Cecilia Meireles Poemas Sonhei com Voce
Em algum lugar
Sob a luz da Lua
Façamos uma prece
Para que nos encontremos
E mesmo sabendo da enorme distância que nos separa.
Ajuda pensar que estamos contemplando à mesma Lua, você aí e eu aqui.
Em algum lugar
Se o amor nos ajudar
Estaremos juntos.
Por enquanto conforta saber que dormimos debaixo do mesmo enorme Céu e da mesma linda Lua. 🌔
-
Fechei os olhos para não te ver, tentativa frustrada.
Porque todas às vezes que fecho os olhos, é com você que eu sonho; estou falando desses sonhos em que não precisamos dormir, esses sonhos que a gente morre de rir acordados.
Então, tentei fechar a boca para não dizer o que os meus sonhos diziam…
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas e da minha boca fechada nasceram poemas, todos sobre a dor da falta que você me faz; afinal de contas ninguém sobrevive apenas de sonhos.
Cadê você? Preciso do seu abraço!
- Cecília Gouvêa
Às vezes, ficamos desiludidos por conta das enormes decepções que à vida nos prega; sentimento de mágoa, de ter sido passados para trás por pessoas que demonstramos afeto e confiança, por injustiças, mentiras contadas, votos quebrados, sonhos desfeitos, por enormes feridas na alma. Nessas horas é imprescindível colocarmos nossa esperança em Deus, para não adoecermos e tornarmo-nos completamente indiferentes e frios às relações humanas e até mesmo cuidarmos para que à nossa fé em Deus não seja abalada.
Pois Ele, (Deus) continua sendo o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angustia; quando nos sentirmos tomados por estes sentimentos, lembremo-nos nessas horas da Pedagogia da Cruz.
- Cecília Gouvêa (09/26/2015)
Sempre chega o dia da despedida.
Seja como for, ela vem.
Discreta ou rapidamente,
Suave ou radicalmente,
Ele chega.
Despedidas são pérolas para novas jóias de nossa vida.
Dia estranho de se passar, mas divisor de águas e facilitador de trilhos.
Jazz ou rock, lágrimas ou risos, não importa.
O que importa é extrair o máximo e seguir sem olhar para trás.
Cante, dance, viva cada início e cada despedida.
Internalizada
Que eu esteja dentro!
Só dentro posso eternizar.
Só dentro posso deixar o melhor de mim.
Que eu esteja dentro!
Em cada lembrança sua,
Em cada boa história pra contar,
Em cada memória leve de se guardar.
Que eu esteja dentro!
Internalizada!
Eternizada!
Sintetizada!
Que eu esteja dentro em harmonia, paz, amor e muitas boas lembranças!
Subjetiva-mente
Quero sair da minha mente
Pensar menos
Sentir mais.
Quero sair desse lugar
Observar mais
Nomear menos.
Quero deixar de lado o racional
Ver além do que há
Estar aquém da perfeição.
…Só por alguns repetidos instantes…
Minhas prioridades
Deixei de me apegar a ilusões e passei
a apostar na realidade da vida. Lancei
fora, tudo que pesa meu caminhar, tudo que
me entristece, tudo que contamina meu pensar,
tudo que me faz mudar de atitudes por
sentimentos mesquinhos que não condizem
com a verdade de Deus , e priorizei em mim
o que realmente vale a pena. Hoje quero
apenas amar quem me ama, orar por quem
me persegue , abraçar o que me faz feliz, investir
no que me realiza, ocupar tempo com o que me
edifica, atentar para o que me faz construir. E
acima de tudo isto , permitir com que Deus cuide
de mim e me dê forças para prosseguir.
Há coisas que precisam ser esquecidas,
Há pessoas que precisam ser deixadas,
Há momentos que precisam ser apagados,
Talvez mereçam apenas um rodapé em seu livro,
não para dores futuras , e sim meras lembranças
de algo que sua coragem venceu .
ou talvez não mereçam nem fazer parte
de suas memórias, sei lá.
