Frases sobre andar na chuva

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Prefiro caminhar na chuva, em dias triste, do que me esconder dentro de casa.

porque correr se andar na chuva é tão bom...

Pensar incomoda como andar à chuva.

Fernando Pessoa
Poemas de Alberto Caeiro. Lisboa: Ática, 1946.

Nota: Trecho do poema O guardador de rebanhos, de Fernando Pessoa.

...Mais

⁠Sem medo Sorrir

Quero andar na chuva
Sem me preocupar
Cantar, dançar e me encantar

Sorrir da minha própria roupa molhada.
Do correr sem medo de cair e escorregar

Pular nas poças que a tempestade criou e me alegrar
dos rios que se formou.

Somente me encantar
Do amar da vida, amar com a perfeição do perdão.

Se dedicar sempre amar com o coração ❤️

Adriana C. Benedito

Inserida por DricaPoetizando

Como pode dizer amar o sol
quem nunca se arriscou a andar durante a chuva?
Está chovendo de novo
vamos
ponha a cabeça para fora e a assista cair.

Os cristais em seus olhos
que correm rumo ao chão
você não é melhor que elas.
Tão grande, se ajoelha ao espaço
fugindo do que te faz se sentir tão pequeno.


Está chovendo. Chovendo de novo.

QUERO ANDAR NA CHUVA, TOMAR GOTAS DE ORVALHO, PODER CAMINHAR NA PRAIA, PARA SABOREAR A MAIS DOCE SALIVA DO MEU ETERNO MARIDO.

Inserida por ROSELIAMORIM

⁠Hoje é um dia nublado
Não vejo sol, há silêncio e caminhos
Ruas desertas para andar
Chuva pelo dia, lágrimas a cair de um tempo que não volta
São instantes, quem sabe nostalgias
Enfim a noite chega, há uma queda de energia
E vejo céu estrelado , a vivacidade de conectar com o natural existir.

Inserida por kaike_machado_1

Às vezes é preciso andar na chuva para camuflar nossas lágrimas diante da curiosidade alheia.

Andar de pés descalços...
Sentindo a energia da terra...
Deixando cair à chuva no rosto e não fugir dela.
Aquela velha sensação da infância... Que traz a alegria aos sentidos.
Simplicidade da natureza...
Da sintonia com as maravilhas...
Faz-nos encher o peito de uma gratidão especial.
A estas maravilhas ao alcance de todos.

Muitas vezes, é preciso andar pela chuva e lama, pra depois ganhar dias de Sol.

Evite tomar banhos de chuva ou andar descalço. Já que você pode morrer, enquanto estiver dormindo.

Aprendi a andar entre os pingos da chuva sem me molhar porque uso óculos.

⁠1 ... Nada é eterno neste
mundo, nem mesmo nossos problemas.
2 ... Gosto de andar na chuva, para que ninguém veja minhas lágrimas.
3 ... O dia mais desperdiçado da vida é o dia em que não rimos.
4 ... Os seis melhores médicos do mundo ...
1. Sol,
2. Descanso,
3. Exercício,
4. Dieta,
5. Autoestima
6. Amigos.

Se você ver a lua, verá a beleza de Deus.
Se você ver o sol, verá o poder de Deus.
Se você se olhar no espelho, verá a melhor criação de Deus.
Então, acredite.

Somos todos turistas, Deus é o nosso agente de viagens que já definiu os nossos roteiros, reservas e destinos.

A vida é apenas uma jornada!
Viva o presente !

DHP

Acordar cedo em uma segunda-feira de chuva é como andar em uma corda bamba. Não é fácil! Seguir em frente é a opção mais sensata.

“Ser cristão não é andar sem tempestades, é aprender a dançar na chuva com a confiança de que Deus segura o céu.” ☁️✨

"Quem domina a tempestade interna descobre que andar na chuva é liberdade."

⁠1 ... Nada é eterno neste
mundo, nem mesmo nossos problemas.
2 ... Gosto de andar na chuva, para que ninguém veja minhas lágrimas.
3 ... O dia mais desperdiçado da vida é o dia em que não rimos.
4 ... Os seis melhores médicos do mundo ...
1. Sol,
2. Descanso,
3. Exercício,
4. Dieta,
5. Autoestima
6. Amigos.


Se você ver a lua, verá a beleza de Deus.
Se você ver o sol, verá o poder de Deus.
Se você se olhar no espelho, verá a melhor criação de Deus.
Então, acredite.


Somos todos turistas, Deus é o nosso agente de viagens que já definiu os nossos roteiros, reservas e destinos.


