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Abraços nunca custaram tanto. Apertos de mãos nunca foi tão perigoso. Enquanto podíamos fazer sem riscos, talvez nem nos déssemos conta, que era tão importante o contato físico com outras pessoas. Agora o que temos é simplesmente o medo de se contaminar ou de contaminar alguém, depois que tudo isso passar, essa grande situação servirá para fortalecer os valores das coisas simples, como um simples aperto de mãos, um leve abraço ou aquele velho beijo de cumprimentos ( oi amiga). A comunhão nunca foi tão perigosa, valorize cada minuto com as pessoas que você mais ama, seus amigos, colegas, fomos separados por um breve período de tempo, de fazer nossas reuniões familiares, com os amigos, nossas festinhas, mas tudo isso vai passar, o céu voltará a brilhar com toda intensidade sobre nossas cabeças, "essa é só uma fase ruim" mas que já já está passará. Cuide-se. Previna a se e aos outros que estão a sua volta.

Aquele que deseja promover o seu próprio nome vai acabar destruindo-o. Aquele que não aumentar o conhecimento, diminui. Aquele que não aprender não é merecedor da vida.

Não é no momento da mais profunda dúvida que nascem as novas certezas? Nesse mesmo sentido, talvez a desesperança seja o adubo que alimenta a esperança humana; talvez nunca experimentássemos o sentido da vida se antes não tivéssemos experimentado seu absurdo.

Ela o encarou por um momento, as mãos cruzadas sobre a frente do corpo, embora estivesse totalmente vestida.
- Ah Bobby - Disse ela indo até ele abraçando-o e dando-lhe um grande beijo na boca.
Era o que ele havia esperado durante seis anos.

Vai que a gente se encontra de novo
Numa balada, no meio do povo
Eu meio travado, coração apertado

Se der um sorriso não vou resistir
Sua boca dizendo: Te quero pra mim
Que me esperou, que tava com saudade, amor

Até vocês começarem a focar no que é preciso ser feito em vez do que é politicamente possível, não há esperança.

Alma de mulher...


Tenho alma imensa... gigante
Feita de medo e coragem
De silêncio, amarras e voz
Amarras em laços, não em nós

Colorida, perfumada, bem cuidada
Dessas que sorri por bobagens
Que faz coro até pr'um bom desaforo
Que adora cartões, flores e mensagens

Minha alma caminha, salta, dança
É inquietantemente quieta
Mas só quando a noite parte
De dia, é quente... às vezes fria

É dada aos avessos e aos contras
Mas concorda com o que é certo
Tem hora que sai... vai embora
Mas não passa da porta e corre de volta

Minha alma nada entende
Além de ser só alma
Tá de bom tamanho assim
Porque quando ama, ama em mim

❝ ... que os nossos olhos possam enxergam o amor e a harmonia de cada detalhe do nossos cotidiano ... estes que florescem alegrias nas miudezas que estão sempre presentes ... irradiando paz aos nossos dias ! ❞

⁠Temperança é essa moderação pela qual permanecemos senhores de nossos desejos, em vez de seus escravos.

As melhores descobertas sempre aconteceram com as pessoas que não estavam procurando por elas.

"Sem drama, sejamos sinceras: Se alguém te perguntou se vale a pena e você não teve certeza ou pensou demais, é óbvio que não vale. Uma pena você presa e esperando futuro de uma coisa que não tem nem presente

É melhor morrer por uma ideia que vai sobreviver do que viver por uma ideia que morrerá.

Steve Biko

⁠Gritei, chamei pelo o amor
Implorei por causa da dor
Não obstante, me perguntou:
- Por que você me deixou ?

“É preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.”
(José Saramago)


"Fora da Ilha"_ um olhar para si

Ainda que tenhamos a certeza de que nada passa desapercebido de nossos olhares mais críticos e aguçados, nada somos e nada sabemos. Nem de nós mesmos, muito menos acerca do que nos fascina. Somos uma legião de sabidões, doutorados em hipocrisia e mestrados na leviandade. Vivemos como se soubéssemos o segredo da vida e impregnamos o nosso trajeto com o peso vil das experiências mal sucedidas. Ora bolas, quem somos e para onde vamos? Eis esse grande mistério milenar...
Seres surtados e altamente despreparados para a vida e para o que ela oferece... Nem mesmo conseguimos enxergar o que faz morada em baixo de nossos olhos. Nada, definitivamente nada é observado como se deve. Abandonamos pessoas como coisas, como peças... E volta e meia retornamos, ou tentamos retornar Justamente porque não conseguimos lidar com a ausência da lágrima e da devoção.

"Neguei tanto, mas não era pra desistir tão rápido. Mesmo distante eu sabia que você estava ali, e sem isso eu não sei viver. Que merda!"

Um vaso quebrado não retorna nunca... Que grande carência humana. Voltamos atrás vez ou outra, daquilo que não nos proporcionava mais nada, simplesmente pelo fato de não conseguirmos lidar com a perda do que um dia foi seu. O amor vai, o amor vem... O amor empaca e o amor some. Será amor?

