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Sabe quando você se sente só... Se sente sozinho (a), mesmo estando cerca pelos amigos, e familiares.... Eu me sinto assim, mas não reclamo, pois amo me isolar de tudo.... Não confio em ninguém, dúvido muitas vezes das pessoas, não tenho uma auto-estima boa, dúvido até da minha própria capacidade.... Mas eu sou assim, não gosto de ser julgada, e que fiquem apontando meus erros, pois sou humano (a), eu erro assim como todos e todas.... Por isso sou extremamente fechada e privada de tudo...
Há a gaiola, há a vida e a (des)confiança
e há o muro, há a cerca e o preconceito
e há o filho, a família e a aliança
e há a grade, há a profissão e o preceito
e há o relógio, o horário e o acontecimento
e há o estatuto, há a lei e o mandamento
e a regra dizendo é proibido.
E é a vida, é o mundo e é a gaiola
e é a casa, o nome e a vestimenta
e é o imposto, a renda e a ferramenta
e é o orgulho e o coração sem ação.
E era o amor, era a amizade e o medo de magoar
e era o laço e o enlaço e o final sem chegar.
E era a vida, era a vida o mundo e a gaiola
e era a vida e a vida era a gaiola.
Poema para a morte
Num palco de horror venho me apresentar
Onde tristeza me cerca e a solidão me assola.
Vejo um rastro de escuridão no meu caminho
Não vejo sentido para continuar
Vejo amigos companheiros tombando
Perdendo a dura batalha para a dor
A morte vem se apresentar como a dama do pavor
Não sei se a temo ou se a abomino
Pois me tirou minha alma ainda que não tenha levado minha vida
Seria preferível ter me tirado a vida à tirar-me tudo
Pois o que adianta a vida se é penosa a lida
Não se tem que amar, ou com quem contar.
Ó dama do horror a ti declaro meu doloroso pedido
Leva-me agora para onde os levastes
Para que novamente os ame, Novamente os diga que não posso viver sem eles ao meu lado
Não me obrigues a viver sem ter a companhia dos meus amigos
Que me acompanharam até então.
Eu ouço o seu sussurro
Tua tenebrosa voz me atordoa
Estou indo ao seu encontro
Embora a temendo não a hesitarei...
A seis léguas (ou cerca de 40 quilômetros) da costa, a armada lançou âncoras. Elas mergulharam 34 metros no mar esverdeado antes de tocar o fundo arenoso.
Estava descoberto o Brasil.
A cruz de Cristo revela o quão pobre somos, e o quão bondoso Ele é. Sua graça nos cerca por todos os lados. O Amor nos persegue incansavelmente, apenas para dar-nos um abraço, dizer que Ele venceu, e que tudo ficará bem.
Que mais podemos fazer?
Este amor é um país cansado
que não nos deixa mudar.
O medo cerca as fronteiras
e a capital é Nenhures,
cidade de perdulários
e pequenas ruas tortas
onde vem morrer a noite –
aqui estamos ambos sós,
desunidos, extraviados,
não há táxis na praceta
nem cinzeiros nos cafés
e perdemos os amigos
entre as curvas de um enredo
que deixámos de seguir.
Mas não era nada disto
o que tinha na cabeça
ao começar a escrever:
os versos chamam o escuro,
abrem os portões ao frio
e eu quero estar nas colinas
do outro lado do rio.
Cantarolando
Tudo me cerca,
alegria, dor,
junto a tristeza
á me assombrar.
No horizonte
avisto o luar
sorrir chorando
ao me ver cantar.
Canto aqui e ali,
afugentado
o medo e o desejo,
com o luar a me paquerar.
intagram: @poemas_da_vida_sao_fantasia
Folhas de um diário
Pular a cerca de fato foi o auge da emoção.
Certamente devo ter assustado Levi.
O fato dele poder enxergar me tirou umas angústias de dias...
Eu quero que Levi me veja.
Não que vá mudar algo, bom, talvez ele goste mais de mim, ou não.
Ah caramba, Arethusa? Nálucia?
Ah elas não conhecem Levi como eu.
Tudo bem ele é assanhado às vezes, isso sim...
Ah, eu sei de uma coisa eu peguei na mão dele, dei um beijo no rosto agora eu vou esperar,
Daqui a pouco mais ele enjoa de mim.
Aff eu gosto de mais da conta dele
Será que demais da conta é amor pra vida toda?
Eu quero um amor pra vida toda.
Que Levi nunca leia meu diário
Amém.
Que Levi não me deixe nunca, nunquinha.
Que seja tomando suco de jaca
Ou chá de abobrinha.
Entornando suco no quarto
Ou café na cozinha.
Bom dia 😘
Sara Cindy S.L.
Holambra
2019
Sofia com PH
Maldito tempo que me cerca, adeus que não te dei,
A paz que nunca conquistei, que medo, que medo,
Só quero passar na sua casa mais cedo, Já foi,
Eu até que passei, foi ai que me deparei, o
inferno na terra meu mundo desabou,
você com um homem, com um terno a
rigor, minhas pernas tremem, minha
garganta secou, maldita seja, vadia
sem escrupulosos por que me dizia
tantas prosas ala versos e poesia,
o quanto eu sofria, maldita Sophia
com PH, para que PH Em Sofia?
minha mãe já dizia, que não
vale nada essa tal Sophia.