A vida é apenas uma jornada!
Viva o presente !

mas que comanda todo o corpo mas quem nunca ficou triste do nada com o peito apertado sem sabe o motivo uma do que só vem e
Acaba com você independente de onde você está triste angústia tristeza raiva do ódio mas sempre com o pensamento
Em em algo que você nem sabe o que é mas só sente a dor aí você lembra que já não tem mais lágrimas para chorar porque já chorou muito por motivos que só você sabe
E o de você se perdeu
Onde você se esqueceu que era humano
Onde você deixou a dor entra no seu peito
Onde você deixou a escuridão entra na sua vida
Onde você se esqueceu que é importante
Onde você se esqueceu da luz
Aí você só vê a escuridão o caos
E O medo e a dor que fica te mostrando como fraco e você






escuridão e só mas uma parte da sua profunda alma sem graça de viver a vida
Mesmo com pessoas que se diz amigos ou mesmo você que se o mas engraçado
Mas cada um de nós carregamos os nossos próprios demônios da nossas vidas que nada mais nada menos o nosso próprio caráter ou nossa face do mal que temos a escuridão e simplesmente você
Que não sabe quem realmente é luz treva
Sem saber você é apenas mais uma peça
Nesse jogo chamado vida
Que muitos somos mudado de casa mas o chek mate vem do jogador que sabe jogar mas o jogo da vida


⁠Eu só queria te dizer, que você para mim
E minha noite mais bela, minha escuridão perfeita,minha fonte de vida,
Mas te prometo, para sempre o meu coração negro, sempre sangrando de amor, por ti
Mas desta vez te prometo, pelo meu túmulo,frio e cheio de dor por ter te deixado,sozinha nesse mundo cruel e vazio,mas estarei, aqui te esperando meu amor, minha noite enquanto eu escrevo,estas linhas meu coração está sangrando gotas de sangue de amor
Mas infelizmente não posso,estar do seu para sempre,mas mesmo daqui do outro lado eu sempre estarei contigo,minha bela e querida noite.
E para sempre estarei no seu coração te amoDHP

