Cidadão
“O Estado democrático não deve perguntar ao cidadão por que ele desconfia do poder; deve perguntar por que lhe deu motivos para desconfiar.”
"O silêncio de um cidadão diante da injustiça pode ser prudência; o silêncio de uma sociedade inteira diante dela é o começo de uma tirania.”
"Quando a lei passa a proteger o poder contra o cidadão, o Direito deixa de ser escudo e transforma-se em arma.”
Segurança pública não é o Estado protegendo-se do cidadão; é o Estado protegendo o cidadão da violência.
Uma cidade verdadeiramente segura é aquela em que o cidadão pode circular sem medo e a polícia pode agir sem arbitrariedade.
A liberdade do cidadão termina onde começa a violência contra outro cidadão; o poder do Estado termina onde começa o abuso.
O Estado que promete segurança absoluta prepara o cidadão para aceitar liberdades absolutas do próprio Estado.
A segurança pública precisa proteger duas fronteiras: a rua contra o crime e o cidadão contra o abuso do poder.
A maior vitória da segurança pública não é quando o cidadão vê a polícia; é quando pode viver sem precisar procurá-la.
Quando o cidadão precisa conhecer alguém para obter aquilo a que tem direito, o Direito já começou a falhar.
A ditadura transforma o cidadão em súdito e, depois, transforma a obediência do súdito em prova de consenso.
O autoritarismo começa quando o Estado passa a considerar perigoso o cidadão que conhece seus próprios direitos.
A verdadeira função do Direito não é ensinar o cidadão a obedecer ao poder, mas ensinar o poder a obedecer ao Direito.
“Toda lei deveria recordar que, antes de ser cidadão, réu, credor ou devedor, existe uma vida que não pode ser reduzida ao processo.”
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