Chega de Desculpa Esfarrapada

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Não existem Amigos.




Não existem Amigos:
Quando se trata de você crescer.
O ciúme e a inveja, do seu sucesso:
Os fazem desaparecer.


Não tem aperto de mão, os incentivos
desaparecem, ninguém é capazde lhe dizer:
Vá em frente amigo. Que Deus abençoe
na sua nova jornada.


Ninguém diz nada, e é isso que mim entristece: Vê-los sumir, mas para tristeza de muitos, eu estou aqui.


Firme nessa jornada, que há quarenta anos esperei, e Deus realizou o sonho; que eu sempre sonhei.

Às vezes eu penso que a vida tem dessas ironias que dariam um capítulo inteiro em qualquer livro, mas como eu estou aqui, no meio do café da tarde imaginário com as amigas, eu conto do meu jeito mesmo, com aquele sorriso meio torto de quem já viveu coisa demais para fingir que nada aconteceu. Porque bullying e cyberbullying, minha amiga, só entende mesmo quem já sentiu o golpe vindo sem aviso. Não é drama de internet, não é frescura moderna, é dor que entra silenciosa e demora para sair.

Eu já passei por isso. E não foi em um tempo em que a gente sabia lidar com tecnologia, redes sociais, essas coisas. Era o começo do Facebook, aquela fase em que parecia novidade, quase uma praça virtual onde todo mundo chegava curioso. Só que enquanto eu vivia minha vida sem entender muito daquele mundo digital, outra história estava acontecendo nas minhas costas. Uma garota que também se envolvia com o rapaz que na época era meu namorado acabou criando uma página sobre mim. Sim, dessas páginas feitas para atacar, expor, diminuir alguém como se fosse entretenimento.

Eu só fui descobrir três meses depois. Três meses. Parece pouco quando a gente fala, mas imagina existir um lugar na internet onde estão falando de você, usando suas fotos, inventando coisas, colocando apelidos cruéis, e você vivendo normalmente sem nem saber que aquilo existe. Até que um dia alguém chegou em mim e perguntou o que significava aquilo tudo. E eu fiquei com aquela cara de quem não entendeu nada, porque realmente não entendia.

Quando eu fui ver… foi como levar um soco silencioso. Um texto enorme falando da minha vida como se eu fosse um personagem ridículo, dizendo que eu não tinha onde cair morta, inventando apelido inspirado em um ser de ficção para zombar de mim, distorcendo meu nome, expondo fotos minhas, e o pior, comentários de pessoas que eu conhecia. Pessoas que já tinham conversado comigo, que já me olharam no rosto em algum momento da vida, estavam lá rindo, participando, me chamando de coisas que ninguém merece ouvir.

Tinha mais de duzentas pessoas seguindo aquela página. Duzentas. Parece número pequeno para quem olha hoje a internet gigante, mas naquele momento era como se uma multidão estivesse parada olhando para mim no meio da rua, apontando o dedo. Eu lembro exatamente da sensação de dignidade sendo arrancada, como se alguém tivesse decidido que eu não merecia respeito.

Eu quis processar, claro que quis. Aquela revolta que sobe pelo peito quando a gente percebe que foi injustiçada. Só que a pessoa que fez aquilo era menor de idade na época. E aí a vida tem dessas burocracias que parecem um balde de água fria na indignação da gente. Não daria em nada. Foi o que eu ouvi. E quando a gente ouve isso, fica uma mistura de frustração com silêncio.

Mas tem uma coisa curiosa sobre as memórias. Elas não desaparecem. Até hoje, quando lembro de alguns rostos que estavam ali participando daquilo, ainda dói. Não dói como antes, não é aquela ferida aberta, mas é aquela lembrança que faz a gente suspirar fundo e pensar como as pessoas podem ser capazes de machucar alguém só porque a internet dá palco.

Ao mesmo tempo, olhando hoje, eu percebo outra coisa também. Eu não enlouqueci, eu não desapareci, eu não virei aquilo que disseram que eu era. Na verdade, eu segui vivendo. E talvez seja isso que incomode quem pratica esse tipo de coisa. A pessoa espera que você se quebre. E quando você continua existindo, crescendo, contando sua história, algo muda de lugar dentro da narrativa.

Hoje eu falo disso sem vergonha, porque quem deveria sentir vergonha não sou eu. Eu sei exatamente o que vivi. Sei o que senti naquele dia em que descobri tudo aquilo de uma vez só. E sei também que muita gente já passou por algo parecido e nunca contou para ninguém. Então se alguém estiver lendo isso e reconhecendo um pedaço da própria história, eu digo uma coisa bem simples e bem verdadeira. Aquilo que tentaram fazer com você não define quem você é. Define quem eles escolheram ser naquele momento. E isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.



ALINNY DE MELLO 30/03/2026

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Deus teria deixado um manual. A Bíblia. Não como um livro de frases motivacionais ou promessas fáceis, mas como um mapa de funcionamento da condição humana. Um texto que expõe padrões, consequências, limites. Um manual que muita gente carrega sem ler e muita gente lê sem aplicar. E, segundo essa lógica, Deus ainda teria feito algo mais radical. Entrou no próprio jogo. Vestiu um corpo humano. Experimentou fome, cansaço, rejeição, medo. E jogou diante de todos. Esse humano foi Jesus.


