Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
“quando me veres passar, onde quer que seja, grite-me! Brande seus braços para que lhe veja. Torne-me presente para que o passado não me esqueça...”
“No fim do dia, patentemente, questiono-me? Teria sido exitoso, quando das tentativas de desvendar àqueles olhos?
"Quando Jesus diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, ele deixa bem claro que é impossível qualquer relação de amor se não houver amor próprio".
Se um homem tem que dizer "confie em mim", é um sinal claro de que você não pode fazê-lo. Confiar é algo que você faz sem palavras.
"A lógica afirma que se o Universo está em constante expansão, tudo o que faz parte dele, também está!" Confie que apesar de tudo, você, sua consciência e seu amor, também estão se expandindo e isso é evolução. Então, trabalhe para que sua evolução e seu aprimoramento, sejam mais rápidos. A qualquer preço seja ou se torne bom (uma pessoa do bem)!
Nos poetas temos uma missão muito importante nessa época de hoje. A de jamais deixar a beleza e o amor morrer.
Muitos lutam a vida toda para enriquecer e adquirir bens materiais. Esquecem a verdadeira razão de está aqui. Ou seja, aprender a amar e compartilhar.
As palavras se sentem impotentes quando são usadas para descrever você, autor obssecado transborda sentimento e se sente algemado. As linhas permanecem brancas, admitindo que nelas não tem possibilidade de conter tanto amor, suave inveja da potência emoção jamais expressa nos papéis, guardadas no coração.
Mais importante que ser amado é aprender a amar as pessoas. Por, mais difícil que seja, ame profundamente as pessoas.
Era uma vez uma Fada que vivia à beira de uma nascente, cujo riacho percorria a densa Floresta Encantada, até despencar na ribanceira e desaguar no mar, no Mar dos Meus Sonhos, na Praia dos Enamorados, nas areias multicoloridas e caleidoscópicas da Praia dos Prazeres..."
É verdade que nada tem o potencial de machucar tanto quanto amar alguém, mas também nada cura do mesmo jeito.
Nós nos encaramos por um momento, enquanto eu processava o fato de que, assim como ela era meu primeiro amor, de acordo com isso, eu também era sua primeira… paixão, no mínimo… Esse alinhamento me agradou de uma forma estranha, mas também me incomodou. Certamente esta era uma forma distorcida e doentia para ela começar a vida romântica.
Sou assim. Tomo cautela pra falar de qualquer assunto, mas quando se trata dos meus sentimentos, eu falo sem pensar. Não sei fingir o que não estou sentindo. Posso esconder por muito tempo, mas quando eu sentir que posso, irei falar, sentimentos foram feitos para ser compartilhados e exteriorizados, se coisas ruins eu guardo pra mim, qual seria o sentido em guardar as boas também?