Michel Elias Dias Leite 2019
Não há nada tão belo quanto a escuridão que cerca as vilas e povoados distantes.
A pouca luz faz o som sereno da noite.
Lá longe onde a lua é o refletor e os grilos a serenata.
De lá sai a orquestra, do tambor a viola. A fogueira acesa marca o fim do encontro.
A noite continua ao som do mato escuro que quase não se consegue ver mas basta ouvir o vento enfurecido rebater as árvores que tudo que é escuro começa a fazer sentido.
Lá na escuridão daquela vila, clássico és os teus gritos.
As cidades, as verdades e os muros.
Era manhã de abril e o céu não se cobriu de nada, e nas
cercanias da cidade descortinaram a estampa de seu amor fraseado,
pregado em todos os muros da cidade.
Diziam que era amor, mas tanto amor era resguardado, não
era arregalado e na boca de todos cingiam frases recortadas de
verdades que moram no absoluto julgamento de todos.
O que era velado, surdo, intransponível, efervesceu e tingiu
os muros de toda a cidade.
Agora não tinha mais vestes, arrancaram seus sentimentos
e dependuraram seus trapos pelos muros da cidade como
interpretavam.
Ela virou só lamento, andava quase seminua e todos
desviavam de sua presença. Diziam que nos muros cuspiam as
estações gravadas, onde sua boca pousou, o que dela suspirou e
com quem dançou.
Como se atrevera a tanto?
Não havia nela talento para o mal, arrombaram e viram a
folia de seu coração.
A chave se perdeu e o preconceito nasceu das reentrâncias
dos muros que circundam as cercanias das cidades.
Nos trapos as verdades despiram-se, como se fossem
realidades nunca realizadas, onde o leviano é sentinela de quem
não sabe nada de verdades e sentimentos.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Somente assumindo responsabilidade pelo que te cerca hoje, você poderá transformar o que não te satisfaz!
Amor,
Perdão se, por cansaço, nem sempre te ofereço o meu melhor. Às vezes carrego o que me cerca e posso estampar no rosto uma dor que não é minha, mas sinto.
Sinto, mas não me sinto no direito de sentir. Porque tenho muito mais do que mereço, muito mais do que sonhei.
Você é o homem mais sincero, mais romântico, atencioso, inteligente, divertido, compreensivo que já conheci e por muita benção de Deus é o meu amor, só meu. Amo seu jeito reservado, seu jeito sistemático. Amo seu comportamento com as mulheres. Não fica babando por qualquer beleza. Você é mais você. A qualidade que mais admiro em você é sua fidelidade, ouvir de você que é só meu, me faz tão feliz ou mais do que ouvir que você me ama. Provavelmente, pelas vivências anteriores, eu entendo que ser fiel, faz parte do querer cultivar, querer que nosso amor cresça e se fortaleça.
Só tenho a agradecer por ser agraciada com a saúde, beleza e pureza dos anjos que Deus me deu para eu cuidar.
Sua alegria é minha alegria, estamos bem, logo estaremos juntos e vou querer que cante pra mim, leia suas poesias, dormir nos seus braços todos os dias será meu céu.
Muitos planos pra gente, muito amor, muito carinho, muitos sonhos para viver com você. Desejo de você sempre mais, mas agradeço pelo muito que temos.
Estamos juntos, você está em mim. Me sinto amada e protegida e sou muito feliz por você existir. Faço e farei de tudo para te ver feliz, seu sorriso é o meu sorriso, sua felicidade é a minha alegria, sua dor é minha dor. Seu brilho a luz que me ilumina. Eu te amo cada dia mais. Mil beijos e abraços sem fim. 🌹
Inventamos mesmo esse mundo de amor, que nos cerca, e de quebra vivemos cada invenção, dentro da realidade, que nos sente!
Jota Cê
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Com esta brisa que me cerca agora
Finalizo meus olhos, em pensamentos
Fundo-me com sentimentos e desapareço
Entre o ar deste mundo.
Não sei se estou no céu,
Ou se somente me deram algo divino;
Se, é o inferno,
Ou apenas azar momentâneo.
Contei os dias e as horas
Atravessei o tempo e o espaço
Separei e melhorei o que era.
E com esta brisa que me cerca agora
Fundo-me com o vazio do ar
E logo, desapareço.
Amor de galo é assim,canta,canta pula cerca, vai cantar em outro terreiro.
Depois volta bate as asas, diz que é rei do galinheiro.
Mal sabe ele os franginhos, estão crescendo depressa.
Já estão logo pensando em ser os donos da festa.
E o galo todo ciumento vive franzindo a testa.
Esse é o amor de galo, já esta ficando velho.
Logo os donos vão frita-lo.
A real beleza acontece por meio de nossas interações com os que nos cerca. Ela não existe por si mesma. Temos de descobri-la: é pra isso que existimos.
