Chega de Desculpa Esfarrapada
A neurociência mostra que o cérebro ativa as mesmas regiões ao imaginar e ao vivenciar algo.
Isso significa que, ao imaginar um sucesso, uma cura ou uma conquista, o cérebro reage como se aquilo já estivesse acontecendo — liberando dopamina, serotonina, fortalecendo circuitos neurais.
Do livro: A Lei da Mente que manifesta Todas as Coisas
(Um despertar definitivo para a alma consciente) - Nina Lee Magalhães
Na escola da alma, a dor não é punição — é convite ao despertar. O que chamamos de crise, desordem ou colapso pode ser, na verdade, o parto de uma nova versão de nós mesmos.
Do livro: O Mundo Dentro: A Lei da Mente que manifesta Todas as Coisas
(Um despertar definitivo para a alma consciente) - Nina Lee Magalhães
Ao separar corpo e alma, a medicina moderna curou doenças, mas esqueceu de escutar as dores.
— Nina Lee Magalhães
“Em que momento da história a medicina deixou de ser espiritual para ser apenas científica?”
— Nina Lee Magalhães
“A mente também adoece de solidão.
E a memória pode esconder-se de tanto não ser vista.”
— Nina Lee Magalhães
“O bipolar não sente mais. Sente mais fundo.”
— Do livro “Entre os Extremos”, de Nina Lee Magalhães
“Não é instabilidade. É sensibilidade que o mundo não aprendeu a escutar.”
— Do livro “Entre os Extremos”, de Nina Lee Magalhães
“O remédio segura o corpo. A escuta segura a alma.”
— Do livro “Entre os Extremos”, de Nina Lee Magalhães
“Bipolaridade não é exagero. É excesso de mundo dentro de uma só pessoa.”
— Do livro “Entre os Extremos”, de Nina Lee Magalhães
“A esquizofrenia não define ninguém. O preconceito, sim.”
Nina Lee Magalhães, em “Fragmentos da Realidade”
“Entre delírios e silêncios, existe uma história que merece ser ouvida.”
Nina Lee Magalhães, em “Fragmentos da Realidade”
“Não é loucura. É uma mente que pede cuidado, não condenação.”
Nina Lee Magalhães, autora de “Fragmentos da Realidade”
“Quando damos voz a quem vive com vozes, criamos dignidade.”
Nina Lee Magalhães, em “Fragmentos da Realidade”
“Ninguém é só o seu diagnóstico. Fragmentos também constroem realidades inteiras.”
Nina Lee Magalhães, autora de “Fragmentos da Realidade”
Perdida
Conheci o belo corpo de uma mulher sexta passada e fizemos um amor como poucos fariam com aquela intensidade e energia,
no entanto, seu olhar estava distante parecia perdido,
seu coração parecia aflito.
EI-LA
Ei-la:
Que corpo mais bem feito
Ao meu jeito,
Vestido da flacidez
Do alto dos sessenta anos;
Nos seios algo vergados
Pelo peso das pálpebras descaídas
Em choros de enganos,
Como rosas de botões mirrados
Por tantas secas sentidas.
Ei-la:
Posando no gerúndio
Em nu do verbo profundo,
Já sem aquela penugem
No frontispício que anuncia
A abertura da sagrada lascívia
Que já foi farta
E negra como cabelo de índia,
Rosada por dentro,
Em ânsias de fortes orgasmos,
Teimando agora em voltar a tê-los.
Ei-la:
Como vai gostosa
Aquela mulher digital,
De olhar quase fatal,
No seu biquíni airoso,
De mataco gostoso
Nas sua praia de provocar.
Só eu a posso parar,
Explodindo o poema meu,
Este que acabo de escrevinhar,
Sem sequer poder tirar
Uma fotografia à Sheila,
Que faz uma certa rima
Pelo que escrevi acima,
Ei-la: é rútila.
(Carlos De Castro, In Há Um Livro Triste Por Escrever, em 30-06-2024)