Isso muda a leitura da existência. Porque se o próprio criador entrou no jogo e também teve um fim, então o fim não é falha do sistema. É parte dele. O problema não é morrer. O problema é viver como se não fosse morrer. O problema é adiar decisões essenciais achando que haverá tempo. O problema é gastar energia tentando construir uma imagem eterna dentro de um corpo provisório.


Você, homem ou mulher, não escapa dessa matemática. Não importa o quanto produza, o quanto acumule, o quanto seja amado ou odiado. O seu tempo aqui é finito. E isso não deveria gerar desespero, mas foco. A clareza de que cada dia é uma página que não volta a ficar em branco. Você escreve com ação ou com ausência. Ambos contam.


Quando você entende que ninguém além de um círculo muito restrito lembrará de você, algo interessante acontece. A necessidade de provar valor para o mundo começa a perder força. A pergunta muda. Deixa de ser como serei lembrado e passa a ser como estou vivendo agora. Não para aplauso futuro, mas para coerência presente.


Jesus não construiu legado no sentido comum. Ele não trabalhou para ser lembrado. Ele viveu aquilo que acreditava ser verdadeiro, mesmo sabendo que isso o levaria ao fim. E talvez seja aí que esteja o ponto mais desconfortável da história. A ideia de que o sentido não está em durar, mas em alinhar. Não está em permanecer, mas em atravessar com integridade.


Você vive em uma época obcecada por visibilidade. Likes, registros, arquivos, perfis. Tudo precisa ser documentado, compartilhado, validado. Como se o esquecimento fosse a maior tragédia possível. Mas o esquecimento é o destino padrão. O esforço para ser lembrado muitas vezes serve apenas para evitar a pergunta mais incômoda. Estou vivendo de acordo com aquilo que digo acreditar?


O fim chega para todos. Para o anônimo e para o reverenciado. Para o justo e para o injusto. Para quem construiu impérios e para quem mal conseguiu sobreviver. A diferença não está no fim, mas no percurso. E não no percurso externo, mas no interno. No modo como você lida com o tempo que recebeu.


Se Deus criou o jogo, o manual não promete vitória fácil. Promete sentido. Promete direção. Promete que viver com consciência custa, mas viver sem ela custa mais. Jesus não escapou do fim. Ele atravessou o fim. E isso redefine o valor da sua própria travessia.


Você não controla quanto tempo tem. Controla apenas como ocupa o tempo que passa. E isso não exige heroísmo histórico. Exige lucidez cotidiana. Exige parar de viver como se tudo fosse ensaio. Não é. É ato único. Sem replay.


Quando você entende que até o perfeito teve um final, você para de exigir eternidade de si mesmo. Para de adiar vida em nome de uma promessa futura que talvez nunca chegue. Começa a viver com mais presença, menos ilusão, menos teatro.


O fim chega para todos. E justamente por isso, cada escolha importa mais do que parece.

'O homem de sucesso é aquele que sabe administrar os seus fracassos'

''O homem escreve a sua história apressado
Para garantir um final feliz,
Mas de repente fica frustrado
Ao ver que escreveu tudo errado
E que não poderá dizer: — Não fui eu que fiz''.

''Na essência somos energia
E como tal nos eternizaremos,
Se teremos tristeza ou alegria
Isso definimos todo dia
Dependendo da forma que vivemos''.

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'A indesejada morte
É uma injustiça
Não contra quem morre
Mas contra quem fica'.

Eduardo de Paula Barreto


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(Leia também de baixo para cima)

Poema duplo

Eu odeio você
E minto dizendo que
Você vive dentro de mim
Mas você precisa saber que
Prefiro até mesmo morrer
Para não tê-la mais perto assim.

Eduardo de Paula Barreto
SP - 08/02/2014

A agressividade é uma tentativa inconsciente de esconder as vulnerabilidades.

Perdoe, mas não se esqueça das dores que lhe causaram, para que você nunca cause dores semelhantes em outras pessoas.

O desejo de fazer justiça com as próprias mãos é compreensível, mas não justificável.

Meça o seu crescimento pessoal com a sua régua e nunca com as dos outros, pois quando a alface e o eucalipto atingem o ápice do crescimento, as suas estaturas são muito diferentes.

A felicidade é uma conquista individual, não existem grupos felizes, mas grupos de indivíduos felizes.

Busque a dignidade antes da felicidade.

Vou porque ir é o meu destino, se volto, não sei, só a ida me faz peregrino.

O meu feitiço virou contra o feiticeiro, quis torná-la escrava do meu amor, mas o seu amor me escravizou primeiro.

Precisamos nos esforçar para entender o que vemos porque é muito difícil gostar daquilo que não entendemos.

Quando o vento apaga a chama da vela, a culpa não é do vento, mas de quem não fechou a janela.

Pobre do homem que só consegue ser bom quando acredita que tal postura lhe trará benefícios noutra vida. Tal homem não é bom, mas apenas um negociante.

A pior pobreza é a espiritual, pois não existe esmola para os pobres de espírito.