Chega de Correr Atras
Eu não quero ser mais alguém em um mundo hipócrita. Eu só quero sobreviver aos medos e fazer com que as minhas palavras soem mais alto do que a falta de coerência dos tolos.
“O verdadeiro pensador é aquele que não rubrica seus pensamentos com a vaidade de seu próprio nome”.
Só tenho um método de estudo: Se estou lendo algo e percebo que não tenho a menor intenção de guardar aquilo na memória para sempre, paro de ler no mesmo instante.
Também nunca permito que me ensinem algo que não quero saber.
O Brasil não irá crescer enquanto os homens de terno agirem cada vez mais como crianças, e as crianças com uniformes querendo agir como adultos de terno cada vez mais cedo.
A natureza nos ensina que o fruto não depende apenas do cuidado com a árvore, mas na paciência de esperar que ela cresça e amadureça.
A emoção era doce e nova, mas a causa dela fugia-me, sem que eu a buscasse, nem suspeitasse.
Sentir-se reprimido, discriminado ou ofendido é coisa totalmente subjetiva, independente da experiência real. Uns desprezam até ofensas e perseguições violentas, enquanto outros se sentem feridos de morte por uma piadinha ou um vago olhar de ironia.
“Respeito humano”, na linguagem da Igreja, é desagradar a Deus para não pagar mico. É o vício endêmico do nosso tempo.
INGRATO AMOR
Tu és ingrato Por sair da minha vida
Quem te deu este direito
De sair sem despedida
Este amor que era lindo
Você decidiu romper
Mas antes de tudo isso
Deveria ter lembrado
Que primeiro precisava
Me ensinar a te esquecer
Eu nem tento te encontrar
Porque sei vai ser em vão
Você já me esqueceu
Outro amor apareceu
Neste seu ingrato coração
Não te peço pra voltar
Você deve ter razão
Porque eu não soube amar
Mas se um dia tu voltares
Vai encontrar guardadinho
O amor e o carinho
Deste relutante coração
A amizade é a fonte dos maiores prazeres e, sem amigos, até as buscas mais emocionantes se tornam tediosas.
Devemos para a nossa consciencia a introspecção. Chegando a respostas concisas, cada vez menos deveremos desculpas aos outros e principalmente a nós mesmos...
Ai, essa louca paixão, que insiste em confrontar a razão.
Que me faz perder dentro de mim. Que tira o caminho, a certeza.
Me aconchega e me maltrata, me expõe e me delata.
Um frenesi, o êxtase, a saudade.
Me poe do avesso, me arrebata, me estilhaça.
Me tira a sanidade.
Me faz ser mulher, menina, amante, amiga.
Mas sem você, não há parte alguma.
