Charles Chaplin Amor Proprio
Acredito na capacidade que cada um de nós temos em construir nosso próprio mundo, nossa vida e nossas regras. Acredito em um amor que supera e por si só se alimenta, luta e sobrevive. Um amor que vai além do que tentam lhe impor, um amor que não é modelo, muito menos que se molda, um amor que vale arriscar, sofrer e viver. Pena que poucos o vê assim como eu, e bem menos o vivem, e assim nem mesmo eu.
entre linhas, formas e cores
eu fiz meu próprio retrato vivo
tão vivo que pulsava
fluía pelas minhas mãos
fiz o retrato do abstrato que habita meu corpo
daquilo que sucumbe
que se vê de olhos fechados
da parte líquida
frente à mim mesma
fui meu próprio acalento
a poesia transpassa o entendimento
Os relacionamentos nunca são estáticos. Eles precisam evoluir com o tempo, na medida que os próprios indivíduos mudam.
Todo mundo é um pouco solitário e um pouco grande demais para caber dentro de seu próprio corpinho. Não seja tão deprimido; coloque um pouco de gentileza nas bochechas e coragem nos lábios e seja feliz!
Amar o seu próprio corpo é um ato revolucionário porque é ir contra tudo o que te ensinaram e foi construído em você. É você começar um movimento de fazer as pazes consigo mesma, de parar esse relacionamento abusivo consigo mesma e começar a se amar.
‘αυτοκτονία’
Sucumbir-se de forma gradual dentro do próprio ser é uma forma demasiadamente eficiente de autofagia, ou de eliminação fracionada de tudo aquilo que representa, fagocitar sua persona ( εγώ ), ou o que o meio construiu, moldou e manipulou em favor do tempo colapsado.
Torna-te caos, extermine-se e reconstrua-se.
Ou volte novamente a este plano.
( metempsicose).
Para talvez buscar respostas que gritam no amargor de seu âmago, ou criar maiores questionamentos, sem ao menos saciar-se dos que já os possui.
" Quem dará as minhas palavras a concordância
e perfeita emoção, se não o meu próprio coração?
É ele que fala por minha voz
o que trago dentro dele as tornam belas e sendo assim, puramente sinceras
Refletem o que sinto, em meu semblante transparece o meu sentimento
Diagnóstico simples e complicado, então é amor
Sublime amor "
Eu sigo e cresço no meu próprio mundo, podem me chamar de idiotão ou vagabundo, não ligo, qualquer mera dificuldade eu penso, repenso e vivo.
Eu sei o que passei e o que senti, eu sei quem magoei e quem fiz sorrir
Eu vi felicidade e vi a dor, mas em minhas paixões nunca faltou amor.
Eu ouvi maldade e companheirismo, em uma criança de rua olhando pra lua, senti confiança e para outros senti maldade, tipo um abismo. Algo igualitário, onde para ser esperto tinha que ser otário e o contrário do certo.
Hoje já não sei um diferencial de uma mente pura entre o normal e a loucura mas descobri que um padrão nunca foi minha cultura.
Somos um pedaço de carne nesse mundo, vivemos sempre por um triz, sempre crescendo, e eu, faço parte, sou o idiota vagabundo que ama ver as pessoas feliz mesmo não recebendo.
"Tem mulher que quer um padrão tão alto de homem que só o próprio Senhor Jesus pode suprir. Por isso, estão solteiras, pois o homem ideal só existe dentro das suas cabeças. Muitas das vezes, aparecem dezenas de caras bacanas ao redor, que dariam ótimos esposos e pais para seus filhos, mas ficam nesssa do EU ESCOLHI ESPERAR o homem dos meus SONHOS, em outras palavras, um que não existe. Muitas das vezes, o cara não vai ser de Deus porque você não quer que seja de Deus. O mais importante para ambos é terem o amor a Deus sobre todas as coisas, o caráter de Cristo e o desejo sincero de serem melhores cada dia um pouco mais. Não importa o quanto você ore detalhando o que você quer para Deus, Ele não vai te dar algo terminado. O verdadeiro amor significa cultivar a si mesmo e ao outro".
Quando você sonha, tem que acreditar nele, Se não acredita no seu próprio sonho,
Então não espere que alguém torsa por você..
Exatidão ou solidão
No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo sobre a ausência que se situa no tempo. O assentimento é como um pedido de confirmação, a agitação violenta da atmosfera não balança mais meu coração. O verde ainda habita em seus olhos, penso que a incógnita é se ainda floresce em meu coração, ela costumava a ser como um jardim de inverno, que eu envidraçava e enchia de luz. Aos poucos ela foi perdendo o brilho, o movimento ou a ação, foi afrouxando e cessando de viver, finar-se, o temporal era um mar intenso, marítimo sofrimento profundo, desaparecendo de mim. Já não era quente, nem morna... Era o tempo com você. A pigmentação desaparecia em seu rosto. Eu queria cor, mas dava tempo ao tempo que a levou. Errei, acalmei, aceitei, esfrie, guardei, um pouco do que amei, e se amei. Ela desaparece em mim. Ah tempo que eu lembro, da impressão que a luz refletida em seus olhos dilatados, pelo seu corpo colorido, tom rosado de pele humana, era a expressividade de linguagem, realce e tom, feição coração profundo coral ornamental, vistosa flor era ela. E o vento, tempo ela levou com si. E eu aprendo a viver sem ti. Impassível de paixão, só um calor comunicativo. Foi à intermediação de uma grande paixão. A quem diga que foi uma grandeza de amor.
Somos senhores de nosso próprio juízo, fazemos as regras de nosso próprio mundo, escrevemos as leis de nossas próprias escolhas.
