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Eu só queria acreditar no que eu penso, ser quem eu quero ser, comer o que eu quero comer, bater em quem eu quero bater

É preciso errar para se julgar, mais é preciso ser justo para se julgar

Você que me arremete ao passado, me destroi a vontade de conhecer o futuro, me algema e acorrenta aminha alma e com um forte brado aponta-me a mais terrivel de suas armas. A saudade! Peço-te, por favor liberte-me!

Gente invejosa é igual a herpes: quando você menos espera, aparece...

Minha vida é como um livro, alguns julgam pela capa, outros pelo número de páginas, e outros acabam lendo e participando da história.

Claro que eu acredito em amor a primeira vista, tem sapatos e vestidos que eu vejo, que foram feitos pra mim.

E o nome do jogo é: vida. Pegue suas cartas, conheça as regras, seus parceiros e adversários e boa sorte.

Garotas espertas não amam, não têm medo das coisas, não ouvem tal música só porque tá na moda, não usam salto alto só pra se sentirem maiores que as outras. Garotas espertas não confiam em qualquer um, não deixam de sorrir só porque disseram que ser metida é legal. Garotas espertas gostam do que gostam e conseguem fazer com que todo mundo as entenda, e entende o gosto dos outros. Garotas espertas se divertem, e nem sempre precisam sair de casa e encher a cara pra isso. Garotas espertas não têm medo de mostrar seus sentimentos, mas fazendo todo mundo ficar com medo delas. Garotas espertas não se fazem de burras só porque é mais fácil. Elas sabem que são raras, e por isso não deixam que nenhum idiota as trate como qualquer uma.

“Necessito de me apaixonar constantemente; e é essa não aceitação do mesmo que alimento no meu viver, ontem foram teus olhos, antes fora à boca, e segue-se tua fala, mas todos os dias à palpitar teu coração, e que desejo de sê-la, porque tê-la já não me basta. O que farei se não mais tiver dos teus ares, tua maculada face, eu não serei mais eu mesmo, para tanto minha tarde de por do sol é símbolo de solidão; do que se foi, fica comigo e permanece na minha paixão”.

Liturgia Diária


Não me importa que conheça outras pessoas

Quero que conheça todas as que queira

Me importa que nessa liberdade

Todo dia siga elegendo a mim



No traslado à vida de casal

Defendo a eleição diária

Creio que habite nisso, na verdade

O espírito da relação



Não creio em frases como “para toda a vida”

Creio no trabalho que implica ser casal

Que é diário



E que um nunca saiba se no outro dia será igual



E nesse mistério

Na confirmação diária

Está para mim o segredo do amor

Duradouro

Sólido



Embora pareça exatamente o contrário



Não suporto obrigações

Nem que ninguém as tenha comigo

Quero é que adore estar comigo

Não que seja um acordo

Você chegou assim, tão de repente...
e despertou um sentimento que eu ainda não conhecia, você o fez crescer e se fortalecer.
Hoje, o amor que sinto é único!

Amo você!

Por maior que seja o amor, ele não suportará uma falta de consideração.

Se pra te o teu amor for preciso esperar, esperarei.
Se pra conquistar o teu reino fo preciso renúnciar, renúnciarei.
Se pra te ter por completo fo preciso sofrer, sofrerei.
Se pra agradar o teu coração for preciso morrer pra mim mesma, morrerei...Porque o que eu mais desejo é ser tua melhor amiga Jesus, conquistar teu coração, plantar a semente das boas novas em milhares de corações e ser pra sempre tua.

Podemos ser pego de surpresa na rua
Derrepente seremos surpreendidos
Esperar qe a vida continue
Ficaremos sempre desentendidos

Eu Acredito Em Nós Dois Juntos, Mesmo Que Precise Lutar Sozinho Por Isso, Apenas Segure Minha Mão.

Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”

O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).

Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.

O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.

De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.

Busque o conhecimento, pois continuará nas gerações depois da tua morte; quem busca músculos ou beleza, onde ficará?

Vai, que eu vou ficar aqui e te esperar amor
matando minha saudade lembrando de você com as
fotos que ficaram em minhas mãos
e assim vou tentar viver longe de você
não vai ser facil mais nada pode ser impossivel
o coração é uma das coisas mais fantastica que existe
pois só ele consegue ser destruido e reconstruido
apenas por AMOR

Se você acredita vale a pena tentar mais uma vez.

Melhor caminhar só e achar a estação, do que esperar pelas pessoas onde não passa o trem!