*O RELÓGIO QUE VOLTOU A ANDAR*
A chuva começou antes do almoço e, por algum motivo, resolveu ficar.
Não era uma chuva forte. Era pior. Daquelas que molham a cidade por horas sem produzir nenhum acontecimento digno de nota. O céu baixo, as janelas fechadas, o frio entrando pelas frestas. Um dia feito para não sair de casa.
Meu bourbon tinha acabado na noite anterior.
Considerei sair para comprar outra garrafa. Cheguei a procurar as chaves. Depois olhei pela janela e achei que morrer de frio por uma garrafa de bourbon seria uma maneira muito idiota de continuar vivo.
Deixei as chaves sobre a mesa.
Foi quando a energia acabou.
A casa ficou quieta de uma maneira diferente. A geladeira parou, o computador apagou, o relógio da cozinha perdeu os números vermelhos. Até a chuva pareceu mais próxima.
Acendi uma vela.
O cheiro da parafina tomou conta da sala quase imediatamente. Nunca entendi por que velas têm cheiro de coisa velha. Talvez porque geralmente só as acendemos quando alguma coisa deu errado.
O gato apareceu no corredor, olhou para a vela e depois para mim.
— Não fui eu.
Ele ficou me olhando mais alguns segundos.
Talvez estivesse tentando decidir se acreditava.
Ou talvez estivesse apenas esperando a hora da comida.
Abri uma das caixas empilhadas no armário.
Eu vinha adiando aquilo havia meses. Dentro havia documentos antigos, fotografias, recibos, cartas, cartões de visita de gente que provavelmente já tinha mudado de telefone três vezes ou morrido. Era impressionante a quantidade de papel necessária para provar que uma pessoa existiu.
Comecei pelos documentos.
Certidões.
Contratos.
Papéis de bancos que já nem existem.
Depois encontrei fotografias.
Uma delas me pegou desprevenido.
Eu estava mais jovem, numa praia que não reconheci de imediato. Havia outras pessoas na fotografia. Algumas eu lembrava. Outras não.
Fiquei olhando meu próprio rosto durante um tempo.
Não gostei muito do sujeito.
Parecia confiante.
Isso me incomodou.
Eu não me lembrava de ter sido tão confiante.
Talvez eu apenas tivesse aprendido a posar.
Continuei remexendo na caixa.
Encontrei um relógio de pulso.
Eu o reconheci.
Era meu.
Coloquei-o sobre a mesa.
O relógio estava parado havia anos. A pulseira estava ressecada e o vidro tinha um risco atravessando o mostrador.
Aproximei-o do ouvido.
Nada.
Era estranho escutar o silêncio de um relógio.
Pensei em quantas coisas param sem que ninguém perceba.
Depois achei a velha chave de dar corda.
Ainda estava junto dele.
Dei algumas voltas.
O ponteiro dos segundos começou a andar.
Tic.
Tic.
Tic.
O gato levantou a cabeça.
Olhou para o relógio.
Depois voltou a deitar.
Eu ri sozinho.
Aquele animal tinha um talento irritante para não se impressionar com as coisas certas.
Fiquei sentado no chão, cercado por fotografias e papéis.
Foi aí que percebi que eu tinha passado boa parte da vida tentando guardar provas de que certas coisas aconteceram.
Fotografias para lembrar de pessoas.
Documentos para provar acontecimentos.
Cartas para conservar frases que alguém havia escrito quando ainda queria que eu as conservasse.
Como se a memória fosse uma repartição pública e, sem carimbo, nada tivesse validade.
Peguei uma fotografia.
Naquela época eu ainda achava que tinha tempo.
Não muito.
Mas algum.
É uma diferença importante.
A gente não percebe quando passa a contar a vida de outro jeito. Primeiro pensa em anos. Depois começa a pensar em coisas que ainda dá para fazer. Depois em coisas que talvez não valha mais a pena fazer.
E então surgem os pequenos acordos.
Não vou hoje.
Amanhã eu vejo.
Depois eu compro.
Depois eu telefono.
Depois eu arrumo.
Depois eu saio.
Depois.
Essa palavra tem uma capacidade impressionante de ocupar uma vida inteira.
O relógio continuava fazendo seu trabalho sobre a mesa.
Eu não.
Pelo menos naquele momento.
Eu estava sentado no chão de uma sala fria, com fome, sem bourbon, ouvindo a chuva e um relógio que eu tinha esquecido que existia.
O gato levantou, atravessou a sala e parou diante da janela.
Ficou ali olhando a chuva.
Pensei que talvez ele soubesse alguma coisa sobre permanecer.
Logo depois percebi que aquilo era apenas mais uma das minhas maneiras de transformar um gato em personagem da minha cabeça.
Ele provavelmente estava olhando um pássaro.
Ou querendo sair.
Ou pensando em comida.
Talvez não estivesse pensando em nada.
Essa última hipótese me pareceu bastante ofensiva.
E útil.
Voltei às fotografias.
Uma delas tinha uma dobra no meio.
Passei o dedo sobre ela, tentando alisá-la.
Não adiantou.
Deixei assim.
Durante muito tempo achei que continuar fosse uma espécie de vitória.
Hoje não sei.
Também não sei se é esperança.
Nunca fui muito bom com essa palavra.
Às vezes continuar é apenas aquilo que acontece quando você ainda não parou.
Você acorda porque o corpo acorda.
Faz café porque sempre fez.
Atende o telefone porque ele tocou.
Paga uma conta porque alguém inventou a conta.
Alimenta o gato porque, aparentemente, o gato não está disposto a participar das suas crises existenciais.
E isso vai formando uma espécie de rotina sem discurso.
Talvez seja pouco.
Naquele dia, foi o que eu tinha.
A energia voltou no começo da noite.
A geladeira ligou.
O computador acendeu.
O relógio da cozinha voltou aos números vermelhos.
A casa recuperou seus pequenos ruídos.
Eu poderia ter ligado a televisão.
Não liguei.
Fiquei ouvindo o relógio de pulso.
Tic.
Tic.
Tic.
O gato dormia no sofá.
Guardei os documentos de volta na caixa.
As fotografias, não.
Deixei algumas sobre a mesa.
Não por nostalgia.
Ou pelo menos foi isso que disse a mim mesmo.
Depois fui até a cozinha.
Abri a torneira.
Bebi água.
Não era bourbon.
Mas era água.
Voltei para a sala.
O relógio continuava andando.
Dessa vez não o tirei do ouvido.
Fiquei apenas escutando.
E, naquela noite, pela primeira vez em algum tempo, não tive pressa nenhuma de fazê-lo parar.

"Alguns reclamam da chuva em excesso; outros preferam andar na chuva sem guarda chuva, apenas pra se molhar." (Cafaggion)

Andar descalço na chuva, sentir seus pés tocarem o chão gelado, se lambuzar de sorvete em meio a praça pública, declarar o seu amor de madrugada, tudo isso fica ainda mais lindo quando o amor é de verdade.

Inserida por IuryWeslei20