Há de se ter muita delicadeza
para que o sorriso da gente não se perca neste
processo de anulação.Há de se ter vontade...
Há de se ter cura
Só espero que consiga
viu...
Ficção de amor -(Só pro meu prazer – Leoni – “inspiração”)
Noite e dia se completam há anos
Na ficção de um amor sem cenas do próximo capítulo
Porque nada muda,
Apenas o tempo.
Nem é preciso falar porque somos tudo o que percebemos
E percebemos tudo o que somos.
Porque, na nudez dos sentimentos,
Apenas se vê a verdade do coração.
Não precisamos mais de mentiras, mesmo que elas não nos façam mal
Porque esse amor-ódio eternos
Nos recriam diariamente
Apenas na lembrança de um único dia.
O medo ainda está na mesma pergunta, que não nos faz mal não.
Mas ainda imaginamos todas e quaisquer cenas
Porque nelas recriamos o mesmo prazer
Apenas complicando a verdade das lembranças de um único dia de uma vida inteira.
Te vi
Quem viu?
Sem barreiras
Nem problemas.
Com verdade
E honestidade.
Eu te vi.
Tudo parece fácil quando se desconhece
Pra onde nos levará o terreno coração.
A força do desejo atropela a percepção
E por várias vezes é preciso pedir:
“Perdão, eu te vi!”
No meio de tantos, num mundo de tantos,
Tantas vezes eu te vi...
Apressado, atrasado, à toa...
Triste, feliz, saudoso...
Eu te vi.
Aproximar-se é perigo
Mas nada impede e...
Eu te vi.
A separação abrupta confunde os neurônios
E já nem sei quem viu primeiro.
E já nem sei quanto tempo faz
Que tudo está suspenso.
Sim... nos achamos, esperamos,
E c.o.n.t.i.n.u.a.m.o.s. a esperar.
Não só porque eu te vi, mas porque nos vimos
E não conseguimos mais parar de olhar.
Se quilômetros fazem diferença,
Noticiem ao meu coração. Ele não vê assim.
Se os anos fazem diferença,
Os cansados, sentem-se ! Continuaremos mesmo assim.
Vivendo e sonhando.
Vivo sonhando, amando e acreditando. Mesmo que o amanhã não seja da forma que sonhei , mas pelo menos eu acreditei.
Sonho sim, e sonho muito. Sonho porque quero conhecer um novo mundo.
Sonhos não são apenas sonhos. Sonhar é acreditar que tudo pode melhorar.
Não basta apenas sonhar temos que acreditar, que com muita luta , fé e persistência nós podemos alcançar.
A arte incomoda. Principalmente quando vem de pessoas cheias de personalidade, errantes e imperfeitas. Ter a arte na sua alma, quer dizer ter a fome que provoca a paciência, ter arma que desarma e pesa sobre guerras internas e externas.
Ter arte é calar sem sequer ouvir a si próprio. É gemer calado, é exprimir o inesperado.
A Arte incomoda a mim e a tantos.
(Uma homenagem aos perseguidores entre nós.)
LUA FALSA
Como é duro o cansaço das máscaras.
Na beleza do olhar, do sorriso, no som da palavra, na criatividade.
Que Arte é essa?
Facetas e suas especiarias.
É só pegar um pedaço da lua e tomar como crua na pele real, mas sintética?
Como é duro o cansaço das máscaras.
Estes senhores que arrancam a lágrima de quem não teme a tristeza, mas que mancam na primeira leveza do amor que carrega o poeta.
Como é duro o cansaço das máscaras.
Pois as pessoas sintéticas, sabem toda teoria de eternidade e perfeição, na prática não passam de uma gaveta.
A Arte está em ser plano e não em ser cobaia.
Como é lindo o cair das facetas.
Aprendendo a doutrinar minha ótica imperfeita, porém, não deficiente. Aprendendo também, a filtrar o eco que silencia gestos violentos refletidos no cotidiano.
