhoso pois ele só existia na minha cabeça..!
Acho q sempre serei o amor da sua vida
e você sempre vai ser o meu!
mas a gente nunca vai conseguir dar certo ao permanecermos juntos...
20/03/2013
Datas?
As acho engraçadas...
Determinam ou foram criadas pra determinarem marcos, metas, comemorações...
Nasci numa terça-feira as 5h45 da matina...
Já fui inconveniente ao nascer tão cedo!
No dia 21/03/78.
Números?
Os acho tão lindos...
Eles quantificam, qualificam, rotulam...
Hoje 34, amanhã 35...
Gosto dos meus números e datas!
Mas não me limito a eles, não deixo que eles me rotulem, me determinem...
Escolham em meu lugar a hora de brindar ou chorar.
Sinto-me as vezes com 5 anos quando passo da hora de comer...
15 quando me apaixono...
25 quando namoro...
E 85 quando me sinto impotente diante de alguns acontecimentos.
Ainda não me sinto com 35...
Se Deus quiser amanha!
Acho que tô precisando de armadura pro meu coração se proteger de coisas ruins que, insistem em perturbá-lo!
Eu já acho fácil persuadir as pessoas, o difícil é fazer com que elas permaneçam persuadidas por muito tempo.
Eu:amor se você me der um filho, você vai leva-lo de mim?
Ele: Umm... Acho que teria que ficarmos juntos porque eu não conseguiria ficar longe dele, nem teria coragem de de tira-lo de você.
Acho que tudo o que é extremo não nos faz bem! Nem 8 nem 80, nem nada nem demais ... o importante é encontrar um ponto de equilíbrio, um meio termo saudável que nos traga PAZ. Até a luz quando em excesso ofusca!!!
E eu acho que é por isso
que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar
de mim – para não querer, violentamente não
querer de maneira alguma ficar na sua
memória, seu coração, sua cabeça, como
uma sombra escura.
"Há males que vem para o bem". Acho que quem inventou esse ditado, tava tão acostumado a fazer o mal, que em sua mente o mal era o bem.
EU SOU........
Acho que eu seria feliz se soubesse que posso viver sem pensar no amanhã. Se eu soubesse que o tempo que tenho é curto e que tenho que aproveitar o máximo de cada momento, sem precisar depois lidar com as conseqüências das escolhas.
Acho que eu seria feliz se aprendesse a dançar tango e ficasse trabalhando em cruzeiros... Não precisaria de mais nada...
Eu seria feliz com tão poucas coisas, mas ao mesmo tempo sei que não sou uma pessoa feliz. Eu tenho momentos felizes, mas não sou feliz.
Acho que seria feliz com um olhar de carinho, com um abraço bem apertado, com um beijo.
Eu sei dar risada, falar palavrões, chutar as cadeiras, mas não sei ficar sozinho. Ficar um pouco comigo mesmo. E eu odeio a solidão. Poucos sabem o quanto me sinto sozinho, porque não é o que eu demonstro. Talvez eu não esteja dissimulando, talvez eu realmente seja a pessoa que vez ou outra aflora em mim. Mas quem sou eu?
Eu sou a menino autoritário, impulsivo, rebelde, forte, obstinado, de humor negro, que não tem medo de nada, que grita mais alto, que não tem paciência, que vai atrás do que quer, que tem raiva de se sentir frágil, que quer salvar o mundo, que quer carregar os outros na costas, que não se apaixona... Heartless...
Eu sou a homen frágil, feito de porcelana, que chora até entorpecer a mente, que se sente só, que precisa de atenção, que precisa que segurem sua mão, que escuta os outros com paciência e se sente triste por não poder fazer muito a respeito, que fica deprimido, que adora os animais, que coleciona coisinhas , que guarda canudos coloridos torcidos, que guarda todos os papéis, cartas, guardanapos etc escritos pelas pessoas que ama, até pelas que não ama, eu sou a pessoa q te perdoa sempre pq
TE AMO
As vezes eu acho que vou enlouquecer algum dia... como Vincent, ou Franz, só que mais inútil e tals.
Às vezes acho que insisto em lugares que já deveria ter saído, machuco-me, depois culpo os que têm me ferido.
