Frases de chuva e amor para aproveitar o clima a dois
Toda vez que vejo o tempo assim, me lembro de alguém...
Que adora tomar banho de chuva, pés descalços, sentindo energia da natureza.
Talvez essa água diga coisas que ninguém entenda, mas é benção, amém.
Talvez seja apenas canção, lágrima ou pranto, ainda assim exibe sua beleza.
Vem chuva, alimentar rios, cardumes, plantações, regar nosso espirito de criança.
Até porque depois de chuva, vem tempo bom, após as lágrimas, vem sorriso, esperança.
Talvez um dia eu entenda teu amor, teu mistério, quando estiver na paz do cemitério,
E o meu corpo assim como a chuva, matar sede e fome das rosas!
E como a grama que ressurge a cada pouquinho de chuva, como as flores que abrem ao primeiro raio de sol, assim é o nosso coração: Renasce pela presença do amor, em cada demonstração de carinho, floresce a cada palavra amiga e se fortalece a cada sentimento de esperança e fé. Somos flores de Deus, vivas, crescentes, pulsando e que precisamos todos os dias sermos regados com todos os bons sentimentos e energias soltos pelo mundo. Seja luz e se deixe iluminar, sorria e ganhe sorrisos, ame e se deixe amar, faz tão bem!
Um dia, quando a chuva passar
Sol e pássaros irão cantar
Na imensidão da vida
Duas almas irão se encontrar
Um dia, para onde o destino levar
Pessoas e medos irão se calar
Nas lágrimas que um dia escorreu
Um coração acelerado bateu
Um dia, quando a coragem chamar
A solidão saberá descansar
Na angustia de quem já viveu
Um grande amor nunca morreu
A chuva está vindo,
Mas ela mantém-se firme,
Garota forte!
Vive na tempestade
do seu triste coração.
Ela sabe,
Que depois da chuva
Vem o arco-íris.
Pode ser forte, pode ser assustador,
Mas ela não desiste.
Olha o sol.
Olha que céu azul!
Mais uma noite difícil.
Mas ela sorriu,
"Pois o que passou, passou!",
Diz ela.
Tempestades,
Tempestades do meu coração.
Acalmem-se,
Quero dormir.
Por favor, está frio aqui,
Amanhã eu preciso sorrir.
Obrigada!
Lua
Procyon nos presenteou logo após esse pôr de sol, enquanto a chuva regava nossa porção de infinito
Rezei aos meus, refiz a rota de volta ao seu caracol, não aprendo, esse é meu defeito, por sorte sou erudito
No reflexo da poça, o vira-lata lambe a lua cheia, quase tão linda quanto seus olhos gigantes
O tempo voa, enquanto isso,risca seus desejos na areia
E a maré leva de seu jeito elegante
Momentos passando ao contrário, bem perto de amanhecer
E nós aqui, sorrindo e fugindo do caos da terra
Te convido todas as noites a orla comparecer, são quase 6, em pouco tempo nosso romance se encerra.
A chuva está caindo e deslizando suavemente no para-brisa do carro...
O som dela é um coadjuvante perfeito para os acordes daquela música inebriante.
A tranquilidade da mente, agora mais limpa e leve, renova o espírito.
Mantenha-se positivo, cultive a paz e a esperança, e seja feliz.
Mas, lembre-se, diminua a velocidade!
MORTE
(Edson Nelson Soares Botelho)
A chuva cai na escuridão da noite
Vislumbrando a estrada da morte
O vulto preto aproxima-se lentamente
No silêncio que atormenta os mais fortes
O medo aniquilando todas as esperanças
O olhar frio sem nenhum sentimento
Cada vez mais próximo
A redenção de todo o sofrimento
A figura macabra emoldura seu destino
Aumentando ainda mais a sua dor
Para que sua partida seja o mais breve
Sem dar nenhuma esperança
Reduzindo pela metade seu último suspiro
A cada dia vivido fenece todas as lembranças
“Para cada gota de chuva que cai me pego a pensar e me pergunto: onde será que você está?
Na mesma hora, eu olho para a chuva e te sinto na mesma intensidade em que ela cai lá fora, então me questiono: o que fazer agora?
Fecho os meus olhos e entendo que agora não é a hora!
Então, termino o meu chá e vou-me embora.”
Me fizeste com coração cigano e alma encantada
E aprendi a amar desde cedo os ventos, chuva e tempestade..
E admirava os Deuses e encantados da natureza
E adorei o Amor a se revelar nos mistérios da natureza
Entre mantrans e sinfonias de esferase dimensões paralelas
Vi meu coração incendiado de paixões da carne e amores espirituais
Extasiei inevitavelmente
E em Luz e Som, iluminado de Vida, com lábios em prece te rendi Louvor
Versos de gratidão nos lábios
Minh'alma grita
Dentre as milhões de gotas da chuva caindo
E lá vão elas
Caindo, caindo, caindo...
