Cidade
A Enchente
Uma cidade,
Arruinada,
No seu dia castigada,
Com as forças,
Das correntezas,
Que levou a cidade,
Em extrema pobreza.
Nesse momento,
De alerta,
Para uma vida,
De segurança incerta,
Nesse momento,
Preocupante,
De cada dia a todo instante,
Nesse estado do Brasil atuante,
Nessa busca por sobreviventes,
Resgatando um ser humano impotente.
É a união e a luta pela vida,
Nesse tempo de despedida.
De uma tragédia conhecida,
Que causam medos
Em muitas vidas.
Nesse cenário de morte,
Só Deus pode mudar
A nossa sorte,
Um povo sofredor,
Chorando a sua dor,
São vidas Desabrigadas,
Entre outras desesperadas,
São vidas separadas,
De suas casas destruídas,
No meio dessa jornada.
São tantas coisas
Perdidas.
Pela inundação,
Dos rios de sua morada.
A chuva com a frente fria,
Causam deslizamento
E alagamento,
No acontecer,
Da sua triste poesia.
São pensamentos,
De tormentos,
Em meios aos ventos,
Essa calamidade,
Que tomou conta
Do estado,
Que deixam abrigos
Lotados.
Nesse espaço,
Desconfortável,
De um ambiente
Tão desfavorável,
Onde tudo segue alagado.
Porém existem,
Voluntários,
Que são solidários,
Nesse cenário,
De seu tempo diário.
Pois muitos são orientados,
A deixar o seu lugar,
Com a dor no coração,
De que tudo vai passar,
E a vida continuar.
Essa cena de tristeza,
Foi o aviso da natureza,
Avisando ao homem
Do pecado,
Tudo o que ele tem negligenciado.
Nessa terra de sonhos
Frustrados.
Há esperança,
Para o coração desejado,
A viver o que o Criador tem preparado.
Poeta Mbra ✍️
Direitos Autorais Reservados .
D.A.9610/98
Brasil🇧🇷
No meio da exaltação, um coração vive no vácuo e sem reação
No meio da voracidade da cidade, eu parei e sentei
E sorri com paixão
O mundo parou e julgou-me por pagão
Em um dia nublado na cidade de São Paulo, eu estava em um prédio alto, parado, olhando pela janela.
Depois de um bom tempo observando, comecei a ter lembranças do meu passado e de uma garota que conheci. Uma garota por quem eu tinha muito carinho. Ela era minha amiga, não era muito bonita, mas tinha algo que me agradava e cativava desde o momento em que nos conhecemos.
Eu sempre a procurava, tentava agradá-la, e fazíamos de tudo juntos. Com o tempo, percebi que tudo o que eu fazia parecia não ter importância, era como se fosse algo não natural ou até insignificante para ela. Isso até o momento em que ela começou a me desprezar e a me evitar.
Doeu perceber que nossa amizade não era mais a mesma. E doeu ainda mais vê-la se entregando, fazendo de tudo para agradar outro alguém, um desconhecido.
Enquanto olhava a cidade e lembrava dessa garota, comecei a perceber uma semelhança entre ela e a cidade de São Paulo.
Eu a vi se entregando a alguém que tirava o seu melhor, sua essência, sua inteligência e não deixava nada em troca.
Ela se tornou feliz e pobre, bela e vazia, maquiada e feia, enérgica e autoritária, tanto por dentro quanto por fora. Ela se entregou a alguém que não a valorizava e nada lhe devolvia.
Quanto à garota, nunca mais a vi. E fui mais feliz assim.
Quanto a essa cidade... um dia ela foi a minha cidade.
Você mora na zona mais rica da cidade e se acha o funkeiro, só que na realidade, sua mãe está te dando danone e waffer na sua cama.
Naquela noite, ele sonhou que ali se ergueria uma cidade barulhenta com casas de paredes de espelho. Ele perguntou que cidade era, e responderam com um nome que ele nunca tinha ouvido falar, que não tinha nenhum significado, mas que teve um eco sobrenatural em seu sonho. Macondo.
Pode namorar e postar
Pra tentar tirar a minha paz
Mudar telefone de cidade, vai
Mas esqueça-me se for capaz
Esquece aí, cê não é o bichão?
