Chico Xavier - sobre Disciplina
Sinto Saudade
Sinto saudade de quando vc quando me via sorria
de quando ficavamos falando sobre tudo sobre nada
das risadas que demos juntos
dos sonhos que sonhavamos e acreditavamos
Sinto saudade da nossa amizade
era pura sincera verdadeira
confiavamos um no outro
sem mentiras
Sinto saudade de quando eu me sentia sua
por um momento eu achava que jamais acabaria
sentia vc perto de mim mesmo estando ausente
estar com vc era tudo que me alimentava
Sinto saudade de sentir seu coração
disparando quando tocava ao meu
suas maos tremulas suadas
de tanta emoçao de estar ao meu lado
Sinto saudade de lembrar
que tudo o que vivemos nem chega
perto do que poderiamos ter vivido
Mas o que realmente sinto saudade
e de saber que tudo aquilo que ontem
era eterno se perdeu no caminho
e hoje o que me resta e somente
sentir saudade de um momento lindo
que passou ......
Amigo de verdade é aquele que te ajuda a refletir sobre tudo de certo ou errado que você faz na vida. Amigo, não dá a solução, te direciona a possíveis respostas!
Só sabe realmente, quem sente. Não adianta dizermos nossa opinião sobre o amor se não o sentimos, não adianta falarmos se não sabemos, quando o sentimos, é uma coisa tão nossa tão verdadeira… Que as outras pessoas não importam nem um pouco, quando sentimos amor de verdade… A única coisa que queremos é dormir e acordar com que amamos… E quando é amor nos sabemos que não é aqueles que passam… O amor verdadeiro fica. Quem ama sabe realmente o que sente! quem não ama, não sabe nada.
Eu já disse mil coisas pra você, já disse sobre a vergonha de não ter conseguido expressar nem a metade de tudo que sinto, mais hoje eu descobri que não te amo por você ser perfeito, eu te amo por você ter as imperfeições mais perfeitas que eu conheço.
Sinto falta das nossas risadas compartilhadas, de nossas besteiras, dos nossos pensamentos sobre o nosso futuro, dos nossos manos, daquelas nossas brisas, das nossas madrugadas comendo pizza e observando o luar, daquelas festas marotas e saídas bem fodásticas. Sinto falta de você.
Mesmo que eu esteja em provação com o meu ego, mesmo que a ave branca não esteja sobre o meu ombro, eu a procuro por toda a parte, e esse tal ego é que tampa a minha visão.
Ganhar, perder, cair, levantar. As vezes tenho dúvidas sobre em cada qual estou inserido, além do que não tenho a consciência exterior de que preciso para saber.
Eu queria que um jarro de 10kg caísse sobre a minha cabeça. Minha cabeça já estava pesando mais ou menos esse tanto. Mas 10KG me mataria em segundos. Não dormi nada. Só pensava porque estava dando tudo errado ultimamente. Eu pedia paciência aos sete ventos, e às forças mais ocultas da galáxia. Eu só queria paz. Queria que a mágica voltasse do lugar que ela nunca deveria ter saído: do começo. Mas as coisas andam, o tempo passa, e o que era começo já é durante. A gente caminha querendo encontrar alguma coisa que faça o tempo voltar. A gente sempre quer isso. A gente quer voltar o tempo depois de uma palavra mal-dita, depois de uma atitude nada pensada, a gente quer. Mas não importa o que aconteça dali pra frente, as coisas não voltam. E sabe, eu tenho acreditado muito na condição de que nada acontece por acontecer, existe uma razão muito forte por trás disso tudo. Nós, seres humanos, dotados de raciocínio custamos a acreditar que exista uma força, ou explicação que está fora da nossa concepção de entendimento no que diz respeito a nós mesmos. Confuso demais, por isso é tão difícil de acreditar nisso. Nós, humanos achamos que sabemos tudo, só porque pensamos. Mas não é assim que a banda toca. Tudo tem motivo, razão e porquê. Tudo, absolutamente tudo. Até as nossas burradas, que geram arrependimento, e deles vêm a experiência, tudo isso tem um motivo. E experiência é uma coisa muito complexa, muito mesmo. E acho que já falei dela. Ela se torna fundamental na vida de cada um, quando você aprende a lidar com circunstâncias já vividas. Mas é muito arriscado viver qualquer situação ruim outra vez. É arriscado vivê-la na primeira vez, imagina repetir a dose. É, mas a gente não pode mudar nada do que já é nosso por direito, e por destino. A gente só precisa aceitar todas as circunstâncias da vida ao invés de querer mudá-las. E fazer com que isso entre na nossa cabeça e na nossa vida, já é o primeiro passo.
