Casamento Mar de Rosas
"Eu sem vocês
Sou como um barco a deriva no mar.
Ou talvez um barco sem mar.
Ou será um mar sem barco?
Não sei,
Só sei que sem vocês nada sou."
Só anda sobre as águas quem faz conserto com o mar.
Só se trilha caminho do bem quem estabelece acordo com o amor (16.01.17).
"Meus pensamentos são como as ondas do mar
que encontram a rocha dura em seu caminho
e sem perder a força, com paciência
insiste, insiste, bate na rocha sem parar
até que um dia o rochedo se abre
e dá passagem para o que desejo encontrar."
Estou em um barco sem vela,
Parado a deriva no meio do mar,
Decidir deixar a maresia me levar,
foi então que percebi que não estava saindo do lugar.
Os dias passavam, O tempo mudava,
mas ainda sentia aquela solidão,
As gotas de chuva caiam em meus olhos,
Minhas lagrimas escorriam pelo meu rosto,
Se juntando as gotas de chuva de desgosto.
Sentando estava esperando a morte me levar,
A esperança já tinha sumido no fundo do mar,
De repente adormeci profundamente,
Quando Acordei a primeira coisa que vir foi seu sorriso no horizonte,
Só por você está lá sentir que ainda posso lutar.
Aquela tarde de frio tão insistente
Como uma onda no mar que sufoca a gente.
Olho pela janela e vejo a chuva cair
Me lembro do dia em que eu te vi partir.
Ah solidão,que ecoa silêncio no meu coração.
Como eu queria você aqui.
Aquele chocolate quente
seu olhar penetrante
e seu sorriso envolvente.
E naquela tarde de frio
Só resta o vazio...
De memórias sem fim.
Saudade
A saudade aqui
No infinito mar
Não carece de se preocupar
Não o esqueci
Num fluxo, as lembranças
Na onda minhas lágrimas
Na água, esperanças
E na correnteza,
sua beleza
Serás esquecido
Se minha falha mente falhar
Navegarei, entretanto
No infinito mar
VIAGEM NO TEMPO
Lanço ao mar meu olhar,
ele é minha ponte
com o horizonte,
olhos atentos de navegar,
visão lisa, assaz precisa,
me da o norte,
da nossa sorte,
ao destino que não invisa,
minha pele cheira alvorada
respira nova liberdade,
pois nunca é tarde,
se meu lugar é tua parada,
ouço sons verdes de farfalhar,
é a brisa da nova sina,
ou talvez tua saia menina,
talvez ambas a me esperar,
Ó mar, ó amar, provei teu sal,
temperei meus anseios,
me deitei em teus seios,
agora fujo para o teu madrigal.
Pérsio Pereira de Mendonça – 14/07/2016
Casal Contemporâneo
Te odeio a ponto de te amar.
Tanta sede, sou capaz de beber o mar.
Sua chama de tão azul é fria.
Você é tão distante que eu iria
Tornei-me cego que viu até demais.
Você é a prova do desgosto que quero mais.
AMOR DE VERDADE
Mente o mar, lentamente,
no vagar das ondas quentes,
mente mormente
sobre as suas correntes,
na superfície calma,
tudo é paz e tranqüilidade,
por baixo é que se revolve
sob os auspícios de Netuno,
transforma o oceano taciturno,
e deixa marinheiros soturnos,
até aos belos raios noturnos
Mente o poeta mente inclemente,
mente pra toda gente,
gente decente e inocente,,
fala de amor, eterno amor,
fala do jardim com flores e cores,
mente sobre a beleza das dores,
Mente a pena que escreve
histórias, causos e prosas
é causar pena às duras penas,
mesmo a pena leve mente,
tão apenas e tão somente,
para fazer sorrir tanta gente.
A mentira está na triste verdade
da vida vivida do autor,
que na verdade sua vida não é,
é e são outras vidas quaisquer,
ama, trai, é amado é traído
por tantas mulheres e tantos maridos,
sente e lamenta a tristeza que é sua
por não ser, chora a lágrima alheia,
deixa as pegadas do leitor na areia,
sangra um sangue que não é seu,
mas que lhe corre e corrói as veias.
É preciso ao poeta e ao escritor mentir seu amor,
para que verdadeiro ele seja ao leitor,
o amor escrito sem prosa ou poesia,
não é amor é só ilusão, fantasia.
Pérsio Pereira de Mendonça
AMOR DE VERDADE
Mente o mar, lentamente,
no vagar das ondas quentes,
mente mormente
sobre as suas correntes,
na superfície calma,
tudo é paz e tranqüilidade,
por baixo é que se revolve
sob os auspícios de Netuno,
transforma o oceano taciturno,
e deixa marinheiros soturnos,
até aos belos raios noturnos
Mente o poeta mente inclemente,
mente pra toda gente,
gente decente e inocente,,
fala de amor, eterno amor,
fala do jardim com flores e cores,
mente sobre a beleza das dores,
Mente a pena que escreve
histórias, causos e prosas
é causar pena às duras penas,
mesmo a pena leve mente,
tão apenas e tão somente,
para fazer sorrir tanta gente.
A mentira está na triste verdade
da vida vivida do autor,
que na verdade sua vida não é,
é e são outras vidas quaisquer,
ama, trai, é amado é traído
por tantas mulheres e tantos maridos,
sente e lamenta a tristeza que é sua
por não ser, chora a lágrima alheia,
deixa as pegadas do leitor na areia,
sangra um sangue que não é seu,
mas que lhe corre e corrói as veias.
É preciso ao poeta e ao escritor mentir seu amor,
para que verdadeiro ele seja ao leitor,
o amor escrito sem prosa ou poesia,
não é amor é só ilusão, fantasia.
Pérsio Pereira de Mendonça
O mar vaza, na praia, com indiferença,
resiliente como tua presença ausente,
cobre a terra com posse, prepotência,
envolvendo tudo menos tua carência.
Observe o mar por alguns segundos e chegarás a conclusão que a água que vem em uma onda é a mesma que voltará, mas não nos mesmo estado com que veio, assim somos nós, ao voltarmos a um caminho deixado no passado não seremos os mesmos que um dia o deixou e sim pessoas transformadas pelo bem ou pelo mal
Vida Nova
Manhã clara de coragem
Vida mansa na bagagem
Levo a paz, o amor e o mar
E o que mais alguém me dar
Já comprei até a passagem
E já sei pra onde eu vou
Já aluguei o meu lugar
E sei muito bem quem sou
Agora vida nova eu vou viver
Cultivar novos amigos
E respirar um novo ar
Não é que estou tentando
Me esconder
É só porque não dar mais
E se eu ficar aqui vou sofrer
É um vida beirando o abismo
Com muita festa na garagem
Eu não sou plateia pra egoismo
E pra mim isso é sacanagem
Quem quiser pode vir também
É só dar meia volta
E me acompanhar
Depois a gente volta
Pra pegar o que sobrar
E assim como tão curta
É a nossa vida
É tão pouco também
O que a gente tem
Daqui pra frente é vida nova
E muita coisa a se sonhar
É como a noiva a se casar
E uma lua de mel
A te esperar
Daqui pra frente
É sol e chuva
Pouco sal
E muita uva
Mão que abre
E te aperta
Sem te parecer letal
Pra não precisar de luva
Não que eu seja um imortal
Mas enquanto for possível
Eu prefiro evitar essa curva
Que fecha os meus dias
Como quem fecham
Os meus olhos
E não se dar conta dessa covardia
Que fazem os meus sonhos
Ficar turvo
Numa insana maestria
Deixando eles caolhos.
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