Cecilia Meireles nem tudo e Possivel
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.
Tenha fé, aquietai o vosso coração!
Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.
A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.
Aquietai o vosso coração!
A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.
Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.
Aquietai o vosso coração!
Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.
E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.
Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.
Assim seja, amém!
Num mundo onde quase tudo se polariza, são os asseclas que têm o líder que merecem, não todo um povo.
Pois, onde quase tudo se polariza, tornou-se muito comum culpar povos inteiros pelos desvarios de alguns.
É um erro bastante confortável, porém recheado de injustiça.
Povos são plurais, contraditórios, cheios de silêncios e consciências que não gritam.
Quem grita costuma ser minoria — mas faz barulho suficiente para parecer maioria.
Os Asseclas Apaixonados, esses sim, escolhem.
Escolhem seguir sem questionar, repetir sem compreender, defender sem ponderar.
Não são conduzidos apenas pela falta de opção, mas pela abdicação do senso crítico.
O líder que os representa não surge do nada: ele se molda à conveniência dos que preferem terceirizar o próprio juízo em troca de pertencimento.
Já o povo… o povo trabalha, sofre, discorda em silêncio, resiste como pode.
Nem sempre tem voz, nem sempre tem palco.
Generalizá-lo é repetir a injustiça que a polarização produz: reduzir a complexidade humana a rótulos fáceis.
Por isso, quando um líder se revela pequeno, autoritário ou ruidoso demais, não é todo um povo que ele traduz — são apenas os que o seguem de olhos fechados.
A Responsabilidade não é coletiva por conveniência; é individual por Escolha.
E é essa distinção que impede que a crítica vire preconceito, e que a lucidez se perca nos ruídos dos extremos.
A súbita e idealizada paixão política
faz quase tudo descambar para o esvaziamento medonho
do debate público.
Não é a paixão em si que corrompe o diálogo, mas a forma descarada como ela se instala: rápida demais, inflamada e, sobretudo, impermeável.
Quando a política deixa de ser um campo de construção coletiva e passa a funcionar como extensão da identidade individual, qualquer discordância soa como ameaça — não a uma ideia, mas à própria pessoa.
Nesse ponto, o debate deixa de ser uma troca e se transforma em confronto.
A idealização cumpre um papel ainda mais sutil.
Ela simplifica o mundo, reduz complexidades e oferece narrativas muito fáceis, quase reconfortantes.
Há sempre heróis irrepreensíveis e vilões absolutizados.
Mas o preço dessa simplificação é alto demais: perde-se a nuance, a ambiguidade e, com elas, a possibilidade de compreender o outro.
Sem isso, não há debate — apenas reafirmação.
O esvaziamento do debate público já não acontece por falta de opiniões, mas pelo excesso de certezas.
Quando todos já chegam convencidos, o espaço comum deixa de ser um lugar de escuta e passa a ser um palco de monólogos simultâneos.
Argumentos são substituídos por rótulos, e a dúvida — elemento essencial do pensamento — passa a ser vista como fraqueza.
Talvez o desafio não seja conter a paixão política, mas desacelerá-la.
Permitir que ela amadureça, que conviva com a dúvida, que aceite a frustração.
Uma paixão que não precise ser absoluta para ser verdadeira.
Porque é nesse intervalo — entre convicção e a escuta — que o debate pode, enfim, voltar a existir.
Às vezes, tudo que precisamos para cairmos nos braços do Pai é só um
tombo bem tomado.
Há quedas que ferem o corpo, outras esmagam até o orgulho.
Algumas arrancam de nós aquilo que passamos anos tentando sustentar diante do mundo: a falsa sensação de controle, a autossuficiência, a ilusão de que conseguimos carregar a vida nos ombros sem precisar de ninguém.
E talvez seja justamente aí que muitos finalmente encontrem Deus — não no auge da própria força, mas no limite dela.
Porque, enquanto tudo parece funcionar, é comum confundirmos conquistas com capacidade absoluta, vitórias com invulnerabilidade e caminhos desbravados com mérito exclusivo.
Mas, quando a vida desaba, quando os planos falham, quando a dor atravessa as certezas e o chão desaparece sob os pés, há uma verdade difícil de ignorar: somos muito menores do que imaginávamos.
E é curioso como, muitas vezes, o colo de Deus só se torna perceptível quando todas as outras seguranças falham.
Não porque Deus precise da nossa dor para se aproximar, mas porque há barulhos dentro de nós que só o silêncio do sofrimento consegue interromper.
Há arrogâncias que só a queda desmonta.
Há corações tão endurecidos pela vaidade, pela revolta ou pela distração que apenas um tombo bem tomado é capaz de fazê-los olhar para cima novamente.
Ainda assim, até na queda existe graça.
Graça por permanecer vivo…
Graça por não enlouquecer…
Graça por encontrar amparo onde antes havia apenas desespero…
Graça por descobrir que Deus continua acolhendo até quem passou anos fugindo d’Ele.
Mas existe um perigo muito tentador depois do recomeço: transformar a misericórdia recebida em troféu pessoal.
Como se a restauração fosse um certificado de superioridade espiritual.
Como se Deus tivesse escolhido alguns por serem melhores, mais dignos ou mais especiais que os outros.
Quem realmente conhece a graça entende que ela não humilha os caídos para exaltar os restaurados.
Pelo contrário: ela lembra diariamente que ninguém se sustenta sozinho.
Por isso, testemunhar o bom e misericordioso Deus exigemuita honestidade.
Exige reconhecer que foi socorrido, não premiado.
Que foi alcançado, não priorizado.
Que o milagre não aconteceu porque havia merecimento suficiente, mas porque houve amor e misericórdia suficiente da parte do Pai.
E talvez uma das principais responsabilidades de quem foi levantado por Deus seja impedir que outros pensem que a fé é recompensa para perfeitos, quando na verdade ela sempre foi abrigo para necessitados.
Que todos quantos experimentarem a graça de cair no colo de Deus sejam fiéis e leais o bastante — em atos e palavras — ao ponto de não deixar ninguém confundir graça com merecimento ou sorte!
Graça e Paz!
Tudo o que eu tenho pra dizer-te é tudo o que eu sinto por você é o amor que vem do meu coração que forma uma canção e dessa canção vem você.
Tudo que eu quero falar sei que você não quer me escuta, mas eu quero que você fique sabendo que eu te amo.
ame os seus professores como se fosse parte da sua família porque os seus professores faz de tudo para ver você la encimar.
"Amor é aquela coceira que coça quando tudo está cor de rosa e que logo passa quando as contas a pagar chegam."
Aos meus inimigos, o meu Deus os tem e fará tudo que declarado já está,
Então eu cantarei altos louvores de agradecimento a Deus
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