Chega de Mentiras
O autoconhecimento é um processo transformador, o maior investimento que podemos fazer por nós mesmos, pois quando nos conhecemos, não reagimos impulsivamente aos nossos processos internos e à vida, mas desenvolvemos uma conexão consciente com nosso "eu" e com o mundo externo.
Quero muitas coisas, algumas a longo prazo, outras a curto prazo, algumas vezes não saem conforme o esperado, mas sempre tenho um plano B, e se o plano B falhar... o alfabeto é extenso.
Minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, pois atentou para a humildade da sua serva.
Nota: Trecho de versículo da Bíblia, do evangelho de Lucas 1:46-55. Link
Somos o que olhamos, somos o que cheiramos, somos o que comemos, somos o que bebemos, somos o que sentimos, mas não somos o que ouvimos.
Somos o que vivemos, somos o que conhecemos, somos o que entendemos, somos o que aprendemos, somos o que fazemos e somente somos quando nos olhamos para dentro.
Quando tudo parecer perdido, levante as mãos aos céus e, com muita fé, peça a Deus forças para superar e prosseguir. Certamente Ele ouvirá sua prece e fará o que for melhor para você.
Grandes filósofos: Platão, Aristóteles, Sto. Tomás, Leibniz, Schelling e mais dois ou três.
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As filosofias de Platão e Aristóteles continuam rendendo bons frutos depois de 2400 anos. As de Kant e Marx começaram a gerar merda no dia seguinte. Merda previsível que eles não previram.
Por isso é que odeio a expressão 'grandes filósofos' usada para coleções de centenas de volumes. Grandes filósofos nunca foram mais de cinco ou seis.
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Nenhum filósofo pode controlar os efeitos político-sociais da sua filosofia. Mas pode ao menos prevê-los e avisar que 'shit happens'. De Kant a Foucault e Marcuse, todos os gurus mais badalados se mostraram incapazes disso.
O fato de alguma coisa ter acontecido a você, mesmo que só a você, já prova que ela é uma possibilidade universalmente humana. Este é um ponto de partida fundamental em qualquer investigação filosófica.
Uma identidade nacional é a memória viva dos grandes feitos realizados por um povo. O nacionalismo brasileiro nem liga para isso. Só pensa nos valores materiais e na 'cobiça internacional'.
É outono.
Venta.
Das árvores folhas caem,
Folhas mortas,
Folhas secas,
Folhas enrugadas,
Sofridas e vividas.
É outono.
O céu nublado,
O sol calorento,
O mar calmo.
Marulhos penetravam
Na areia tenra
e acomodada.
É outono.
O sol já se foi.
A noite chega
Trazendo com ela
A lua e as estrelas
E, as árvores despidas
Sentem frio.
É outono.
Árvores morrem.
As folhas permanecem
Sobre a terra.
O vento chega e
leva consigo a
amargura do sofrimento
E semeia na terra
uma nova semente.
É outono.
A inspiração é fugaz, violenta. Qualquer empecilho a perturba e mesmo emudece.
