Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Em verso, em verso vou falando de amor...Mais porque amor? Porque o amor é o centro do mundo! e dependemos dele para tudo...
A Terra precisa do sol para que haja vida, e eu preciso do seu amor para que eu continue vivendo feliz!
Como tudo, o amor também é complexo. É o sentimento mais extraordinário que podemos sentir, mas é complicado conseguir com que ele dure, mas creio que quando é de verdade, alias o amor é uma verdade, ele dura para sempre, mesmo em suas mais difíceis situações.
Não possível ser o amor divino a quem desmerece com orgulho as palavras, mas, de tal inteligência que lhe convêm a cientista, deixe-se passar por espectador e sem pudor observar e se emocionar por devotos a Cristo pelo grande sentimento, de verdadeiro e solene amor.
Amor, palavra indefinida, quem vai do ateu ao cristão.
E sustentaculo da vida e existe só no coração.
Tantas palavras vazias,tantos juramentos quebrados.
O amor que existiu um dia hoje vive no mar do esquecimento.
Já se foi o tempo de acreditar no amor transmitido pelos olhares, pelos simples olhares. É chegado um novo tempo, o de acreditar apenas no amor. De desacreditar na ilusão; e viver.
Já não há indicios de que aja alguma relação entre essa brutalidade que é o amor com a naturalidade do ego.
O amor não mata.
- Não mata? tem dois tipos de morte: Aquela que você para de respirar e seu coração para de bater. E tem aquela morte que você continua respirando, seu coração continua batendo, mas por uma pessoa que não sabe nem que você vive. Então ai sim você para de viver, você apenas continua existindo.
Apesar de saber o quanto a dor de uma saudade de amor nos machuca, são poucos que é feliz por amar sem saber machucar!
"Quem sofre por amor, vai pagando a penitência na calada da noite. O silêncio da madrugada, machuca...arde. Só quem sofre sabe a infelicidade de não ser correspondido."
Quando sentires o amor de verdade nunca mais irá esquecê-lo. Assim como quem apanha, nunca esquece...
Amar é ser capaz de ver além dos defeitos, mesmo tendo ciência deles. Não enxergá-los não é amor, é burrice que cega, mesmo.
