Chega de Correr Atras

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Tema menos, haja mais. Pense menos, sinta mais. Ser feliz é ousar, assumir e ir atrás hoje de tudo que sente e deseja. As dificuldades ? essas a gente resolve depois.

Quando o sol se pôs
já era tarde para se voltar atrás...

Já desperdiçara
a oportunidade
que não deveria
desperdiçar jamais!

Tem coisas que
a gente não deveria fazer
...e faz!

A gente corre atrás,
A gente tomba, cambaleia, se lasca,
Entorta uma lágrima, tropeça – e se tem pedra, a gente cai.
– mas amigo, se no teu Deus põe tua vida – bota um curativo nessa dor e vai.

Ele te cobre com cobertor quente, não te deixa doente - confia e seja contente
– troca essa lágrima por riso, na raiva dá um confisco e tem fé, pois amigo,
amor de Deus não trai.

Até quando vou finjir que estou feliz, escondendo a minha tristeza atrás de um lindo sorriso, tá na hora de ser feliz de verdade!

Voltar atrás pode ser sinal de fraqueza... Ou de muita coragem.

Voltar atrás é para poucos, o pretérito é quase imbatível nesses momentos, mas vale. Vale por um minuto que seja sentir-se tranquilo, sem aquela carga pesada, extremamente ruidosa que incomoda tudo por dentro, sobre perguntas apressadas, em (des)comunhão com o Eu.

MUROS ... são para fracos e indecisos, estarão atrás ou estarão em cima!

“Minha alma aos prantos se esconde atrás de uma máscara de carne: Meu Rosto.”

Vamos em frente, até porque não existe mais nada atrás de nós, a não ser derrotas, planos confundidos e o esforço de tentar.

Me escondo atras de sorrisos porque a felicidade de verdade está dentro de nós.

Atrás daquela porta azul,
Em meio àquelas estrelas cintilantes,
Uma brisa outonal chama-nos para dançar?
E vês? Borboletas azuis vangogham por lá.
Vamos?

Noite de dia de São João.

Há muitos anos atrás, nessa hora a gente já estava todo animado pra acender a fogueira, já estava tudo pronto pra festa começar, faltava somente o sol se pôr pras primeiras labaredas começarem a dançar subindo ao céu. Ainda consigo ver as labaredas subindo e competindo com o brilho das estrelas pra ver quem iluminava mais a rua.

São João lá de muitos anos atrás, era bem diferente do que é hoje em dia. Os preparativos começavam logo no início do mês de junho. Cortar as bandeirinhas, feitas com folhas de revistas, jornal velho e papel de seda. Prepará-las no barbante, enfileiradas distribuindo as cores. A turma toda se reunia para isso. Meninas faziam o grude e iam colando as bandeirinhas, meninos iam ajudando os pais a suspender e amarrar nos telhados, atravessando a rua e colorindo lindamente a paisagem. No começo do mês, os pais já compravam nas compras de supermercado, os ingredientes para as comidinhas do dia da festa. Pipoca, arroz doce, canjica de coco, canjica de amendoim, bolo de fubá, de mandioca, pé de moleque e batata doce pra assar na brasa da fogueira. Uns e outros com um pouco mais de dinheiro, assavam carne. Era um dia de muita alegria. Os cheiros de coisa gostosa tomavam de conta de tudo.

A gente se preparava todo. Além da fogueira, das bandeirinhas e das comidas, a gente se enfeitava colocando retalhos coloridos nas roupas. As mães, quase todas, tinham máquinas de costura em casa e faziam isso pra gente. Com tudo preparado, a ansiedade pra chegar a hora de começar era grande. Fogueira pronta e acesa, forró raiz tocando na vitrola e o cheiro de pipoca tomava de conta da rua. A gente improvisava uma quadrilha, anarriê pra cá, avancê pra lá, a gente se divertia e comia coisa boa a noite inteira. Alegria de menino pobre é barriga cheia de coisa doce. De casa em casa, naquelas ruas de chão batido e poeira solta, a gente passava e ia provando um pouquinho de cada guloseima. A partilha era feita com amor e alegria por todos. Éramos vizinhos, mas parecíamos mesmo como uma grande e unida família. Os filhos eram filhos de todos. As mães e pais eram de todos também.

