Células

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O meu AMOR é maior, enorme e cheio de coisas maravilhosas. Como tantas quantas forem as células que compõe meu pobre corpo que só a você pertence e que se enche de riquezas quando está em seus braços. Riqueza essa que só a nós pertence porque está tão bem guardada que ninguem jamais vai ser capaz de tirá-la de nós.

Quem sou eu

Um monte de células interligadas
um monte de tecido diferenciado
um cabelo loiro
e a pele maltratada
um corpo nada físico
uma alma reencarnada
quem sou eu?
sou tudo, sou nada
dê ao menos uma analisada!

Dentro do nosso corpo, tudo funciona perfeitamente, o coração, o cérebro, as células, assim como o universo. Será que a terra é uma célula dentro de um corpo muito maior?

Células em êxtase!

Eu sou um aglomerado de átomos que se atraem e repelem constantemente. Contidos em células, tecidos e órgãos. Conectados a um sistema, eu sou um corpo. Estou pensando, estou agindo, tenho afinidade com alguns, mantenho distância de outros; O tempo não para para mim, ou melhor, eu não paro para ele. Estou em uma constante convivência com aproximações e esquecimentos... Contidos em uma cidade, país, planeta. Conectados a um sistema, estou em um corpo.

⁠E todas as vezes que os meus olhos encontravam os teus, minhas células entravam em combustão... você sempre me fez queimar.

Ter sensibilidade exacerbada é sentir o mundo inteiro através de todas as células do seu corpo ao raiar do dia. É não saber dizer não na maioria das vezes, mesmo que o sim leve um pedaço de você. É lutar a vida toda contra a própria generosidade, é preocupar-se em não magoar o próximo com cada atitude, mesmo que você mesmo se magoe. Ser sensível demais é chorar por coisas bobas, ao ver um vídeo de cachorrinhos ou ter uma discussão com seu irmão, e dizer pra todo mundo: “não ligue, as lágrimas são comuns no meu rosto, sou assim mesmo.” É sofrer com a energia ruim do outro, mesmo que ninguém mais a perceba. É não conseguir ter inimizades, por não suportar simplesmente deixar pra lá qualquer situação mal resolvida, por não suportar a desarmonia de qualquer relação. É prestar atenção no passarinho ao abrir as janelas, é sentir afeto até pelo rato que invadiu sua casa em busca de abrigo em dias de chuva. É tentar evitar sem romântico demais, para não sufocar. É sorrir sem motivo aparente o tempo todo, porque sentiu uma energia boa emanando de uma árvore, ou de uma borboleta que passou. Ou se esconder embaixo das cobertas em situações tensas e conflituosas, com medo do mundo. É estar cercado da companhia das pessoas, mas precisar de momentos a sós para se recuperar de tanta informação. Não entender porque se sente tão cansado após uma reunião com os amigos. É se magoar porque o porteiro não deu um bom-dia, ou porque a criança no colo não lhe retornou o sorriso. É simplesmente se magoar pelos detalhes esquecidos por muitos. Ah, os detalhes... é imaginar o esforço do seu amor em ir até uma loja revelar uma foto de vocês juntos e colocar em um porta-retratos, e sentir-se a pessoa mais feliz do mundo, mais valorizada do mundo, criando as cenas mais bobas em sua cabeça: ele cuidadosamente escolhendo a melhor foto dentre milhares, passando em um pen-drive, pesquisando endereços na internet, escolhendo um porta-retratos do seu gosto (qualquer um que ele escolhesse seria o mais bonito do mundo). É viver a vida toda tentando ligar o “foda-se”, mas apenas conseguir ligar o “eu-me-importo”. É perdoar todo mundo, sabendo que irá se magoar outra vez. É misturar sonhos, verdades, saudades, é ouvir uma música e imaginar o que estava sentindo a pessoa que a escreveu. É gostar de melodias antigas e tristes, e de vestido de bolinhas rodado com meia-calça colorida. É ter memórias infindáveis quando sente um aroma conhecido. A sua luta é contra si mesmo, e a mania louca de colocar tudo e todos em primeiro lugar, é se sentir egoísta por ganhar sozinho na loteria, é ter o mar e querer dividir com todos e ficar com um aquário. É escutar muito antes de opinar, ou melhor, não fazer questão nenhuma de o fazer. É querer dividir tudo, lágrimas de tristeza, lágrimas de alegria. O sensível demais não conhece outra maneira de viver: vive para sentir, sente para viver.

Anonymous não tem líder. São divididos em células. Querem o bem geral da sociedade como um todo não permitindo injustiças.


@AnonymousBrasil

*🦋 Você pode mudar*

Quem disse que você precisa ser sempre a mesma pessoa? As células do seu corpo se renovam, seus gostos mudam, suas crenças evoluem. Você tem o direito sagrado de se reinventar quantas vezes quiser. Crescer é deixar morrer versões antigas de você.

Compartilha isso com quem precisa se dar permissão para mudar! 🌱

Não somos iguais, carregamos células de identificação perdidas no tempo...

⁠Somos células de um mesmo "ORGANISMO DIVINO" cada uma com a sua função. As sãs e as doentes. Cabe as sãs proteger O ORGANISMO da invasão das doentes até que essas se curem!

Assim como as pessoas são as células que as constituem. Sua capacidade reprodutiva é inversamente proporcional ao seu grau de especialização.

O Universo/Deus não tem uma consciência, ele é a consciência, e nós somos as suas células nervosas.

"Agora é hora de deixaro Sol
— entrar em seu corpo —
e renovar as suas Células.”

As células complexas surgiram quando organismos simples decidiram viver juntos em simbiose. A humanidade está nesse exato estágio: ou aprendemos a atuar como um organismo único e consciente, ou seremos apenas mais um registro fóssil de uma espécie que foi inteligente demais para o próprio bem.

⁠A luz é uma linguagem universal.
Quando compreendida, pode transformar células, tecidos e vidas.

Sua consciência cria ondas. Suas células transformam em vida.





Dra Zaika Capita

“A vida não acontece apenas dentro das células; ela pulsa no encontro invisível entre uma mensagem e outra.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A consciência não nasce do isolamento, mas da delicada comunicação entre bilhões de células que aprenderam a conversar.”
Do livro Neurônios — O Fio da Consciência: Neurônios, Ciência e o Limite do Humano, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

A nossa consciência é resultado do somatório da consciência das nossas células.