Nunca esquecerão
Nunca!
Dentro de mim habita uma cidade esquecida, onde os sonhos desbotados se transformaram em ecos e apenas as lembranças ainda caminham pelas ruas vazias.
O barulho da Cidade
Não me invade
Nem tira minha atenção
Sou filho nato da roça
De mãos calejadas e grossas
Sou fruto do meu Sertão.
As luzes tristes da cidade
Debaixo de um poste
De luz amarelada
A qual mal iluminava o próprio entorno
Numa rua sem saída, escura e úmida
Morria aos poucos de fome mais um morador de rua
Esse é um de tantos outros cantos tristes escondidos na selva de concreto e aço
A qual não sede espaço pra esperança
Aqui mora um milhão de milhares de pessoas
Sem perspectiva de futuro
Sobre as luzes tristes dessa cidade faço meu nome, não pertenço a lugar nenhum
E ao mesmo tempo sou de todos os lugares
Sigo firme
Pois
Assim são
Os cantos iluminados
Pelas tristes luzes dessa cidade
Não tenho certeza do futuro
Não sei se tem algo nesse mundo
Não quero sair no escuro
Tenho medo deste mundo
Imundo
Naquela rua morreu um senhor
Naquela outra, mora um senador
No final nenhum dos dois tem valor
Aos bairros nobres desejo boa sorte
As favelas desejo que Deus tenha pena
Para que eles vivam e prosperem a cada dia
Pois aqui, não existe piedade
Sobre as luzes cruéis e tristes da cidade.
A alma deslumbrante de Londres
Londres, antiga cidade contrastante da idade de ouro
Às vezes pelas ruas de Londres, às vezes modernas e cheias de história
Sua beleza única como os jardins de Londres
Que tantos olhares atraem
Seus vários estilos únicos como o universo
Faz de você uma atração turística como Shakespeare que caminhou ao longo do rio Tâmisa que o corta ao meio cheio de paixão louca e ardente
A troca solene de soldados
Do Palácio de Buckingham para taças cheias de vinho
Big Ben que perpetua a pontualidade britânica e nos chama a ver tamanha beleza
A London Eye que não vê nada
E de onde muito pode ser visto até seus olhos
Aos domingos e segundas-feiras, tome um brunch na Portobello Road e aproveite o centro político
O jeito londrino de ser
Com as ruas dos sentidos em cabines telefônicas vermelhas
O táxi preto, formalidades
Faça compras em Camden Town
E finalmente,
Conheça pessoas de Covent Garden ao centro político.
O Matuto
Nasci e cresci no campo, fui a cidade em busca de felicidade, mas com tempo percebi que havia deixado a felicidade para traz.
Uma vez matuto sempre Matuto
Quase...
Eu quase morri de saudade...
Eu quase bebi a cidade inteira...
Eu quase perdi a cabeça...
Anderson_rosa
Acróstico da cidade de Touros
Tão minha e tão bela
Orgulho do Mato Grande
Uma princesa litorânea
Rosa do Bom Jesus dos Navegantes
Olhai os teus filhos, Pai
Sou tourense com amor
Memórias da vida passada.
Fortaleza, Ceará, cidade do pôr do sol
Me recordo brincando nas ruas, uma flor de girassol
Me afoguei na tempestade que o teu amor criou
Não lembro de mais nada, só do tempo que esfriou
De repente estava nublado, sem festança ou alegria
De repente estava sozinha, triste sem harmonia
O cheiro de perfume barato invadiu o que eu sentia
Aqueles olhos encantados, era tudo que queria
Abriu-se uma cratera, que foi até o fundo do mar
Me vi no meio das estrelas, o universo a me observar
Uma paz descomunal me disse que tudo acaba
Nasci em outra vida, com os teu olhos de jabuticaba
Na cidade de pedra
No braços da mãe natureza
No colo de Deus
Eu agradeço
O riso solto
O brilho nos olhos
A esperanca de um novo dia
Eu agradeco
O pôr do sol que fecha um ciclo
As estrelas que abençoam meu descanso
E o raiar de um novo dia
Que anuncia o recomeço
E permite o renascimento
Eu agradeço
Eu abençoo o que veio antes e o que virá
Eu sigo
Eu agradeço
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