As fogueiras acesas iam iluminando as frentes das casas e iluminavam também os nossos olhos de criança. O calor daquele fogo aquecia nosso coração e trazia conforto pra alma. Pula fogueira, rodava bombril queimando (fazia um efeito espetacular de labaredas voando), soltava uns traques aqui e ali. Era um dia que a gente se esquecia das dificuldades da vida daquele tempo. Casas pequenas, famílias grandes, pouco recurso, pouco investimento do governo no lugar onde a gente morava. Mas era um povo tão forte, que haviam muitos motivos pra festejar, por mais simples que fosse o festejo. Em anos assim, que misturava São João com Copa do Mundo, a festa era dobrada, as bandeirinhas ganhavam cores em verde amarelo e a união daquele povo aumentava. Tempos bons. Quem sabe é quem viveu aquilo. Coisas simples, enfeitadas de retalhos de pano e papel velho, mas que tem cor de ouro e cheiro de doce nas memórias da gente.

"Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo!"

Viva as boas lembranças!

Tem muita gente atrás de máscaras

Não corra atrás de quem não vale a pena.

É tempo de Dizer BASTA
Basta de sacrificar uma vida atrás de um balcão, de ser peça de máquina, engrenagem de indústria, de calejar a mão carregando tijolo e sangrar costurando e cerzindo. Basta de ver meus pais e os pais deles trabalharem durante toda a vida para dar mais de um terço do suor a uma gangue corrupta que nos promete uma nação. Basta de trabalhar de sol a sol para sustentar as mordomias de quem só trabalha de terça a quinta. Basta de ter apenas um pedaço de pão e um pouco de futebol, mas não ter saúde, segurança e educação.
Basta de obras superfaturadas, de mortes em filas de hospitais, de escolas sucateadas. Basta de merendas roubadas de crianças que caminham quilômetros descalças enquanto eles têm até verba para vestuário. Basta de ver meu antigo professor sentado no mesmo banco há 20 anos. Sua inabalável determinação entre paredes mofadas, tetos rachados, uma cadeira sem encosto e a tristeza de ver amigos levados pela depressão. Basta de ter apenas um toco de giz e restos de um quadro negro enquanto eles têm secretárias, motoristas, celulares e computadores de última geração.

Basta de o nosso país ser um feudo, uma monarquia absolutista, uma ditadura velada. Basta de se calar diante de tanta injustiça! Eu não posso mais assistir esse mal destruir o meu Brasil e esperar a corrupção roer a pátria amada pelas beiradas até tirar a casa do meu vizinho, o leite do meu filho, a escola do meu irmão, a saúde dos meus pais.

Basta de sobreviver, de ser seduzido por um chinelo e a camiseta de um partido e achar que a vida não tem mais a oferecer. Basta de ser assaltado, esfolado e enganado. Basta de lágrimas, de se sentir inválido perante tantos crimes, de ser impotente e infeliz. Basta de ser otário!

Somos mais de 190 milhões. Torcemos juntos pela nossa seleção canarinho, dançamos, cantamos e rezamos juntos. Agora chegou a hora de juntos irmos para as ruas e fazer valer nossos direitos, de exigir que nos respeitem, de botar os bandidos de colarinho na cadeia.

Alguns se escondem atrás da maquiagem,e outros atrás de um sorriso. Ainda é se esconder.
-Nico

"Atrás daquele que controla, existe um medroso.
Atrás daquele que agride, existe um ferido.
Atrás daquele que se mostra, existe um inseguro.
Antes de se ofender, pense pelo o outro lado.
Perdoar deixa a vida mais leve."

Cultivo uma paixãozinha intensa pelo inesperado!
Vivo correndo atrás da emoção.
Entenda, eu ando meio de saco cheio de gente igual.
Quero poder dizer UAU! Todo dia.
Quero coisas fantásticas, pessoas incríveis e momentos surpreendentes.
Porque minha memória é curta, e as coisas morrem quando esquecemos.

Descomplica!

Sentiu saudades, liga!
Sentiu vontade, vá atrás!
Sentiu que a "pessoa" está diferente, pergunte!

Não espere que o outro tome a atitude que você queria ter tomado.

As soluções só depende de você!

Simplifique,resolva!

Nem sempre é fácil, mas a espera dói mais do que o não.

Não corra atrás de algo que não tens a mínima chance de conquistar.