Mas, se a roupa no varal molha, a culpa é só da chuva, ou também minha por não ter recolhido?
Que droga
No começo, não era nada — eu acho.
Só empatia.
Era ela, coitada, tão quieta na tristeza...
Que mundo injusto, que ironia.
Tão meiga, tão viva, agora em silêncio,
Olhos de mel cobertos de sombra.
Quem teve a crueldade de apagar sua luz?
De roubar o sol de quem transborda?
E então me atingiu — direto, sem aviso.
Como pode ela estar assim, partida?
Quem foi o infeliz que lhe tirou o riso
e costurou tristeza em sua vida?
No início era só compaixão, mas quando vi,
já era vício, já era laço.
Sem perceber, fiquei preso de novo
na droga doce do teu espaço.
Quando penso, só vejo teus cachos soltos,
teu jeito calmo, teus olhos fechando em riso.
Fiquei ali, admirando cada traço,
tentando ser abrigo, ser sorriso.
E quando notei, já sorria com você,
sem precisar de nada mais, nem entender porquê.
Ria dos teus risos, da tua calma,
e a cada gesto teu, se curava a minha alma.
E eu juro — por cada alegria que brotou de ti
que não deixarei tua luz se apagar aqui.
Se um dia a dor quiser voltar, eu serei abrigo,
serei tua paz depois do perigo.
Porque agora que te vi florescer em riso sereno,
quero ser teu porto quando o mundo for pequeno.
Te guardar do cinza, da dor e do desamor,
e pintar teus dias com abraço e cor.
Contradições
Sou contraditório.
Às vezes acho que sou um escritor “bom”.
Quando releio o que escrevi e sinto algo real.
Como se as palavras fossem minhas cicatrizes com nome.
Outrora, vejo que sou apenas um iniciante.
Perdido entre ideias soltas,
com medo de nunca ter algo original pra dizer.
Me sinto vazio por dentro.
Como se tivessem me secado aos poucos,
sem que eu percebesse.
Mas transbordo nos meus textos quando ninguém tá olhando.
Textos de puro sentimento.
Intensos demais.
Quase vergonhosos.
Quase como se alguém estivesse me lendo por dentro.
É um excesso disfarçado de ausência,
uma sobrecarga emocional
camuflada de silêncio.
Duvido do meu valor.
Todos os dias.
Nos detalhes, nos silêncios, nas comparações que faço com os outros.
Mas luto pra tentar demonstrar.
Escrevo, continuo, me exponho.
Mesmo com medo de não ser suficiente.
Mesmo tremendo.
Porque cada palavra é
a prova viva de que eu ainda sinto algo.
E enquanto escrevo,
ainda resiste em mim uma parte que sobrevive.
Acredito que ninguém virá me ajudar.
Porque aprendi a não esperar.
Aprendi que ajuda demais decepciona.
Mas escrevo como quem espera ser encontrado.
Como quem joga garrafas no mar.
Esperando, secretamente, que alguém leia as entrelinhas.
Mesmo negando, ainda há em mim um farol aceso.
Me recuso a sonhar.
Como se sonhar fosse um luxo que não me pertence mais.
Como se já tivesse sonhado o suficiente por uma vida inteira.
Mas sonho todos os dias.
Com vidas que não vivi.
Com amores que só existem no papel.
Com finais felizes que nascem só na minha cabeça.
É a forma que encontrei de viver sem me iludir...
mas também de não desistir por completo.
Temo eu não ser mais eu.
Como se, aos poucos, partes de mim tivessem sido arrancadas.
Trocadas.
Desgastadas.
Como o navio de Teseu —
onde já não sei mais quais partes ainda me pertencem.
Mas tento me reconstruir todos os dias.
Com pedaços de ontem.
Com fragmentos de silêncio.
Com a coragem frágil de continuar escrevendo.
Porque escrever ainda é a única maneira que conheço
de tentar voltar pra casa.
Me enxergo em tudo que faço.
Mesmo que não percebam.
Mesmo que ninguém veja.
Mas precisei de uma segunda opinião
pra me ver nas contradições.
Doeu escrever tudo isso.
Mas sinto que essa dor faz parte
da “cura” que nunca virá.
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