Charles Chaplin Amor Proprio
"Antes era um tal de mudar o proprio nome para ter 'êxito na vida'. Hoje ninguém mais busca os (hum) 'beneficios' da Numerologia. Percebem? Sumiram todos: os adeptos, os tais 'beneficios' e a propria Numerologia. Digo mais: Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0969, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Sua essência não é uma vela exposta ao vento, mas o próprio núcleo de uma estrela: quanto mais tentam comprimi-la, mais densa e brilhante ela se torna."
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.
Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.
Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.
É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.
Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.
E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.
"Composta de um elemento tão fragil, mentiras acima de seu próprio alcance, mas ainda afundando mais e mais em sua própria auto-piedade."
Difícil entender, mas as vezes, me sinto "encolher" dentro do próprio corpo, como nos dias em que sentindo solidão, procurava abraçar-me por inteiro, debruçada sobre os joelhos, em um canto qualquer...
E é assim que sinto agora; Num canto, encolhida, e debruçada sobre os joelhos.
Não há nada de NOVO nisso, já me vi assim tantas vezes... Dizem que com o tempo, a gente se acostuma com tudo.
Um homem quando dá uma rosa... para uma mulher...além de ser cavalheiro...é amante de seu próprio extinto masculino.
Medite para amar mais, para perdoar mais, para liberar o seu próprio EU do ressentimento, da amargura e do ódio.
A loucura anda entre nós.
Espalha o que lhe é próprio. Trai, mente, fere, calunia.
A loucura não conhece a correção.
Antes ignora, indolor, as consequências de seus atos.
Vive de traição. Aparenta indignação.
Amamenta-se na impunidade que a carrega no colo.
Os que assistem silentes aos seus atos assombram-se, contudo não o suficiente para compreender a necessária justiça, a necessária reparação.
Antes justificam seus motivos... Tão dela, tão seus.
E a alimentam. E a fortalecem.
Num outro olhar, o fiz também!
Pobre loucura! Mas pelo menos ela os faz rir...
Sim... Ela os faz rir!!