Caem as gotas, as estrelas
E continua minh'alma a bradar
E querer encontrar teu olhar
Se perdendo em teu doce brilho
Que me atingiu como um tiro
Pá! Certeiro sem vacilar
Apenas vi o cintilar
Daquilo que no futuro quem sabe seja o meu amar
Será maravilhoso!
No espelho d`agua, entre as gotas de chuva, como uma miragem vindo na minha direção no horizonte escaldante,
em todos os momentos e em toda parte me parece que você vai sair das cortinas com aquele olhar falante e sorriso em forma de abraço,
se os desejos falassem, se os meus sentimentos gritassem, a, a, a,! Como seriam eufóricos e ricos os meus dias, todos a minha volta saberiam o quanto é grande o meu amor por ti.
Maravilhoso foi viver você no passado, um pouco sofrido vivo o teu presente, mas sei inconsciente e conscientemente como será lindo o nosso futuro.
Chuva que lava meu rosto mas não lava minh'alma, chuva que devasta, leva, carrega mas me deixa a saudade dela. Chuva forte, barulhenta mais parece uma canção, som de chuva, trovoada, esse é o som do meu coração, ó chuva, lhe peço, leva do meu peito essa solidão, na noite fria o nome dela ecoa como um trovão e se mistura com meu grito de paixão. Chuva fria, gelada, que se iguala ao peito da mulher amada, leva minha paz e meu juízo na sua enxurrada, nessa chuva cada lembrança é uma 'pancada'; chuva, vento, sofrimento... Já não sinto nada...
O cheiro da chuva me lembra você. Lembra aquela noite chuvosa de outono, na volta da escola. E a chuva? Ah, a chuva; outra vez dando uma de cúpido!
E, enquanto os pingos molhavam nossas faces, os nossos lábios se tocavam numa suavidade esplêndida.
- uma jovem poeta
Quero de Volta
Quero de volta minhas noites de chuva, minhas estrelas, meu céu nublado e o vento cortado.
Minha lua em todos os estágios. Nova, crescente, quarto crescente, cheia, minguante e quarto minguante.
Deitar na grama, na areia ou na terra para viajar no espaço e ver as figuras que se formam com o movimento das nuvens. Balançar na rede e embalar a rede.
O papo solto, os assuntos proibidos, os assuntos leves e também os pesados. As verdades de qualquer estirpe.
As músicas de qualquer espécie. As espécies que falam da gente e que falam nada. Que fazem sentido e que sentido não tem.
Quero de volta o acordar mais tarde com o peso do teu corpo e o carinho de um beijo.
O roçar de dedos, de mãos, de pernas, de narizes, línguas e corpos, do roçar das mentes. Os prazeres, arrepios e gozos.
As pernas que pesam umas sobre as outras, as pernas que descansam umas nas outras. As pernas que seguem as mesmas trilhas, que caem e se levantam, que se cortam e se cuidam.
Os pés que acariciam outros pés. Os olhos e olhares diretos, furtivos e de lado. O cuidado do corpo, da alma, das feridas, dos achares e dos pensares.
As brincadeiras sem graça com grandes risadas, risadas que não acabam e risadas da seriedade.
Quero de volta a honesta palavra e a atitude honesta. O reto, sem subterfúgios, as escolhas diretas, a prioridade, o correto jeito das coisas.
A transparência das roupas, da alma e da mente. As corridas, os treinos, a endorfina, o prazer da diversão a cada passo, a cada papo, a cada abraço, a cada pingo, pingo de suor, suor que encharca, encharca o corpo e a alma.
Quero de volta meus sonhos, meus pesadelos, minhas ilusões, minhas desilusões, fantasias, viagens e imaginações.
Quero de volta as surpresas feitas, as surpresas recebidas.
Quero de volta a alegria pura, a felicidade gratuita, o encontro por acaso e também o descarado.
Quero de volta o namoro na chuva.
Amo a Chuva!
Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens. Durante o fenômeno, gotas pequenas crescem por difusão de vapor de água. Ao cair, a profusão de gotas refresca os ambientes, alimenta lagos e rios, mata a sede, escorre pela terra, lambe os corpos e convida ao entrelaçamento de braços e pernas e libera sons mágicos.
“Para cada gota de chuva, me pego a pensar:
Onde será que você está?
Nesse instante meus olhos se voltam para a chuva a cair lá fora e meu coração te sente intensamente. Me questiono:
O que fazer agora?
Fecho os meus olhos e entendo que agora não é a hora. Então, termino o meu café e vou-me embora.”
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