Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)

O amor não é uma palavra bonita. O maior problema do mundo, hoje, é esse. As pessoas acham que falar basta. Não, falar não basta. O amor não tem que ser dito, ele precisa ser sentido, senão ele não sobrevive.

Enquanto houver amor não vou desistir. Enquanto houver vontade de estar junto eu vou insistir. Enquanto houver necessidade do abraço, desejo do beijos, intenção de ser feliz, eu vou prosseguir. Enquanto houver sonho, fantasia, atração, planos, eu vou persistir. Enquanto houver esperança eu vou permanecer, continuar, vou sustentar. Eu não fiz nada para esse amor despertar, mas faço de tudo para não se acabar.

Sempre que você está entregue a existência, sempre que você vive em confiança, amor, oração, celebração, alegria, você está no céu.

O amor é uma escolha, não é uma necessidade!
Eu gosto de você, mas eu não preciso de você.

Marília Mendonça

Nota: Trecho da canção melhor sozinha :-)-:, com Luísa Sonza.

O Amor não está no que você sente, mas no que você faz a pessoa amada sentir.

Tudo quanto é paixão eu trato como amor - é pra ver se um dia vira amor mesmo.

"Ali, o futuro não contava. E o passado só continha uma certeza: o amor era um erro nocivo, e sua cúmplice, a esperança, uma ilusão traiçoeira."

Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.

“Sim, no mundo existem mil pessoas capazes de nos despertar amor, se a gente parar pra sentir”

"O amor não lembra do que precisa. Amor é não precisar de nada. É precisar do que acontece depois do nada, ainda que não aconteça. O amor confunde para se chegar ao mistério. Embaralha para não se ouvir. Perde-se no próprio amor a capacidade de amar. Amor é comer a fruta do chão. O chão da fruta. O amor queima os papéis, os compromissos, os telefones onde havia nomes. O amor não se demora em versos, se demora no assobio do que poderia ser um verso. O amor é uma amizade que não foi compreendida, uma lealdade que foi quebrada. O amor é um desencontro por dentro.''

Ter amor próprio não significa ser arrogante ou narcisista. É uma questão de inteligência.

A cada decepção aumenta-se a descrença no amor e aperfeiçoa-se a prática da solitude!

Ninguém ama da noite para o dia. Você sente atração e desejo. Mas isso não é amor. Amar é outra coisa.

O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.

Devemos expandir o círculo do nosso amor até que ele englobe o nosso bairro, se desdobre para a cidade, o estado e assim sucessivamente até o objetivo do nosso amor incluir todo o universo.

No entanto, para dizer a verdade, hoje em dia a razão e o amor quase não andam juntos.

Meu jeito assusta, minha independência intimida, meu amor-próprio é suficiente, minha personalidade é forte, meu carisma conquista e minha sinceridade apavora... Resumindo, mulher bem resolvida não é pra quem quer, é pra quem pode...
Aqueles que me chamam de louca sonham em ter um pouquinho da minha coragem!

Ofereça amor, ofereça amizade, mas não implore para ficar onde sua presença não faz diferença!
Em algum lugar você será imprescindível!

O amor é assustador: ele se transforma, ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa…

Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.