Casamento Mar de Rosas
A vida, como o mar, é marcada por calmaria e tempestades. A preparação nos dias de bonança molda a nossa capacidade de navegar pelas tempestades. Ao fortalecermos nossas habilidades, construirmos relacionamentos sólidos e desenvolvermos uma mentalidade positiva, estamos investindo em nossa própria resiliência. Quando os desafios surgirem, estaremos mais preparados para enfrentá-los com sabedoria e determinação.
Eduardo Fernando de Souza
Eu ficarei só, como os veleiros nos portos silenciosos. [...] E todas as lamentações do mar, do vento, das aves, do céu, das estrelas, serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Lutar. Podes escachá-los ou não; o essencial é que lutes. Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.
"As minhas amizades e a maioria das amizades são como estar na parte rasa do mar: uma parte limitada, onde as pessoas só vão aonde dão, não correndo o risco de se afogar. Ali é seu limite.
Já o fundo do mar, a parte distante, é para quem quer, é para quem sabe nadar. Quem não sabe nadar fica no raso. O fundo do mar não acaba para quem sabe e domina; No fundo do mar, você não se afoga."
Estou atravessando o "mar", não me diga nada, por que dizer algo agora que sei nadar?
Estou no caminho das cobras mas não me fale nada agora, tarde demais, porque não me ensinou a tirar o veneno delas?
Trilhei 38 anos o caminhos dos pombos, mansos e tolos, agora me tornarei prudente como uma serpente!
Era um vez, um garoto.
Vivia pensando, sempre, pensando.
Como um mergulho no mar, afundando.
Cada vez mais curioso, e ainda sim, desesperado.
Ou subia para respirar, ou descia para descobrir.
Só poderia escolher um só.
Morreria pra entender, ou viveria para duvidar.
Mas, no fim, por pensar demais, o garoto não subiu, nem desceu.
E ali mesmo morreu, sem nem poder se decidir.
no fim eu estava indo pegar meu coração de volta
na imensidão das sombras além do mar que não conheço
ainda navegando muitas dores da memória
eu navego o caminho do mar que eu escrevo
aqui no fundo do mar, em sombria água
busquei redenção como náufrago fantasma
para sempre vivendo nos versos esquecidos
na escuridão do fundo do mar em um livro
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
como um eco no fundo do mar
para alguém disposto a escutar
ouvi seu coração no horizonte de tudo
eu busquei sua mão no fim do mundo
Riz de Ferelas
Canção do Mar
Por Gilson de Paula Pires
Mar que dança sem cansaço,
nos compassos do arrebol,
teu azul é meu abraço,
teu rugido, meu farol.
Sal que cura velha dor,
brisa que canta esperança,
me ensinas o valor
do tempo que nunca cansa.
Nas tuas ondas me esqueço
do que o mundo fez pesar,
sou menino em recomeço,
sou silêncio a navegar.
Teu mistério me fascina,
tua fúria me seduz,
és abismo, és disciplina,
és espelho que conduz.
Oh mar, irmão dos valentes,
confidente dos sem lar,
me ensina a ser permanente
e livre como teu mar.
— Gilson de Paula Pires
A terra é o distúrbio
O mar é a vida
E eu sou as tarântulas do pareio
Esperando o dia
De ser decepada
Para a glória dos desalmados.
AS DORES QUE FORMAM A PÉROLA
A pérola é uma ostra que está entreaberta no fundo do mar, e então um grãozinho de areia entra em seu interior e provoca uma irritação.
A ostra ela dá início a um processo de reação porque está com um corpo estranho dentro dela, isso porque está sentindo dores durante todo esse processo.
Então ela começa a produzir algo, reage, reage e logo está ali uma pérola, muito preciosa, que vale muito.
Muitas pessoas querem carregar algo valioso, mas poucas querem passar pelos processos aflitivos que produzem essa preciosidade.
Assim, que possamos ser como a ostra, que não parou mesmo diante das dificuldades, pois no final valerá a pena.
Não é a mesma coisa…
Olhar o por do sol sem sua presença
A beira do mar sentindo a boa e velha brisa
Eu só queria estar com você
Mesmo sabendo que isso nunca vai acontecer
Talvez tenha perdido nossa única oportunidade
Mas o que fazer? agora é tarde
Tivemos os melhores momentos bons e ruins
E lembro de todos eles mesmo assim
Querer poder ser e estar
Mesmo sabendo que isso esse dia nunca vai chegar
Essa sensação angustiante de querer quem já se foi
E pelos meus erros peço que me perdoe
E ainda assim no lapso de euforia
Uma memória boa se inicia
E o choro por sua vez
O acompanha no fim do dia
Já fui neve no mar, já fui espada na mão (José Afonso)
No passado sofri de algumas vaidades. Mas calei que prefiro ser neve no mar do que poeira pisada, caída no chão. Ser a neve que se funde com o mar é ser a frescura que sabe de antemão que muita gente lhe vai perguntar: quando cantaremos o Hino da Libertação?
No passado sofri de algumas vaidades. Mas agora, que vivo sem sedução, digo: ser neve que se fundiu com o mar é ser como a estrela que se fundiu com o céu (coisa que, antes, a estrela sempre temeu) e nele brilha mas sem chamar à atenção.
No passado sofri de algumas vaidades mas não falei de ser espada na mão. Hoje, que sou a neve caída no mar, muitas vezes me interrogo: ser lâmina afiada em ereção não será entrar no estranho jogo dos que põem pessoas a sangrar e querem sentir vida a pulsar no seu coração? Mais logo, quando a Musa Menina chegar, me dirá se tenho ou não tenho razão.
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