Admito claramente, sou um ser comum e encantador, enquanto os "rotulados" seres únicos, são indispensáveis.
Sou tão doce e feroz, quanto o tédio dos agressores intelectuais.
De instinto efêmero e capaz.
Talvez, de sabedoria que em um instante faz-se atual e em outro momento, já ultrapassada.
Sou de voz pequena e pouco aplaudida, mas minha rouquidão alcança a surdez dos que amam.
Sou bem mais feliz com as minhas tristezas, que muitas alegrias desfilando façanhas.
Nasci a pouco tempo na cultura, e já penso em nascer de novo amanhã. Pois é lindo a luz que arte me obriga.
tenho minha própria sombra e altura, não preciso de figurações.
A humildade não te torna frágil, nem um ser pronto para ser pisado. A humildade é que nem o amor... É uma leveza que pesa na alma e no coração. Então, esqueça dos discursos que defendem teorias para que você não seja tão humilde... Não caia nesta armadilha, de que se sentirá livre dos sentimentos e questões que a humildade te propõe... Porque a falta dela te agredirá e fará você se perder em um caminho escuro e com difícil acesso para uma saída.
Devemos ficar bem, não adoecer por falta de algo que existe para o melhor de nós!
#Euamovocês #voualmoçarsóagoraacredita? Rs
O ser humano, é um animal que produz muitos ruídos. Na busca pela essência, há muitos acidentes emocionais que o nosso íntimo acumula. Se a minha música é a porta para liberar esses ruídos e receber novos sons, então a porta está sem trancas e é assim que o ser deve se compreender.
Destrua as prisões dos seus vôos.
Mira Cecilia
Há muitas almas estéreis. Dar vida na carne, não é dar vida na alma.
É um dissabor emocional necessitar de medidas e maturidades que delimitam as responsabilidades. Ser mãe, ser pai, ser criador, dar a luz, é um renascimento!
Depois do ventre, vem a gestação eterna da alma. Será pra sempre!
Por esta realidade, não podemos deixar as vendas dos olhos se tornarem máscaras. Quem não divide as medidas da vida, não merece as levezas da mesma!
Eu tenho uma coisa boa dentro de mim... Não guardo as pessoas... Guardo o que elas representam para o que eu represento em mim
Não exijo amor alheio
Mas insisto em amar o alheio
Tu que falas dos meus pés descalços, não sabe o quanto a realidade me executa. Zomba dos meus trapos, mas tu que vestes trajes elegantes e permanece nu, encoberto de nada. Mas, não da nudez envolvente e sim aterrorizante, da face oculta, do mistério desencantado que ocorre em tuas veias. Teu coração é como uma terra estranha e sem vida. Aí de ti, se a chuva correr em tua pulsação fria. Aí de ti, se arar tua plenitude, o teu vazio.
Como é injusta esta tua causa de viver.
Nascestes com a semelhança contrária de Deus. Tu, sábia sombra do mal que planejas movimentar as palavras para ancorar o remorso nas asas dos que voam pela liberdade.
Tua hora está pairando sobre o invisível.
Hora que no seguinte sopro calará o choro silencioso da criança que um dia renasceu em mim.
Tua hora espreita a maldição que lanças sobre o outro. Tu jaz uma cova viva, ambulante.
Embriaga-se de almas, poço ofusco de ti.
Lamentável e fadigante fim tragaste.
No entanto, com tudo, tuas folhas regem a dor do mortal e eu continuo a viver...
Mirla Cecilia 20/01/17
Mirla Santos Ferreira
As plumas mesmo sendo macias, quando caem sobre as feridas, fazem doer.
E as pessoas perversas ou mal intencionadas que sabem disso... é que direcionam o vento que as carregam.
E pode ser um gesto tão leve, delicado, que se torna adoravel aos olhos. Mas no final, um abismo se abre e o pesadelo vislumbra toda a beleza das plumas.
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