Para tanto, nada é necessário, basta ver o sorriso de quem um dia chorou. E tudo muda de cor.... O amor morto ressurge como uma fênix, dói peito, falta ar... Até as borboletas que já pairavam em outro ambiente retornam. Sofre o ultimo, sofre o atual, sofre o próximo... Sofremos! Porque o que não prestava mais, volta a ser tudo e o que era tudo passa a ser nada. Triste estágio. O ciclo não para... E basta uma tentativa e a coisa volta a ser como antes! E assim vai... Solidão, tristeza e vazio.
Um dia, cansamos de procurar.... Vamos promover o encaixe, quase que forçosamente. Ainda sobraram peças, sem cor, sem perfeição no encaixe, com muitas brechas e ainda assim o resultado surpreende, ficou lindo e foi o melhor que pude arrumar.... Mesmo torto, vazado e sem cor, gasto, a figura encanta. O desenho que se forma ao final é tão explendoroso aos nossos olhares cansados, que passamos o pouco tempo que nos resta sentados em nossos sofás nos questionando o porque de não termos montado isso antes! Lembrando de todas as peças que jogamos na caixa e que nunca mais encontraremos. Ta certo... É assim, o quebra cabeça vira quadro e o quadro vai pra parede. Que conto maldito! Logo vem o caminhão... Mas nem deu tempo da parede amarelar! Bom, lá se vai o quadro e todas as outras peças da casa direto para o lazarento sumidouro, porque? Nada mais habita ali. Acabou o tempo!

Caminhar na vida e aguardar peças, aguardar encaixes perfeitos para a nossa existência... Que grande estupidez humana. Amores vem e vão, massacrados pela intolerância e o egoísmo, pelo medo, por incertezas... E o que fica? Nada!
O que somos e para onde vamos? Volto a dizer... A grande verdade, humildemente falando é que não vamos a lugar nenhum! Por que já estamos aqui. Estamos aqui e aproveitamos a nossa estadia vivendo a miséria das relações vazias. Dos encontros vazios e das relações sexualmente satisfatórias e emocionalmente destrutivas. Que cagada! Não conseguimos enxergar o bom até que o tenhamos expulsado completamente... Não conseguimos viver o presente até que este vire passado, que fiasco! Tudo o que vai passa a ter valor e gosto, que engolimos diariamente com a sede do desgosto e da solidão! Que nutriente né?
Assim como o Rei de Saramago não considerava a existência de uma ilha não mapeada, nós acreditamos ser os entendedores de todos os nossos mistérios, todos! E nada escapa, sou isso e ponto.

Mesmo assim, o rei liberou a busca. Permitiu o barco seguir em águas profundas, rumo ao encontro da tal ilha! E o encontro... Ahhhh, esse se da, aos poucos... De fora pra dentro, e que aventura! Solitária, mas nem por isso ruim... Porque para ver a ilha, a briga e feia... É preciso sair dela! Sair, se despir e olhar minuciosamente para ela... Conhecendo-a como que pela primeira vez... Que grande exercício de renascimento! O que nos é importante, o que realmente nos nutre... O que queremos, o que nos constitui?
Muitas versões de Saramago sobre o conto da Ilha já foram compartilhados... Mas o autor nos deu esse presente para isso mesmo, e isso também faz parte. Sair de si... Olhar pra si, mapear a si... E por aí vai! Nada melhor... Não há nada melhor...

Afaste-se de sua ilha, olhe para ela e veja o quanto ela é linda e feia ao mesmo tempo. Conheça seus sentimentos, respire! Se conheça! E faça cada minuto valer a pena. Afinal, ser um perdido em nossa própria ilha, não deveria ter cabimento!

Pequena Garotinha

Ela é pequena, quieta, ninguém sabe muito dela,
Dizem que ela veio de outro país,
E até que veio de outro planeta.

Muitos a julgam, mas ela entende,
Pois quem desconfiaria,
Que ela tem o universo em sua mente.

Cada vez que um de nós se torna um ser iluminado, toda a humanidade caminha um passo em direção a iluminação.

“Hoje é tudo o que temos: morangos à beira do abismo, alegria sem razões. A possibilidade da esperança”.

(Em “Sobre o otimismo e a esperança” – Concerto para corpo e alma. Página 160 – Editora Papirus – Campinas – São Paulo, 2012).

(...) Não ler, pensei, era como fechar os olhos, fechar os ouvidos, perder sentidos. As pessoas que não liam não tinham sentidos. Andavam como sem ver, sem ouvir, sem falar. Não sabiam sequer o sabor das batatas. Só os livros explicavam tudo. As pessoas que não leem apagam-se do mapa de Deus.

Eu quero encontrar um monte de gente e sentir diversas coisas. Com certeza terei experiências ruins também, mas eu ainda quero conhecer o mundo.

Me dê o prazer de [você] ter prazer comigo!