Já me falaram muito sobre maturidade e eu aprendi que não precisa ser no anos vividos e sim nas experiências. Acho que se tem maturidade aqueles que nas noites de verão em ficam suas camas e as lágrimas descem pelo rosto sem cessar. Se consegue maturidade nos dias obscuros e nos dias de sofrimento. Tenha maturidade para quando chegar a hora certa, poder usá-la.
Viver um grande amor ! Todos falam muito sobre o amor e sobre o desejo de ser amado, mais realmente não conhecem se quer o seu significado.Impõem barreiras, tornam o que é possível em impossível, querem amor mais não sabem lutar.
Aprendemos muito mais com os erros, quando acertamos aprendemos sobre uma questão, um erro por mais simples que seja sempre nos faz aprender a enfrentar varias adversidades da vida...
Se alguém por inveja espalha calúnias, mentiras, maldições e destruição sobre você, dê-lhe ainda mais uma razão para esse alguém sentir inveja de si mostrando-lhe a sua força interior!
Sobre o Tempo
Paralisados os olhos
Vejo o medo por trás das córneas
Medo de perder cada momento
Pois cada momento são apenas horas
As horas são o refúgio
Que se constrói a cada minuto
Dizem que o tempo é coisa de louco
Mas coisas de louco é amar por um segundo
Os segundos são os atos
Que nos prendem ao mundo
Em especial ao esquecimento
De que talvez há um grande significado
Nas palavras de um mudo
Ninguém vê, observa, procura
A paz extinta, antes em crise
Que vida egocêntrica!
Que o tempo ainda não muda.
Sobre as Letras
P o e t i c a m e n t e
p o e s i a
s e
f a z
l e t r a s
c a n e t a s
e x c l a m a ç ã o
d e d o s
d a m ã o
s o b r i a m e n
t r i s - t e
e m
p a z
e s c r e v o
- t e
p o e m a
Mundo, este poema
I
Não me atrevo a falar sobre as pessoas
Nem sobre os trajes humanos, desenvolvidos
Filhos da faminta industrialização
Fetos de insetos, merdívoros, repugnantes
O homem venera a destruição
Guerra, fome produz inocência
Inocência produz o novo produto
Consumido pelos merdívoros
Em cada hemisfério suas fumaças sobem
Cavando o buraco onde se põem os ovos
Impregna-se
Porém a lentidão dos olhos não vê
É fugaz, essa evolução merdívora
Pena...
Pena tem-se de um copo d’água
Metamorfoseado em vinho
Produtos alcoólatras
Que desperdiçam o fruto pela decadência
II
Nas antigas alamedas
Hoje as ciências obscuras
Não haverá mais o novo velho
Cientificamente haverá o velho novo
Imerge-se e emerge-se
Através de uma nova Lei Gravitacional Tecnológica
As lágrimas coroem o rosto
Os próprios Oceanos consomem os peixes
O ar irrita os olhos
E a terra, estas várzeas continentais, absorve os pequenos seres...
Mas há um lugar...
Um lugar onde esse poema se dissolve
Não se sabe bem onde
Talvez no futuro de uma criança
Ou no coração moribundo de um velho
Ou no significado das palavras de uma dócil mulher
Um lugar onde os olhos adormecem
E o mundo é mundo.
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