Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
ღ╭⊱♥Eu me apaixonei por você
Me apaixonei
Pelo encanto do teu sorriso
Pelo teu olhar que me acalma
Pela felicidade que me faz sentir
Pela emoção que me toma quando te vejo
Pelo teu abraço gostoso
Eu simplesmente me apaixonei.
ivα rσdrigυєs❤
🌸‵⁀🍃,) * ¸.🍃🌸•*.•
..`⋎´ ¸.•🌸 Como é gostoso ter amigo
Que sabe demonstrar carinho
Que manda mensagem
Que faz poesia
Seja noite ou dia
Que provoca sorrisos
Amizade com carinho
Que vem através da telinha
E pelos olhos de quem sabe enxergar
Que mesmo distante nos faz sentir bem perto
ivα rσdrigυєs❤
Te amo menina
Onde quer que eu vá
Seja em qualquer lugar
Se você estiver lá
Faz com que tudo ao redor deixe de importar
Esse seu jeito de me olhar
Esse seu jeito de me abraçar
esse seu jeito de sorrir
é o que me faz querer sentir
Mas ninguém sabe como é
Sentir esses sentimentos
Como os que sinto por você
Os que te culpo em todos momentos
Eu tenho horas, sabe
De pura solidão
E são nessas horas que mais te quero
Então não se afaste, não
Você me tem fácil demais
Não pense o contrário
Gosto de você mais que tudo
Isso não parece ser temporário
Seja debaixo do sol intenso ou da garoa fria
Deixa eu te amar
Noite após noite
Dia após dia
O drama está todo na consciência que tenho de cada um de nós ser ''um'', ao mesmo tempo que é ''cem'' e que é ''mil'', que é ''tantas vezes um'' quantas possibilidades há nele.
Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Estou feliz, estou despreocupado, com a vida eu estou de bem.
QUANDO EU TÔ CONCÊ...
de: Mineirinha... caipira sim Uai.
para: Cantinho dos Caipiras
enviado: 10 de novembro de 2008 22:43
QUANDO EU TO CONCÊ
Quando eu to concê o tempo é curto igual coice de porco
MaiZ gostosu quinem bêjo di primo
Ficu tão filISS quI meus dente fica maiz pra fora
Duquê cutuvêlo dI caminhoneru
Ocê é um trem tão bao que faiz meu coração
Pulá quinem pipoca num é popica hein?
Ocê me fais paiaçada pra mim i ieu façu
Paiafrita i cozida procê.
E cuando iscutu piada çua ieu dô tanta
Risada qui minha boca fica maiz aberta
Qui burro cuando come urtiga di tanto quiocê mi faiz bem
Mais quando ocê vai çimbora
Eu fico perdidu quinem minhoca nu meio da galinhero
Meu sorriso fica murchim quinem arface na gordura quente
Qui farta um anjo paiaço faiz na vida da gente
Oia ocê é um trem danadu dibão
Que nem xuxu cum limão
Quinem queijo cum goiabada
Ocê é um tizoru que vô guardá drentro du meu coraçãozim
Vô ali um cadiquim fazê uma paiaçada, ocê prefere di cual?
Paiafrita, paiacuzida ou paiaçada mesmo?
Aqui vô maiz dexu humbração sabor queijim minerim com direitou
A docim viu?
Uma mordida no queixo
Um cheiro na nuca
Um beijo na boca
Um arrepio no corpo
Eu amo seu corpo.
Um sorriso nos lábios
Uma lagrima nos olhos
molha teu rosto e cai
no seu corpo...
É a dor da saudade
Um gesto de adeus
A porta se fecha
Os olhos se entristecem
Anciando a hora da chegada.
Um brilho nos olhos
Um abraço bem forte
Um outro beijo na boca
A saudade se afoga
A felicidade esta de volta
E assim o dia termina
A noite se inicia
Um novo sonho vai nascer
ao cair da noite...
E assim continuo te amando.
Minha verde floresta
Diariamente lembro-me de florestas
Vastas com algumas partes abertas
Diariamente me lembro de florestas
Enquanto guardo nossas memórias em cestas
Diariamente me perco em mim
É como um poço sem fim
Quando caio vejo lá
Sei que tenho a floresta pra me ajudar
Acho q é o verde dessa floresta que me faz delirar.
Houve um tempo em que vi minha floresta desabar
Me doeu ver as chamas naquele olhar , o fogo a queimar , e depois toda a luz a se apagar.
Agora apenas galhos e resíduos moram lá.
Saberás que não te amo e que te amo posto que de dois modos é a vida, a palavra é uma asa do silêncio, o fogo tem uma metade de frio. Eu te amo para começar a amar-te, para recomeçar o infinito e para não deixar de amar-te nunca.
Nota: Trecho do Poema XLIV Link
"De todos que existem sou dentre eles apenas mais um Pablo.
Pablo que sou ,pergunto a você: "Para ti sou que Pablo?".
Se te encabula a pergunta, te dou a resposta agora, no ato.
Estou para ti como Neruda aos poemas, tenho por ti a paixão de Picasso aos quadros.
Sou seu louco, seu tudo.Mas acredite, só seu!
Sou seu Pablo."
Horas vão passando.
Tenho eu que aguentar
Essa saudade me sufocando?
Beijo-te sonhando,
Abraço-te chorando,
Zarpo em direção ao imaginário,
Infeliz e solitário,
Lembrando do teu amor.
E acordo sem teu calor.
A meu ver não é apenas um sino,
Espia! Existe outro ao lado,
É verdade, que são dois sinos,
Sinos são vozes feitas para escutar,
São vozes anunciadoras do tempo,
Sabem ao seu jeito dar o recado,
- e a escuta despertar
Assim anunciam os sinos,
Que daqui para frente vou contigo.
Seguirei para Isla Negra,
Para qualquer lugar,
Desde que eu volte
- sempre -
para a casa do poeta.
Haja visto, de que a moça
- admirável -
e que ele gosta,
- sou eu
Por uns passou desapercebido,
Que o nosso amor chegou
é despercebido,
Faz parte, foi por obra do destino,
- destarte
O amor hoje é fruto ainda proibido.
A meu ver o tempo sempre inflige,
A pena dessa espera,
A espera sempre vale a pena.
Os sinos sinalizam, abrem a alma
Para aprender a ter calma,
- e se concentrar
No tempo que tem o seu próprio tempo,
Espera com paciência,
Que a oportunidade irá chegar.
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Nota: Adaptação de trecho do poema de Fernando Pessoa.
A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial.
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.
Nota: Trecho adaptado do livro "Além do Bem e do Mal" de Nietzsche.
