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Acredito que o cérebro humano é como um sótão, um lugar de armazenamento para fatos. Mas como o espaço é infinito, deve ser preenchido apenas com coisas que a pessoa precisa para ser um melhor. É importante então que não haja fatos inúteis. – Sherlock

A leitura de um bom livro enriquece, pois adquirimos conhecimento em vários idiomas.

Esperamos demais das pessoas, quando na verdade não devemos desejar ou esperar nada de ninguém, porque a atenção deve vir da alma, não somente de nosso desejo

"Na vida não temo os demônios tampouco espero pelos deuses ou imploro pela intervenção divina; simplesmente produzo energias adequadas para a realização dos meus intentos e por méritos próprios eu realizo os meus próprios milagres!"
K. Monic

"Compare a esperança com um gramado, quando a esperança parecer estar perdida lembre-se, a grama quando seca necessita de apenas algumas gotas de água para que novos brotos sejam revelados, sendo assim a esperança necessita apenas de algumas gotas de sua fé para que sejam revelados seus novos brotos"

Preciso que conheça tantas coisas, inclusive as palavras que não falei. Se quiser, ainda moro no mesmo endereço.

Às vezes, mesmo sabendo que é um erro, a gente insiste em acreditar, né não? É quente.

Eu realmente acredito que os opostos se atraem. Pois é necessário o "contrário" para poder existir um certo equilíbrio entre as coisas. Por exemplo, o dia e a noite, a felicidade e a tristeza, o frio e o calor, eu e você.

Para ter uma vida perfeita, temos de ser feliz, certo? Portanto, temos de aceitar que não há vida perfeita. Aceitar que o que precisamos é o que temos. E isso já é o essencial.

A Saudade só dói,
quando morre a esperança
do reencontro

16/09/2015

Se todo namoro deve terminar em casamento então conhecer é perda de tempo e o amor é inútil.

QUEM ME QUISER

Quem me quiser amar
Que me aceite como sou
Fechado num mistério
Triste, frio e sério
Sem saber aonde vou!

Quem me quiser sentir
Que me sinta sem pensar
Quanto valho ou quanto sou
Pois a vida não medrou
No jardim do meu olhar!

Quem me quiser negar
Pois que o faça e faça já
Minha vida é diferente
Não sou igual à outra gente
Já não quero, já nem dá!

Quem me quiser esquecer
É um favor que me faz
Uma alegria que me dá
Ir-se embora que vá já
E me deixe SER em paz!

Desbravador

E aqueles que são "DESBRAVADORES", devem saber a arte de conhecer a si mesmo, pode ir longe. Encontrei uma bela palavra, DESBRAVADOR, quero ser um desbravador, para encarar o meu próprio ser. Existem palavras que a gente tem de tomar para se mesmo, e essa palavra é uma das palavras que tomo para mim. DESBRAVADOR...

Frente à dificuldade, há 2 tipos de pessoas:
1 - Que droga!
2 - Desafio aceito!

"Hoje eu acredito em demônios, pois os vejo em Ti."

Julgamento de leigos é só especulação. O resultado de atitudes impensadas é que leva à verdadeira condenação.

Desde que você se foi, espero o improvável. Te vi apagar o meu número e ainda assim, quando o telefone toca, corro para atendê-lo esperando ver o seu nome na tela.

É, está chegando meu aniversário, mas, para mim, nada importa. Vai-se mais um dia comum, espero que todos se lembrem de mim. Sei que não sou a pessoa mais especial do mundo, mas eu me importo com vocês.

É mais fácil acreditar na mentira do que na verdade, porque a mentira é uma pura criação da mente, ao passo que, na busca da verdade, a mente tem de transcender os seus próprios limites, indo em direção a algo que não é ela, a algo que não existe como mero pensamento e sim como elemento externo totalmente heterogêneo.
A própria palavra 'mentira' vem da mesma raiz de 'mens', a mente. Para acreditar na mentira, basta pensá-la. A verdade só é assim no caso dos juízos puramente formais, vazios. como A = A. Em todos os outros casos a mente tem de lidar com dados externos que não vêm formatados como pensamentos e requerem algum trabalho para poder ser pensados.

Ondas de Solidão
Se possuísse uma canoa e um papagaio, podia considerar-me realmente como um Robinson Crusoé, desamparado na sua ilha. Há, é verdade, em roda de mim uns quatro ou cinco milhões de seres humanos.
Mas, que é isso? As pessoas que nos não interessam e que se não interessam por nós, são apenas uma outra forma da paisagem, um mero arvoredo um pouco mais agitado.
São, verdadeiramente como as ondas do mar, que crescem e morrem, sem que se tornem diferenciáveis uma das outras, sem que nenhuma atraia mais particularmente a nossa simpatia enquanto rola, sem que nenhuma, ao desaparecer, nos deixe uma mais especial recordação.
Ora estas ondas, com o seu tumulto, não faltavam decerto em torno do rochedo de Robinson - e ele continua a ser, nos colégios e conventos, o modelo lamentável e clássico da solidão.